6/11/2015

V SEMINÁRIO REGIONAL: REFLETINDO O OFÍCIO DE MESTRE

V SEMINÁRIO REGIONAL: REFLETINDO O OFÍCIO DE MESTRE


ENGENHO VELHO-2013


I - JUSTIFICATIVA

A formação continuada dos professores e o seu relacionamento com os alunos tem sido largamente discutida, estudada, pesquisada e exposta à luz de teorias das mais diversas. A principal relevância deste seminário é a possibilidade de analisar o que mudou, ou se mudou, no ensino-aprendizagem, dentro da sala de aula e o que precisa ser modificado, para acompanhar o crescente mundo tecnológico.
Buscar estratégias educativas baseada na aplicação de tecnologia à aprendizagem, sem limitação do lugar, tempo, ocupação de professores e dos alunos. Implica em novos papeis para os alunos e para os professores, novas atitudes e novos enfoques metodológicos.
De acordo com Aquino (1996, p.34), a relação professor-aluno é muito importante, a ponto de estabelecer posicionamentos pessoais em relação à metodologia, avaliação e aos conteúdos. Se a relação entre ambos for positiva, a probabilidade de um maior aprendizado aumenta. A força da relação professor-aluno é significativa e acaba produzindo resultados variados nos indivíduos.
Na abordagem Tradicional o ensino era centrado no professor. O aluno aprendia com programas e disciplinas externas, dos quais ele tinha de adquirir conhecimentos impostos mesmo contra sua vontade. Saviani (2001, p.41), por exemplo, sugeria que o papel do professor era garantir que o conhecimento fosse obtido, independente do interesse e vontade do aluno.
Muitas escolas ainda seguem essa abordagem, no entanto, a nossa LDB é bem clara quanto às mudanças. O conhecimento é considerado uma construção contínua. A formação continuada se dá através de um trabalho de reflexão crítica sobre as práticas tem a função de proporcionar ao professor a atualização com as mais recentes pesquisas sobre as didáticas das diversas áreas, além de reflexão sobre a sua prática. Isso pode se dar no trabalho pedagógico realizado na própria escola e por meio de programas oferecidos pelo Ministério da Educação (MEC) e pelas secretarias estaduais e municipais de Educação.
Na atualidade, é impossível falar em qualidade de ensino, sem falar da formação do professor, pois são questões que estão intimamente ligadas. Antigamente, terminada a graduação, os professores atuavam da mesma maneira até o resto da vida. Não existia reciclagem, a maneira de lecionar era uma só. Passavam-se os conteúdos, o conhecimento que eles tinham adquirido e pronto. Não havia questionamentos por parte dos educandos e nem mesmo uma relação de amizade entre eles. O professor era o poder. O a O aluno apenas obedecia. Hoje a realidade é diferente, a formação do professor é permanente, e é integrada no seu dia-a-dia nas escolas. Logo, o professor, segundo Snyders (1996, p.21), não deve abster-se de estudar, se atualizar, senão não irá conseguir passar o prazer de aprender para seus alunos.
Segundo Nóvoa (2002, p.23), “o aprender contínuo é essencial, se concentra em dois pilares: a própria pessoa, como agente, e a escola, como lugar de crescimento profissional permanente”. Portanto, deve haver sempre a formação continuada que se dá de maneira reflexiva e busca a melhor maneira para a aplicação do conhecimento e do saber.
Estudos têm apontado que existe a necessidade de que o professor seja capaz de refletir sobre sua prática e direcioná-la segundo a realidade em que atua, voltada aos interesses e às necessidades dos alunos, buscando novos caminhos para tornar o aprendizado um desafio estimulante para cada um. Freire (1996, p.43) afirma que: “pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem é que se pode melhorar a próxima prática”. Mas de acordo com Schön (1997, p.21), “existem situações conflitantes, desafiantes, que a aplicação de técnicas convencionais, simplesmente não resolve problemas”. Isso não significa que se devem abandonar todas as técnicas aprendidas nos cursos de graduação, no entanto, deve-se acrescentar a essa prática o que se aprende no cotidiano escolar, pois sempre existirão situações conflitantes e o professor deve estar apto para solucioná-las. Para Nóvoa (1997, p.27):

“as situações conflitantes que os professores são obrigados a enfrentar (e resolver) apresentam características únicas, exigindo, portanto características únicas: o profissional competente possui capacidades de autodesenvolvimento reflexivo (...) A lógica da racionalidade técnica o põe-se sempre ao desenvolvimento de uma práxis reflexiva”.

Segundo esse autor, para ser um bom profissional devem-se planejar estratégias, com criatividade, para resolver os problemas que vão surgindo na escola, no dia-a-dia. Para ele, esses professores devem combinar a ciência, a técnica e a arte. Nesse caso, devem-se criar mecanismos na escola, condições de trabalho em equipe, dirigidas ao desenvolvimento do interesse do aluno para o aprendizado.
Compreendendo o educador como responsável pelo ato de formar-se, a formação continuada é uma necessidade inerente a sua profissão e deve fazer parte de um processo de permanente desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional.
A Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Engenho Velho-RS organiza, para o ano de 2013, jornadas de formação de professores, funcionários, diretores e coordenadores das escolas municipais e Estaduais de Engenho Velho que atuam com Educação Infantil e o Ensino Fundamental.
O trabalho será organizado e desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura em Parcerias com as Secretariais Municipais de Educação de Novo Xingu, Constantina e Liberato Salzano, com apoio de profissionais especialistas, mestres e doutores em cada área, que atuarão atendendo o cronograma de proposto.


