DADOS
BIBLIOGRÁFICOS DA OBRA
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Título
e subtítulo da obra:
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EDUCAÇÃO
ESCOLAR: OS DESAFIOS DA QUALIDADE
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Título
e subtítulo do capítulo:
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POLÍTICAS E GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL: LIMITES E PERSPECTIVAS
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Autor
(es):
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-
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Organizador
(es):
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Centro
de Estudos Educação e Sociedade
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Coordenador
(es):
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Editor
(es):
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Tradutor:
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-
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Autor
(es) do capítulo:
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LUIZ
FERNANDES DOURADO
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Edição:
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100
- Especial
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Local
de publicação:
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CAMPINAS/SP
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Editora:
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CEDES –
Unicamp
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Data
da publicação:
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OUTUBRO DE 2007
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Volume:
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28
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Disponível
em:
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http://www.scielo.br/pdf/es/v28n100/a1428100.pdf
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Acesso
em:
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03
de agosto de 2015
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RESUMO:
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Esse artigo versa sobre o cenário político e
pedagógico em que se realizavam as políticas direcionadas à gestão da
educação básica em 2007, buscando explicitar concepções, ações e programas
governamentais, bem como suas interfaces com a suposta qualidade preconizada
para esse nível de ensino no Brasil. Nesta perspectiva, ao analisar tais
políticas e programas no contexto de reforma do Estado, indica os limites e
perspectivas desse processo, sob a ótica da construção de novos parâmetros
para a qualidade e gestão democrática da escola pública.
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CITAÇÕES:
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[...] o processo educativo é mediado
pelo contexto sociocultural, pelas condições em que se efetiva o
ensino-aprendizagem, pelos aspectos organizacionais e, consequentemente, pela
dinâmica com que se constrói o projeto político-pedagógico e se materializam
os processos de organização e gestão da educação básica (p. 922).
[...] buscar apreender, no feixe
dessas proposições, os limites e possibilidades à gestão das políticas (dada
a situação nacional, em que estados e municípios se colocam como principais
atores na oferta da educação básica no país) , de modo a propiciar elementos
para a compreensão dos processos de regulação e financiamento, bem como os
arranjos institucionais que contribuem para a materialidade das políticas de gestão
e organização educacionais no Brasil [...]. A concepção de educação é
entendida, aqui, como prática social, portanto, constitutiva e constituinte
das relações sociais mais amplas, a partir de embates e processos em disputa
que traduzem distintas concepções de homem, mundo e sociedade. Para efeito
desta análise, a educação é entendida como processo amplo de socialização da
cultura, historicamente produzida pelo homem, e a escola, como lócus
privilegiado de produção e apropriação do saber, cujas políticas, gestão e
processos se organizam, coletivamente ou não, em prol dos objetivos de
formação (p. 923).
[...] a gestão educacional tem
natureza e características próprias, ou seja, tem escopo mais amplo do que a
mera aplicação dos métodos, técnicas e princípios da administração
empresarial, devido à sua especificidade e aos fins a serem alcançados (p.
924).
[...] a democratização dos processos
de organização e gestão deve considerar as especificidades dos sistemas de
ensino, bem como os graus progressivos de autonomia das unidades escolares a
eles vinculados, e buscar a participação da sociedade civil organizada,
especialmente o envolvimento de trabalhadores em educação, estudantes e pais
(p. 925).
[...] o importante papel desempenhado
pelos organismos multilaterais na formulação de políticas educacionais no
período. Tais constatações evidenciam limites estruturais à lógica
político-pedagógica dos processos de proposição e materialização das
políticas educacionais, configurando-se, desse modo, em claro indicador de
gestão centralizada e de pouca eficácia pedagógica para mudanças substantivas
nos sistemas de ensino, ainda que provoque alterações de rotina, ajustes e
pequenas adequações no cotidiano escolar, o que pode acarretar a suspensão de
ações consolidadas na prática escolar sem a efetiva incorporação de novos
formatos de organização e gestão. Isto não redundou em mudança e, sim, em um
cenário de hibridismo no plano das concepções e das práticas que,
historicamente, no Brasil, têm resultado em realidade educacional excludente
e seletiva. Vivencia-se, no país, um conjunto de ações, de modo parcial ou
pouco efetivo, sob a ótica da mudança educacional, mas que, de maneira geral,
contribui para desestabilizar o instituído, sem a força política de instaurar
novos parâmetros orgânicos à prática educativa (p.926).
[...] nos dois mandatos de Fernando
Henrique Cardoso [...] é possível depreender que as políticas focalizadas
propiciaram a emergência de programas e ações orientados pelo governo federal
aos estados e municípios, destacando-se: a disseminação de Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCN), a implantação do Plano de Desenvolvimento da
Escola (PDE) pelo FUNDESCOLA, a criação do Programa Dinheiro Direto na Escola
(PDDE) e a implementação de uma política de avaliação fortemente
centralizada, em detrimento de um sistema que propiciasse a colaboração
recíproca entre os entes federados (p.927)
[...] a necessidade de planejamento
sistemático [...] que garantam organicidade entre as políticas, entre os
diferentes órgãos do MEC, sistemas de ensino e escola e, ainda, a necessária
mediação entre o Estado, demandas sociais e o setor produtivo, em um cenário
historicamente demarcado pela fragmentação e/ou superposição de ações e
programas, o que resulta na centralização das políticas de organização e
gestão da educação básica no país.
Os programas federais de educação
básica, atravessados por concepções distintas e até antagônicas, realçam o
cenário contraditório das ações governamentais. Tal perspectiva enseja a
necessidade de maior organicidade entre as políticas, ações e programas (p.
928).
[...]o governo federal pautou sua
atuação pelo princípio da defesa da educação de qualidade, a partir do
binômio inclusão e democratização. Algumas ações mereceram particular destaque,
como a ampliação do ensino fundamental de oito para nove anos, as políticas
de ação afirmativa e, de modo estrutural, a criação do Fundo de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da
Educação (FUNDEB).
Aliados ao redimensionamento do
financiamento da educação básica, destacam-se os planos de educação,
notadamente o PNE, os Planos Estaduais de Educação (PEE) e os Planos
Municipais de Educação (PME). Se entendidos como planos de Estado, estes
deveriam implicar redimensionamento das políticas e gestão e,
fundamentalmente, da lógica de financiamento e, portanto, do orçamento
público (p. 929).
Essa discussão nos remete à chamada
descentralização da educação brasileira e aos problemas daí decorrentes,
destacando-se a municipalização do ensino (p.937).
O conceito de qualidade, nessa
perspectiva, não pode ser reduzido a rendimento escolar, nem tomado como
referência para o estabelecimento de mero ranking entre as instituições de
ensino. Assim, uma educação com qualidade social é caracterizada por um
conjunto de fatores intra e extra-escolares que se referem às condições de
vida dos alunos e de suas famílias, ao seu contexto social, cultural e
econômico e à própria escola – professores, diretores, projeto pedagógico, recursos,
instalações, estrutura organizacional, ambiente escolar e relações
intersubjetivas no cotidiano escolar (p. 940-941).
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COMENTÁRIOS
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A gestão
educacional de nosso país tem avançado muito nos últimos anos, apesar desse
texto estar ultrapassado, as melhorias educacionais realmente começaram nesse
período. Os programas PDE, PDDE, FUNDEB, PNE e PME, Conselhos Escolares e
Sistema Municipal de Ensino sofreram muitas modificações que vieram para
melhorar e dar suporte aos mesmos. Não se pode deixar de acrescentar entre
esses programas, o PAR, que foi implantado e que melhorou muito a gestão
educacional do país.
As políticas
públicas educacionais avançaram bastante na última década, ou seja, está se
tentando cumprir aquilo que a legislação prevê com muita competência, porém
ainda são investimentos insuficientes. Uma vez que temos uma legislação muito
bem elaborada, faltando apenas ser executada.
Alguns
programas e ações tiveram investimentos públicos aumentados, mas a comunidade
escolar e a população em geral, precisa aprender a participar da gestão
democrática tão almejada por todos, mas pouco efetivada na prática. Essa
consciência de participação e de construção coletiva, ainda não foi
assimilada pela população que tanto deseja a democracia, sendo que na hora de
implementar e participar dos momentos e dos processos democráticos não comparecem
efetivamente, se omitindo ou deixando de fazer sua parte nesse processo.
Os investimentos
em educação básica, tendo a qualidade como parâmetro de suas diretrizes,
metas e ações e conferindo a essa qualidade uma dimensão sócio-histórica e,
portanto, inclusiva, é um grande desafio para o país, em especial para as
políticas e gestão desse nível de ensino. Quando as esferas governamentais
conseguirem fazer os devidos investimentos, provavelmente, teremos resultados
mais positivos, uma vez que qualidade exige uma política educacional de
continuidade acompanhado de investimento financeiro adequado.
Pensar a
qualidade social da educação implica assegurar um processo pedagógico pautado
pela eficiência, eficácia e efetividade social, de modo a contribuir com a
melhoria da aprendizagem dos educandos, em articulação à melhoria das
condições de vida e de formação da população. A busca por melhoria da
qualidade da educação exige medidas não só no campo do ingresso e da
permanência, mas requer ações que possam reverter a situação de baixa
qualidade da aprendizagem na educação básica, o que pressupõe, por um lado,
identificar os condicionantes da política de gestão e, por outro, refletir
sobre a construção de estratégias de mudança do quadro atual.
Sendo assim, o
conceito de qualidade, nessa ótica, não pode ser reduzido a rendimento
escolar, nem tomado como referência os índices de desempenho das instituições
de ensino. Assim, uma educação com qualidade social é caracterizada por um
conjunto de fatores intra e extra-escolares que se referem às condições de
vida dos alunos e de suas famílias, ao seu contexto social, cultural e
econômico e à própria escola- professores, diretores, projeto pedagógico,
recursos, instalações, estrutura organizacional, ambiente escolar e relações
intersubjetivas no cotidiano escolar.
Segundo
Dourado, Oliveira e Santos (2007, p. 9),
(...) a
qualidade da educação é um fenômeno complexo, abrangente, e que envolve
múltiplas dimensões, não podendo ser apreendido apenas por um reconhecimento
de variedade e das quantidades mínimas de insumos considerados indispensáveis
ao desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem e muito menos sem tais
insumos (...). Desse modo, a qualidade da educação é definida envolvendo a
relação entre os recursos materiais e humanos, bem como a partir da relação
que ocorre na escola e na sala de aula (...).
É em
consonância com essa perspectiva e no intuito de melhorar a qualidade da
educação brasileira que devem se situar as ações, mediadas por efetiva
regulamentação do regime de colaboração entre a União, estados, Distrito
Federal e municípios, objetivando, de fato, assegurar um padrão de acesso,
permanência e gestão na educação básica, pautado por políticas e ações que
promovam a educação democrática e de qualidade social para todos, procurando
conscientizar toda comunidade da responsabilidade social de cada um nesse
processo de melhoria educacional.
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IDEAÇÃO
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Artigos que podem contribuir com o
assunto:
1. O PNE na
Articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação
Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração. DOCUMENTO-REFERÊNCIA.
Disponível em: http://fne.mec.gov.br/images/pdf/documentoreferenciaconae2014versaofinal.pdf.
Acesso em: 05 de agosto de 2015.
2.
CHERUBINI, Karina Gomes. A garantia do
padrão de qualidade da educação em todos os níveis de ensino. Disponível
em:
http://jus.com.br/artigos/21697/a-garantia-do-padrao-de-qualidade-da-educacao-em-todos-os-niveis-de-ensino#ixzz3hwNJ0boT.
Acesso em: 05 de agosto de 2015.
3. CURY, Carlos
Roberto Jamil. Sistema nacional de
educação: desafio para uma educação igualitária e federativa. Disponível
em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302008000400012&script=sci_arttext.
Acesso em: 05 de agosto de 2015.
4.
SAVIANI, Dermeval. Sistema Nacional de
Educação articulado ao Plano Nacional de Educação. Universidade Estadual
de Campinas, Faculdade de Educação. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v15n44/v15n44a13.pdf. Acesso em: 05 de agosto
de 2015.
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8/14/2015
Fichamento: EDUCAÇÃO ESCOLAR: OS DESAFIOS DA QUALIDADE
7/29/2015
Projeto Pomar
No intenso processo de urbanização que passa nossa sociedade, cada vez mais nos afastamos do contato com a Natureza. A infância vivida nos quintais, o gosto da "fruta comida no pé", vivências únicas para quem teve a oportunidade de ser "criança de quintal", têm se transformado em coisa rara, já quase inexistente.
Compreendendo todo o espaço escolar como meio de interação e construção contínua de conhecimento, o presente projeto visa transformar um espaço determinado da escola em um ambiente de pomar, onde cada série terá sua árvore frutífera plantada, poderá cultivá-la, acompanhará seu crescimento e saboreará seus frutos. Nesse espaço educativo, as aulas de Ciências poderão ocorrer aliando teoria e prática, além da possibilidade de abordagens relativas à saúde, nutrição, pluralidade cultural no que diz respeito às relações culturais e aos hábitos alimentares da comunidade.
OBJETIVO GERAL:
O programa educativo visa desenvolver o sentimento de identidade e pertinência por parte de todos os alunos das séries iniciais (Educação Infantil a 4ª série) em relação às árvores, e nossas relações culturais com seu cultivo, além da fruição de conviver em um espaço tão agradável aos sentidos como é o espaço do pomar e do jardim botânico. A partir do trabalho educativo, pretende-se proporcionar momentos de reflexão junto à necessidade de preservação e mesmo de transformação dos espaços urbanos, a fim de torná-los mais humanos e harmônicos, possibilitando a reflexão individual e coletiva das questões urbano-ambientais, promovendo auto-cuidado da saúde e uma melhor percepção do meio, utilizando as experiências vividas como estímulo a mudanças de atitudes e à disseminação dessas idéias aos demais membros da comunidade escolar.
• Proporcionar aos alunos uma aproximação com a qualidade de vida vinculada à alimentação, sensibilizando e efetivando ações de cidadania;
• Sensibilizar os alunos da importância do cultivo de espaços verdes, como o pomar, bem como a importância da diversidade vegetal que pode ser desenvolvida neles.
• Demonstrar aos alunos as vantagens na melhoria e preservação da qualidade dos espaços verdes e sua relação com a segurança alimentar da população;
• Desenvolver junto aos alunos conhecimentos empíricos sobre a flora cultivada, suas características biológicas, seus ciclos vitais, etc.;
• Divulgar para a comunidade escolar, por meio das ações dos alunos envolvidos, os processos desencadeados pelas ações ambientais.
MATERIAL E MÉTODOS:
Inicialmente, realizaremos plantios de árvores frutíferas variadas (uma por série), na ocasião do Dia da Árvore (21 de setembro), no espaço demarcado para a construção do pomar (ver com supervisão). A partir daí, as turmas irão se encarregar dos cuidados e do acompanhamento do crescimento das mesmas. As professoras aproveitarão essas experiências para relacionar questões de meio ambiente, saúde e pluralidade cultural.
Poderemos trabalhar também em caderno curiosidades e informações que relacionam a importância das árvores para a saúde do nosso planeta, como as que seguem:
Você sabia???
Se você tivesse uma árvore de 15 anos de idade e quisesse transformá-la em sacos de papel, só conseguiria fazer 700 deles?!
Quanto tempo esses sacos de papel durariam? Em um grande supermercado, eles seriam usados em menos de uma hora! Ou seja, em uma hora, somos capazes de consumir uma árvore que levou quinze anos para crescer!!!
Você consegue imaginar alguma coisa que nos dê papel, frutas, castanhas, madeira, lugar para os pássaros e outros animais viverem, que sirva para as crianças brincarem , que nos dê sombra, ajude a manter o ar limpo, e preserve as margens dos nossos rios além das árvores??? O que seria de nós sem as árvores????
Uma pessoa é capaz de consumir 7 árvores por ano, na forma de papel, madeira e outros produtos. Multiplique esse número pelo total de habitantes da nossa cidade e de nosso planeta, e perceba: Quantas árvores destruímos por ano? !! Será que elas são capazes de crescer rápido para repor essa degradação que estamos causando ao planeta??
As árvores absorvem o gás carbônico por meio do processo da fotossíntese. Nós despejamos cada vez mais maiores quantidades desse gás na atmosfera através da queima do petróleo e do carvão, o que está provocando um aquecimento global em nosso planeta, o chamado Efeito Estufa! Ao plantarmos mais e mais árvores, estaremos resgatando esse gás carbônico que jogamos na atmosfera!! Assim, reflorestar pode ser uma maneira de minimizar o problema do aquecimento global!
As árvores conseguem manter a umidade da atmosfera elevada, ou seja, fazem com que o ciclo da água torne-se mais lento e harmônico, assegurando um equilíbrio térmico e climático em nosso planeta. Essa é a grande função das grandes florestas remanescentes, como é o caso da Floresta Amazônica!!! Pense nisso!!!
Plantar uma árvore é muito divertido!!! E uma das melhores coisas que podemos fazer para salvar o Planeta! A árvore reduzirá o gás carbônico da atmosfera, proporcionará beleza e sombra e atrairá a vida silvestre! Assim você poderá se orgulhar de contribuir para a preservação de nossas vidas no planeta Terra!!
Somos capazes de gastar 50 milhões de toneladas de papel por ano, ou cerca de 300 kg por pessoa. Para fazermos todo esse papel, usamos mais de um bilhão de árvores!! Se todo mundo reciclasse seus jornais de domingo, pouparíamos 500 mil árvores por semana!!!
1ª tática para amenizar o grande problema da degradação ambiental: reduzir o consumo. Consuma menos! Economize todos os materiais que puder! Desde as folhas de seu caderno, sacos plásticos, etc.
2ª tática: reutilize! Use a criatividade e dê sempre uma nova utilidade para os materiais que geralmente jogamos no lixo!
3ª tática: colabore com a coleta seletiva em nossa cidade! Ainda é uma minoria o número de curitibanos que efetivamente separa o lixo que não é lixo! Separando o lixo, contribuímos com a sua reciclagem, poupando o meio ambiente e assegurando um futuro mais feliz para todos nós!!
Projeto: Brincando com os alimentos
Descrição: O presente projeto tem como objetivo abordar e discutir
assuntos relacionados à alimentação saudáveis a partir dos 2 anos de idade,
ampliando os conhecimento dos educandos sobre o tema.
Duração: 3 meses
Destinado aos alunos de Educação Infantil.
Justificativa: A fome será, provavelmente, o maior problema político e moral que as crianças deverão enfrentar como lideres de seus pais no futuro.No Brasil, a fome é uma questão para ser discutida na escola. E a discussão começa pela situação de vida dos alunos e seus direitos e deveres como cidadãos.
As crianças precisão conhecer a realidade da fome no Brasil e no mundo. Esse papel cabe aos educadores, que devem preparar seus alunos para a construção de uma sociedade mais igualitária, em que as pessoas tenham não apenas o direito, mas as condições necessárias para usufruir de uma alimentação equilibrada qualitativa e quantitativamente.
Objetivos:
• Incentivar aos bons hábitos alimentares;
• Identificar as preferências alimentar dos alunos;
• Conscientizar os alunos sobre a importância e os motivos pelos quais nos alimentamos;
• Reconhecer os alimentos que faz bem à nossa saúde;
• Identificar cores, textura e os diferentes sabores dos alimentos.
Procedimentos:
1ª aula: Assunto - Frutas
Salada de frutas para degustação
Pintura à dedo
Contagem de frutas, cores, tamanho
2ª aula: Assunto - Verduras
Confecção de carimbos com batata
Explorar com s verduras cores e texturas
3ª aula: Assunto - Legumes
Fazer com os alunos uma sopa utilizando cenoura, chuchu, beterraba, batata
Colagem com papel camurça.
4ª aula: Assunto: Rótulos
Trabalhar com os alunos rótulos de embalagens de alimentos
Utilizar as embalagens trazidas pelos alunos e montar um mural com informações de cada alimento.
Duração: 3 meses
Destinado aos alunos de Educação Infantil.
Justificativa: A fome será, provavelmente, o maior problema político e moral que as crianças deverão enfrentar como lideres de seus pais no futuro.No Brasil, a fome é uma questão para ser discutida na escola. E a discussão começa pela situação de vida dos alunos e seus direitos e deveres como cidadãos.
As crianças precisão conhecer a realidade da fome no Brasil e no mundo. Esse papel cabe aos educadores, que devem preparar seus alunos para a construção de uma sociedade mais igualitária, em que as pessoas tenham não apenas o direito, mas as condições necessárias para usufruir de uma alimentação equilibrada qualitativa e quantitativamente.
Objetivos:
• Incentivar aos bons hábitos alimentares;
• Identificar as preferências alimentar dos alunos;
• Conscientizar os alunos sobre a importância e os motivos pelos quais nos alimentamos;
• Reconhecer os alimentos que faz bem à nossa saúde;
• Identificar cores, textura e os diferentes sabores dos alimentos.
Procedimentos:
1ª aula: Assunto - Frutas
Salada de frutas para degustação
Pintura à dedo
Contagem de frutas, cores, tamanho
2ª aula: Assunto - Verduras
Confecção de carimbos com batata
Explorar com s verduras cores e texturas
3ª aula: Assunto - Legumes
Fazer com os alunos uma sopa utilizando cenoura, chuchu, beterraba, batata
Colagem com papel camurça.
4ª aula: Assunto: Rótulos
Trabalhar com os alunos rótulos de embalagens de alimentos
Utilizar as embalagens trazidas pelos alunos e montar um mural com informações de cada alimento.
5ª aula: Assunto: Hortaliças/ Higiene com os alimentos
Montar uma horta na escola
Junto com os alunos lavar os alimento e mostrar os cuidados que devemos ter com os alimento Lavar antes de comê-los, comer alimentos naturais e saudáveis.
Fazer a degustação de tomate, alface, cenoura
Atividades de desenho.
6ª aula: Assuntos - Vitaminas
Explorar com os alunos as frutas que serão utilizadas na vitamina - banana e maçã.
Trabalhar a importância do leite no desenvolvimento da criança.
7ª aula: Alimentos não - saudáveis
Mostrar que alguns alimentos devem ser consumidos com moderação
Confeccionar um mural com esses alimentos e registrar os comentários no blocão
Exemplos de alimentos que devem ser consumidos com moderação: pirulito, chiclete, balas, doces, refrigerantes, entre outros.
8ª aula: Assunto - Derivados do Leite
Trazer para sala queijos, leite e iogurte e explorar a importância desses alimentos
Utilizar embalagens de leite e confeccionar brinquedos com os alunos.
9ª aula: Assuntos - Cereais e Massas
Explicar que alguns alimentos são importantes em nossa dieta, mas que devem ser consumidos uma vez ao dia.
10ª aula: Assunto - Higiene Pessoal
Explicar para os alunos que a higiene pessoal é necessária para se ter uma boa saúde
Trabalhar com os alunos os cuidados que devemos Ter: beber água filtrada, cortar as unhas, lavar sempre as mãos antes das refeições, escovar os dentes após as refeições, praticar esporte.
11ª aula: Assunto - Alimentação Saudável
Apresentação de teatro de fantoches
Mostrar tudo que foi trabalhado pelas professoras durante as aulas
12ª aula: Assunto - Lanche Gostoso
Os alunos trarão um lanche nutritivo e saboroso para fazer um grande piquenique coletivo
Montar uma horta na escola
Junto com os alunos lavar os alimento e mostrar os cuidados que devemos ter com os alimento Lavar antes de comê-los, comer alimentos naturais e saudáveis.
Fazer a degustação de tomate, alface, cenoura
Atividades de desenho.
6ª aula: Assuntos - Vitaminas
Explorar com os alunos as frutas que serão utilizadas na vitamina - banana e maçã.
Trabalhar a importância do leite no desenvolvimento da criança.
7ª aula: Alimentos não - saudáveis
Mostrar que alguns alimentos devem ser consumidos com moderação
Confeccionar um mural com esses alimentos e registrar os comentários no blocão
Exemplos de alimentos que devem ser consumidos com moderação: pirulito, chiclete, balas, doces, refrigerantes, entre outros.
8ª aula: Assunto - Derivados do Leite
Trazer para sala queijos, leite e iogurte e explorar a importância desses alimentos
Utilizar embalagens de leite e confeccionar brinquedos com os alunos.
9ª aula: Assuntos - Cereais e Massas
Explicar que alguns alimentos são importantes em nossa dieta, mas que devem ser consumidos uma vez ao dia.
10ª aula: Assunto - Higiene Pessoal
Explicar para os alunos que a higiene pessoal é necessária para se ter uma boa saúde
Trabalhar com os alunos os cuidados que devemos Ter: beber água filtrada, cortar as unhas, lavar sempre as mãos antes das refeições, escovar os dentes após as refeições, praticar esporte.
11ª aula: Assunto - Alimentação Saudável
Apresentação de teatro de fantoches
Mostrar tudo que foi trabalhado pelas professoras durante as aulas
12ª aula: Assunto - Lanche Gostoso
Os alunos trarão um lanche nutritivo e saboroso para fazer um grande piquenique coletivo
Experiências Interessantes:
Dando continuidade ao projeto "Brincando com os alimentos" foram realizadas várias atividades: Apresentação teatral, "Sopa de Pedra", enfocando a importância dos alimentos para manter uma vida saudável, na qual os alunos participaram com entusiasmo.
Degustação das frutas, explorando cor, tamanho, espessura e o sentido (paladar). Cada turma desenvolveu as atividades de acordo com nível escolar.
Apresentamos aos alunos diferentes tipos de legumes e verduras. Os quais puderam observar na palestra quais suas funções, vitaminas e nutrientes. Depois, para complementar a atividade, os alunos tiveram a oportunidade de degustar uma gostosa sopa de legumes e verduras.
Dando continuidade ao projeto "Brincando com os alimentos" foram realizadas várias atividades: Apresentação teatral, "Sopa de Pedra", enfocando a importância dos alimentos para manter uma vida saudável, na qual os alunos participaram com entusiasmo.
Degustação das frutas, explorando cor, tamanho, espessura e o sentido (paladar). Cada turma desenvolveu as atividades de acordo com nível escolar.
Apresentamos aos alunos diferentes tipos de legumes e verduras. Os quais puderam observar na palestra quais suas funções, vitaminas e nutrientes. Depois, para complementar a atividade, os alunos tiveram a oportunidade de degustar uma gostosa sopa de legumes e verduras.
PROJETO O USO DO COMPUTADOR E DA INTERNET NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: ESTUDO DE CASO COM PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ENGENHO VELHO-RS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO EDUCACIONAL
O USO DO COMPUTADOR E DA INTERNET NO
PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: ESTUDO DE CASO COM PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL
DE ENSINO DE ENGENHO VELHO-RS
LEONARA PIRAN FRIGERI
CONSTANTINA, 20 DE DEZEMBRO DE 2008.
1 INTRODUÇÃO
Nos últimos tempos, os avanços provocados pela informática afetam toda a
sociedade. Dessa forma, não podemos mais pensar em um mundo sem tecnologia.
Tarefas, que antes eram realizadas manualmente, foram informatizadas, com a
finalidade de torná-las mais ágeis, seguras e dinâmicas. Tais mudanças também
se refletiram na Educação. Com o crescente desenvolvimento das tecnologias de
informação e de comunicação, esses avanços nos levam a um repensar sobre as
metodologias utilizadas no processo ensino-aprendizagem, desafiando-nos a
buscar condições mais adequadas para um ambiente de aprendizagem que seja
interativa e dinâmica.
Com o avanço rápido das tecnologias surgiu também o analfabeto digital. O
analfabeto, antigamente era o iletrado, não conhecedor do alfabeto. Caso a
pessoa lê-se uma linha ou escrevesse seu próprio nome já não era conhecido como
tal. Porém, esse conceito foi revisto pela Organização das Nações Unidas, e o
analfabeto de hoje é aquele indivíduo que mesmo sabendo ler não consegue
interpretar, ou seja, não entende o que leu. Isso muda completamente o cenário
de muitos países, sobretudo o Brasil cujo ensino não prevalece a leitura, a
abstração e o pensamento.
Se esse problema de base educacional não é resolvido então mais difícil
se torna a questão da inclusão digital. O analfabeto “convencional” é
automaticamente analfabeto digital. Não se trata da questão financeira na aquisição
de equipamentos como computadores, ou software e sim o conhecimento para seu
manuseio. De forma mais ampliada podemos dizer até que a interpretação da
comunicação visual e lingüística será seriamente comprometida. Um exemplo são
as mensagens publicitárias que usam linguagens apropriadas da Internet. A
pessoa que não conhece esse meio de comunicação também não será capaz de
entender a mensagem.
Toda tecnologia surge acompanhada de uma gradual necessidade de
conhecimento. A fome destes excluídos será o impedimento do crescimento do
nosso país do amanhã. Como em tecnologia o amanhã foi ontem, então teremos
desde já um grande problema pela frente.
Por isso é importante que a escola propicie situações de contato e uso
das tecnologias educacionais para que o aluno se torne um cidadão capaz de
conviver no mundo digital, além de rever seus métodos e procurar manter-se
atualizado, pois a realidade virtual atinge a todos sem exceção.
1.1
Justificativa
“Enfrentar
essa nova realidade significa ter como perspectiva cidadãos abertos e
conscientes, que saibam tomar decisões e trabalhar em equipe. Cidadãos que
tenham capacidade de aprender a aprender e de utilizar a tecnologia para a
busca, a seleção, a análise e a articulação entre informações e, dessa forma,
construir e reconstruir continuamente os conhecimentos, utilizando-se de todos
os meios disponíveis, em especial dos recursos do computador. Pessoas que atuem
em sua realidade tendo em vista a construção de uma sociedade mais humana e
menos desigual” (ALMEIDA, 1998, p. 50).
Baseado nesta ótica, a
presente proposta tem como objetivo gestar o uso pedagógico do computador e da
Internet como uma ferramenta dinâmica e interativa junto aos alunos e
professores da Rede Municipal de Ensino de Engenho Velho. Tomando-se por base,
a situação existente hoje na Rede Municipal de Ensino mencionada, onde o
computador ainda não é utilizado por alunos e professores no processo de
ensino-aprendizagem, oportunizando assim, novas ferramentas de ensino e
experiências interessantes para alunos e professores diante do computador.
Paulo Freire (1996) salienta que não podemos absolutizar a tecnologia,
tampouco diabolizá-la. Se entendermos que o problema não é a tecnologia, mas a
forma como a utilizamos, então poderemos tomar a informática na educação como
um desafio: de apoio em novas tecnologias, desenvolver o espírito
investigativo, buscando, com isto, a construção do conhecimento.
Porém, devido às constantes mudanças, há necessidade de repensar e
reconstruir a escola sobre bases novas, pensar de maneira que se possa
aproveitar e desenvolver socialmente as novas tecnologias. Com isto, as
instituições educacionais devem rever o modelo ensino-aprendizagem, a fim de
atender as necessidades dos estudantes. O computador e a Internet são fato e devem
ser trabalhados não como novidade e fonte inesgotável de informação, mas como
ferramenta que pode potencializar a aprendizagem mais qualitativa dos alunos.
1.2 Temática
do Estudo
O problema a ser investigado passa pela identificação de quais professores
estão interessados em utilizar o computador e a rede Internet como instrumento
de seu projeto pedagógico, pela análise desses meios e pelos benefícios
obtidos.
Este problema suscita as seguintes indagações:
·
Qual o seu conhecimento sobre computador e
Internet?
·
Você acha importante usar esses recursos com os
alunos? Por quê?
·
O uso do computador e da Internet podem auxiliar
no processo de ensino-aprendizagem? Por quê?
·
O emprego dos recursos oferecidos pelo
computador e pela Internet abrange os níveis mais elevados do aprendizado ou
apenas serve para aprimorar a memorização e a reprodução de conceitos e idéias?
·
Os softwares dos computadores e sites
selecionados na Internet empregam recursos de multimídia interativa, de modo a
estimular os diversos aspectos da inteligência e a forma individual de
aprendizagem do aluno, ou trabalham com uma forma única e padronizada?
·
O uso do computador, ligado em rede mundial,
colabora para o engrandecimento pessoal e moral do indivíduo, bem como do grupo
em que está inserido?
·
A Internet apóia o ensino direcionado a busca
individual de respostas pelos alunos, de modo que eles possam gerar seus
próprios conceitos por intermédio da sua interação. O aluno consegue relacionar essas informações
com as suas necessidades, o seu ambiente social e histórico?
1.3
Objetivos
Objetivo Geral: gestar, aplicar e investigar as modalidades de uso
pedagógico do computador e da Internet, com os professores da Rede Municipal de
Ensino de Engenho Velho, como instrumento tecnológico de suporte ao
aprimoramento qualitativo do processo ensino-aprendizagem.
Objetivos Específicos:
·
Identificar os professores interessados em
inserir o computador e a Internet como auxílio pedagógico;
·
Identificar o grau de conhecimento sobre
computador e Internet, pelos professores investigados, que participam do
presente estudo;
·
Identificar as propostas pedagógicas e inserir o
uso do computador e da Internet nos programas das disciplinas dos professores;
·
Situar os benefícios obtidos e os esperados no
processo ensino-aprendizagem que envolvam a utilização do computador e da
Internet;
·
Propor, às instituições educacionais,
alternativas de redimensionamento da prática pedagógica, visando à maior
qualificação teórico-práticas dos professores.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
O computador e a Internet são uma janela para o mundo. Nas estratégias de
comunicação, possibilita a produção de jornais, a formação de redes, a criação
de bancos de dados, arquivo de imagens, consultas e pesquisas em todos os
campos, com extrema agilidade.
Sales (2000) afirma que
estudos apontam que o computador é um instrumento poderoso de transmissão de
conhecimento e aprendizado. Seu uso pedagógico tem sido cada vez mais
incentivado com o advento da Internet. A internet encurta distâncias entre
pessoas e culturas, abre portas de espaços e instituições até então acessadas
somente pelas elites, tornando o planeta algo bem próximo.
2.1
Informática e Educação
O grande desafio é a utilização da Informática na Educação. Muitos buscam
pela informatização do ensino. Algumas escolas já estão bem avançadas neste
sentido, outras ainda estão ponderando por uma utilização ou não da Informática
na Educação.
“A integração do computador ao processo educacional
depende da atuação do professor, que nada fará se atuar isoladamente. São
necessários o envolvimento e o apoio de toda a comunidade para que se
estabeleça uma perspectiva comum de trabalho em torno dos objetivos
explicitados no projeto pedagógico da escola, o qual deve ser elaborado coletivamente
e continuamente revisto, atualizado e alterado segundo os interesses
emergentes” (ALMEIDA, 1998, p. 51).
Talvez o que muitos educadores ainda não tenham percebido é que,
independente da vontade daqueles que fazem a educação, cada dia mais a informática
vem conquistando espaços no contexto das relações sociais. Não é mais uma
questão se a escola vai ensinar ou não a informática aos alunos. As crianças
irão aprender mesmo que nunca acionem um computador na escola. Ou seja, as
crianças aprendem muito mais rápido do que os adultos sobre os melhores e mais
modernos recursos tecnológicos. Além do mais, não há porque fugir dos recursos
informatizados, pois quem não os acompanhar ficará perdido na história.
Outro aspecto fundamental da informática é que ela é feita pelo homem e
para o homem. Diariamente as pessoas se deparam com computadores, quer seja na
farmácia, no caixa de banco, na máquina de coca-cola e até no relógio de pulso;
ele está aí, em qualquer lugar que vá. É hora, então, dos educadores começarem
a se inteirar com a máquina. Romper barreiras e buscar na informática todos os
recursos que ela é capaz de oferecer, objetivando facilitar o trabalho docente
e o aprendizado discente. Nesta perspectiva é preciso conhecer para utilizar e
produzir saber, um saber com certeza mais eficiente, de melhor qualidade
empírica, abstrata e maior harmonia estética.
“Esse novo papel exige maior empenho do
professor. Algo que não é adquirido em treinamentos técnicos ou em cursos em
que os conceitos educacionais e o domínio do computador são trabalhados
separadamente, esperando-se que os participantes façam a integração entre
ambos. É preciso um processo de formação continuada do professor, que se
realiza na articulação entre a exploração da tecnologia computacional, a ação
pedagógica com o uso do computador e as teorias educacionais. O professor deve
ter a oportunidade de discutir e como se aprende e o como se ensina. Deve
também ter a chance de poder compreender a própria prática e de transformá-la”
(ALMEIDA, 1998, p. 52).
Portanto, um bom trabalho pedagógico não poderá ser caracterizado pela
utilização ou não da informática. Utilizá-la visa apenas facilitar o processo e
se faz muito importante, uma vez considerada a realidade sócio-cultural na qual
estamos inseridos. O que dará qualidade a uma escola é sua filosofia de ensino,
atrelado a bons objetos pedagógicos e, dentre eles, o projeto de informatização
da escola.
2.2 O
contexto histórico da Internet
A Internet surgiu nos anos 60, como uma rede militar americana, no auge
da guerra fria. Foi a necessidade de se compartilhar informações sigilosas de
forma segura, em computadores espalhados pelo país, que fez com que fosse
criada pelos laboratórios militares americanos, uma rede de comunicação
interligando esses computadores. Restrita, no início, ao ambiente universitário
e de pesquisa, a Internet teve seu uso comercial liberado nos EUA em 1987, mas
alcançou a popularidade apenas em 1992.
No Brasil, a conexão de
computadores por uma rede somente era possível para fins estatais. Em 1991, a
comunidade acadêmica brasileira conseguiu, através do Ministério da Ciência e
Tecnologia, acesso a redes de pesquisa internacionais. Em maio de 1995, a rede
foi aberta para fins comerciais, ficando a cargo da iniciativa privada a exploração
dos serviços.
O fenômeno Internet difere dos outros meios de comunicação conhecidos até
agora, haja vista que a postura do receptor no rádio e na televisão é meramente
passiva, enquanto em relação à Internet o receptor participa selecionando e emitindo
informações.
2.3 Conceito:
O que é Internet?
Internet é o conjunto de diversas redes de computadores que se comunicam
através dos protocolos TCP/IP. A Internet, também conhecida como a maior
rede de computadores do mundo, permite trocar informações dos mais variados
assuntos, enviar mensagens, conversar com milhões de pessoas ou apenas ler as
informações de qualquer parte do planeta.
2.4 O uso do
computador e da Internet no processo Ensino-Aprendizagem
Os conteúdos virtuais permitem
que alunos e professores possam explorar fenômenos e conceitos, muitas vezes,
inviáveis ou inexistentes nas escolas por questões econômicas e de segurança.
As perspectivas que se abrem, nos mais diversos campos do saber implicam um
modelo educacional permanente aberto ao novo, ao dinâmico, ao interativo,
aberto a uma realidade que se transforma a cada momento.Com a velocidade das
tecnologias, a produção de novos conhecimentos e as crescentes aplicabilidades
com os recursos da informática, exigem novas metodologias de ensino e
impulsionam a modernização da educação.
Moran (1998, p. 81) diz que “Um dos eixos das mudanças na Educação passa
por sua transformação em um processo de comunicação autêntica, aberta entre
professores e alunos, primordialmente, mas também incluindo administradores e a
comunidade, principalmente os pais”.
Com a Internet a forma de ensinar e aprender está mudando tanto na escola
de Educação Básica até no Ensino Superior. Como afirma Pierre Levy “Aprender a
navegar é uma condição fundamental da autonomia; a aprendizagem é uma navegação
sem fim”. O professor tem que ser um orientador, acompanhar de perto a
navegação dos alunos.
“A Internet é uma tecnologia que facilita a motivação
dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que
oferece. Essa motivação aumenta se o professor a fez em um clima de confiança,
de abertura, de cordialidade com os alunos. Mais que a tecnologia o que
facilita o processo de ensino-aprendizagem é a capacidade de comunicação
autêntica do professor, de estabelecer relações de confiança com os seus
alunos, pelo equilíbrio, competência e simpatia com que atua.
O aluno desenvolve a aprendizagem cooperativa, a
pesquisa em grupo, a troca de resultados” (MORAN, 1998, p. 86).
A interação bem sucedida aumenta a aprendizagem. Desenvolve a
flexibilidade, porque a maior parte das seqüências são imprevisíveis, abertas.
Ajuda a adaptação a ritmos diferentes: a Internet permite a pesquisa
individual, em que cada aluno vai no seu próprio ritmo e a pesquisa em grupo,
em que se desenvolve a aprendizagem colaborativa. Na Internet também se
desenvolve formas novas de comunicação, principalmente escrita. Escreve-se de
forma mais aberta, hipertextual, conectada, multilingüística, aproximando texto
e imagem.
A possibilidade de divulgar páginas pessoais e grupais na Internet gera
uma grande motivação, visibilidade, responsabilidade para professores e alunos.
Todos buscam se esforçar para escrever bem, para comunicar melhor as suas
idéias, para serem bem aceitos.
Outro resultado comum a
maior parte dos projetos na internet confirma a riqueza de interações que
surgem, os contatos virtuais, as amizades, as trocas constantes com outros
colegas, tanto por parte de professores como dos alunos. Os contatos virtuais
se transformam, quando é possível em presenciais. A comunicação afetiva, a
criação de amigos em diferentes países se transforma em um grande resultado
individual e coletivo dos projetos. O conhecimento não se passa, o conhecimento
se cria, se constrói. Conhecer se dá ao filtrar, selecionar, comparar, avaliar,
sintetizar, contextualizar o que é mais relevante e significativo.
“Educar é estar mais atento as possibilidades do que
aos limites. Estimular o desejo de aprender, de ampliar as formas de perceber,
de sentir, de compreender, de comunicar-se. Apoiar o estado de prontidão para
aprender dentro e fora da escola, em todos os espaços do nosso cotidiano, em
todas as dimensões da vida. estar atentos a tudo, relacionando tudo, integrando
tudo. Conectar sempre o ensino com a pessoa do aluno, com a vida do aluno, com
a sua experiência” (MORAN, 1998, p. 88).
Educar é procurar chegar ao aluno
por todos os caminhos possíveis: pela experiência, pela imagem, pelo som, pela
representação (dramatizações, simulações), pela multimídia. É partir de onde o
aluno está ajudando-o a ir do concreto ao abstrato, do imediato para o
contexto, do vivencial para ao intelectual, integrando o sensorial, o emocional
e o racional. O emocional é um componente fundamental da compreensão e do
ensino. Ensinar e aprender depende do educador e do educando, é um processo
compartilhado. Parafraseando Paulo Freire, poderíamos dizer: “ninguém educa
ninguém, ninguém é educado por ninguém; os homens se educam juntos, em
comunhão. A Internet é um dos caminhos desse processo”.
“Ensinar depende do educador e do educando, é um
processo compartilhado. O educador coordena, sensibiliza, organiza o processo,
que vai sendo construído em conjunto comas habilidades e tecnologias possíveis
a cada grupo, de forma participativa. É um processo baseado na confiança, na
comunicação autêntica, na interação, na troca, no estímulo, com normas e
limites, mas sempre enfatizando o incentivo” (MORAN, 1998, p. 89).
O poder de interação
não está fundamentalmente nas tecnologias, mas nas mentes. Ensinar com as novas
mídias será uma revolução. Como afirma Moran (1998, p.89) “A Internet é um novo
meio de comunicação, ainda incipiente, mas que pode ajudar-nos a rever, a
ampliar e a modificar muitas das formas atuais de ensinar e de aprender”. Como
instrumento a disposição do professor e do aluno e, portanto da educação, os
recursos da informática, utilizados de maneira adequada, poderão se constituir
em valioso agente de mudanças para a melhoria da qualidade do processo de
ensino-aprendizagem. Para isso irá requerer professores bem formados, com
conhecimento sólido.
No terceiro milênio o
sistema educacional encontra muitos desafios para superar, seja por
conseqüência natural das demais transformações do mundo, seja por exigência
deste novo contexto ao qual a escola precisa se adequar. Surge um novo
paradigma em educação, ainda não consolidado totalmente, mas que já está se
esboçando nas idéias e na prática dos educadores, que sabem captar os sinais
dos tempos e cumprir seu papel de construtores dessa nova história.
|
No novo paradigma
|
|
O professor é orientador. Orienta o
processo da aprendizagem, estimula o aluno a querer saber mais, desperta a
sua curiosidade sobre as questões nas diversas disciplinas e encontra formas
de motivá-lo e de tornar o estudo uma tarefa cada vez mais interessante.
|
|
O aluno é o agente da aprendizagem,
tornando-se um estudioso autônomo, busca por si mesmo os conhecimentos, forma
seus próprios conceitos e opiniões, responsável pelo próprio crescimento.
|
|
Sala de aula é ambiente de
cooperação e construção em que ninguém fica isolado e todos desejam partilhar
o conhecimento.
|
|
Troca de experiências entre
aluno/aluno e professor/aluno:
orientador e orientando aprendem juntos.
|
|
O aluno aprende e estuda por
motivação. As coisas são degustadas, saboreadas internamente, e existe grande
prazer na busca dos novos conhecimentos. Aprender é crescer.
|
|
Conteúdos curriculares têm
estrutura flexível e aberta.
|
|
Tecnologia está dentro do contexto,
como meio, instrumento incorporado. A televisão, o computador e a conexão em
rede passam a ser excelentes meios pelos quais diferentes conhecimentos
chegam à sala de aula. O visual é atraente, e vem acompanhado de som. As
possibilidades abertas são infinitas.
|
|
Tecnologia: instrumento a serviço
do homem. O professor utiliza a tecnologia como recurso para estimular a
aprendizagem. A escola tenta formar uma sociedade em que o homem seja o
centro e utilize a tecnologia a serviço do bem de todos.
|
|
Os recursos tecnológicos são
manipulados pelo professor e pelos alunos; idealmente, cada um tem acesso ao
computador professor e alunos trocam idéias e conhecimentos.
|
|
A escola é um espaço aberto e
conectado com o mundo, com contato com a comunidade, partilham experiências
com colegas de outras escolas. A Internet expande os horizontes através dos
fóruns de debates, das trocas de conhecimentos, da visitação de culturas
diferentes, da construção de trabalhos conjuntos e da navegação sem
fronteiras.
|
Na educação atual e do futuro uma das práticas mais importantes é a do
conhecimento construído, buscado pelo grupo, partilhado. A criatividade passa a
ser ponto alto, num momento em que novos caminhos de aprendizagem podem ser
valorizados e já não se tenta obedecer a um único padrão de estudo. À medida
que o saber é construído, ocorre a partilha dos conteúdos e das experiências.
Isso legitima o conhecimento, pois o expõe a críticas, a divergências e, é
claro, enriquece a pesquisa de todos.
3 METODOLOGIA
3.1
Universo/Amostra
·
O trabalho será efetivado a partir de
instrumentos de coleta de dados, junto aos professores que atuam na Rede
Municipal de Ensino de Engenho Velho-RS.
·
O universo do trabalho abrange do 1º ao 5º ano
do Ensino Fundamental.
·
A amostra será composta por um grupo de
professores da Rede de Ensino escolhida. Uma pesquisa inicial, por meio de um
questionário, buscará identificar, preliminarmente, quais são os professores
interessados em utilizar o computador e a Internet no seu projeto pedagógico e
que seriam voluntários a participar do trabalho.
Para a seleção dos
professores a serem analisados, será dada prioridade aos que atenderem os
seguintes critérios:
Quanto ao projeto pedagógico:
·
É do seu interesse constar o uso do computador e
da Internet no seu trabalho pedagógico?
·
De que maneira o computador e a Internet poderão
ser utilizados para atingir os objetivos da (s) disciplina (s) ou de algum
assunto em particular?
·
Que instrumentos didáticos ou tecnológicos são
mais eficientes para atingir os objetivos propostos pelo professor?
·
O uso do computador e da Internet é um recurso
opcional ou é essencial para o bom cumprimento do programa?
·
De que forma o professor planeja utilizar o
computador e a Internet dentro do programa da sua série?
·
Quais são os tipos de softwares que pretende
utilizar com seus alunos: os interativos ou os estáticos?
·
Os programas e locais planejados na Internet
deverão empregar recursos multimídia ou trabalharem apenas com a leitura de
textos?
·
Os alunos terão a oportunidade de explorar,
individualmente, suas áreas de interesse e de construir seu próprio
conhecimento quando estiverem usando o computador e a Internet?
Quanto à questão humanista:
·
O emprego do computador e da Internet aprimora a
relação entre o professor e seus alunos?
·
O recurso tecnológico contribui para a maior colaboração
entre os alunos ou entre outros grupos afins?
·
O uso do computador, ligado em uma rede mundial,
colabora para a exploração e para o engrandecimento das potencialidades?
·
O emprego é meramente técnico ou há discussão
quanto aos aspectos éticos e morais da informação recebida?
3.2
Procedimento para coleta de dados
Os instrumentos utilizados no
trabalho serão o questionário de pesquisa e a análise documental (constitui no
estudo dos planejamentos que orientam as disciplinas, como programas das disciplinas,
plano de ensino, plano de aula, etc.), para avaliar como será feita a inserção
do computador e da Internet dentro da proposta pedagógica dos anos do Ensino
Fundamental.
Também será feito o acompanhamento,
observações e registros em fichas das aulas práticas do professor;
Serão feitas observações do
comportamento/postura do aluno nas aulas práticas;
Far-se-á encontros, nas
dependências da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton
Costa, em Engenho Velho-RS, com professores/coordenadores, buscando a troca de
informações, experiências pedagógicas e registros significativos de suas
práticas em laboratórios.
ALMEIDA, Maria Elizabeth.
PROINFO: Informática e formação de
professores. Secretaria de Educação a Distância, Brasília: Ministério de
Educação, Seed, 2000. 2v.
ARROYO, Miguel. Ofício de
Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2000.
BARRETO, Rosane. O que é
Internet. Disponível em: http://www.idbrasil.gov.br/menu_auxiliar/09-o_que_e_internet
Acesso em: 02/06/2007.
BRANDÃO, Edemilson Jorge Ramos;
de TEIXEIRA, Adriano Canabarro. Software Educacional. Passo Fundo: UPF,
2000.
____. Informática e Educação.
Uma difícil aliança. Passo Fundo: UPF, 1995.
CUNHA, Maria Izabel da. O bom
professor e sua prática. São Paulo: Papirus, 1989.
DEMO, Pedro. Conhecer e
Aprender. Porto alegre: Artes Médicas, 1997.
DELORS, Jaques. Educação: um
tesouro a descobrir. Brasília: Cortez, Unesco, 1998.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da
autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
INTER-PONTA Informática Ltda. Disponível
em: http://www.interponta.com.br/~tutorial/suporte/comosuriguainternet.htm
Acesso em: 02/06/2007.
MEC. Salto para o Futuro: TV e
Informática na Educação. Secretaria de Educação a Distância. Brasília:
Ministério da Educação e do Desporto, SEED, 1998.
MENDES, Carolina de Aguiar
Teixeira. Como surgiu a internet? Disponível em: http://www.partes.com.br/reflexao/catm/comosurgiu.asp
Acesso em: 02/06/2007.
MORAN, José Manuel. Novas
tecnologias e o reencantamento do mundo. Tecnologia Educacional. Rio de
Janeiro, vol 23, n.126, setembro-outubro 1995, p. 24-26.
________ A Internet nos ajuda,
mas ela sozinha não dá conta da complexidade do aprender. Disponível em:
http://www.educacional.com.br/entrevistas/entrevista0025.asp Acesso em:
27/05/07.
RAYS, Oswaldo Alonso. Leituras
para repensar a prática educativa. Porto Alegre: Sagra, 1990.
Rived. Disponível em:
http://rived.proinfo.mec.gov.br/site_objeto_lis.php Acesso em: 27/05/07.
SALLES, Cláudio. ProInfo
insere escolas públicas na "aldeia global", via internet. Disponível
em: http://www.educacional.com.br/entrevistas/entrevista0025.asp Acesso
em: 27/05/07.
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