II. OBJETIVOS


O V Seminário regional: Refletindo o Ofício de Mestre, oportuniza a formação dos envolvidos na educação e no processo de ensino-aprendizagem junto ao aluno, em todo o contexto no qual ele está inserido, e estar em atualização continuada mediante as mudanças que ocorrem no mundo globalizado de hoje.


III. CRONOGRAMA


Dia 22/02/2013
8:00-Credenciamento
8:30-Abertura oficial com autoridades regionais
9:00-Apresentação Cultural
9:30 às 12:00-Palestra
Tema: Motivação para vencer – Palestrante: Giézi Schneider.
13:00-Apresentação Cultural
13:30 às 17:00-Palestra
Tema: Os sete saberes necessários para a educação do futuro – Palestrante: Rafael Rossetto.
15:15 às 15:40-Coofrebreak
Dia 25/03/2013
18:00-Apresentação Cultural
18:30 às 22:00-Palestra
Tema: Relações interpessoais e desenvolvimento de equipes – Palestrante: Flaviane Cristine Troglio  da Silva.
19:30 às 19:45-Cofebreak
Dia 30/04/2013
18:00-Apresentação Cultural
18:30 às 22:00-Palestra
Tema: Pedagogia de projetos no processo de ensino – Palestrante: Odila Faccio.
19:30 às 19:45-Cofebreak
Dia  27/05/2013
18:00-Apresentação Cultural
18:30 às 22:00-Palestra
Tema: Educação e suas tecnologias – Palestrante:  Anderson Cleyton Simão
19:30 às 19:45-Cofebreak
Dia 25/06/2013
18:00-Apresentação Cultural
18:30 às 22:00-Palestra
Tema:  Comunicação e Oratória -  Palestrante:  Celso  Cecchin.
19:30 às 19:45-Cofebreak
Dia 18/07/2013
8:00-Apresentação Cultural
8:30 às 12:00-Palestra
Tema: Professores  motivados aprendizagem plena – Palestrante: Sonia Terezinha Nicolodi.
9:30 às 9:45-Cofebreak
13:00-Apresentação Cultural
13:30 às 15:00-Palestra
Tema: Qualidade de vida na sala de aula – Palestrante:  Josiéle Canova Mattei.
15:00 às 15:15-Cofebreak
15:15 às 17:00-Palestra
Tema: O Papel do Educador Frente à Avaliação – palestrante: Adriane Tremea Chiossi.
Dia 19/07/2013
8:00-Apresentação Cultural
8:30 às 12:00-Palestra
Tema: Automotivação e entusiasmo para ensinar - as grandes tendências da era da informação e da experiência – Palestrante: Grazi Ortolan.
9:30 às 9:45-Cofebreak
13:00-Apresentação Cultural
13:30 às 17:00-Palestra
Tema: Desafios e ações para a garantia da qualidade na educação básica – Palestrante: Sonia Maria dos Santos Toni.
15:00 às 15:15-Cofebreak


IV. PÚBLICO ALVO


A formação continuada destina-se a todos os professores, diretores e coordenadores vinculados à educação do município de Engenho Velho, Novo Xingu, Constantina e Liberato Salzano.


V. ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO


A equipe da Secretaria Municipal de Educação e Cultura indicará e acompanhará os formadores que irão ministrar as jornadas estando presente em todo o processo de formação.


VI. CERTIFICAÇÃO


A Secretaria Municipal de Educação e Cultura garantirá certificados aos que participaram do curso de formação continuada, conferindo registro de horas, âmbito do curso, conteúdo programático e demais requisitos para validade inerentes à certificação pela formação.


VII. GESTORES DO PROJETO


O presente projeto será financiado com recursos obtidos das inscrições dos participantes e das Prefeituras Municipais dos Municípios parceiros, e seguirá um cronograma de pagamentos conforme as etapas forem executadas.

Data
Empresa
Despesas
R$
22/02/2013
O Centro de excelência em Gestão Pública
1ª parcela
1.500,00
22/02/2013
Giézi Scnheider
Parcela única
700,00
04/04/2013
O Centro de excelência em Gestão Pública
2ª parcela
1.500,00
23/07/2013
O Centro de excelência em Gestão Pública
3ª parcela
2.000,00
23/07/13
Supermercado Scarsi
Restaurante Buon Mangiare
Mercado Dal Santo
Padaria da Iza
Sandra Menegazzo
Lanches para cofebreak
834,31

6.534,31


VIII. AVALIAÇÃO


A avaliação ocorrerá de forma progressiva ao longo das etapas, não necessitando de conceitos ou notas, mas apoiada no estímulo ao aperfeiçoamento profissional dos participantes de cada etapa de formação. Pretende-se que, ao final do curso, os educadores construam uma auto-avaliação do que foi vivenciado durante as etapas do curso.


IX. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


AQUINO, Julio Gropa. A relação professor-aluno: do pedagógico ao institucional. São Paulo: Summus, 1996.
FREIRE, PAULO. Pedagogia da Autonomia. 20 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
NÓVOA, Antonio.  Refletindo sobre educação continuada. Revista Nova Escola. Agosto/2002.

SAVIANI, Dermeval. A nova lei da educação: trajetória, limites e perspectivas.
Campinas: Autores Associados, 2001.

SCHÖN, Donald A. Formar professores como profissionais reflexivos. In: NÓVOA, A. (Coord.) Os professores e a sua formação. 3 ed. Lisboa: Don Quixote, 1997, p. 77-91.

SNYDERS, George. Alunos felizes. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.



Projeto Viagem a Passo Fundo

Objetivo Geral:

O Projeto Viagem Pedagógica e Cultural tem como objetivo propiciar aos alunos conhecimento educacional através de visitas ao zoológico, museu da UPF e aeroporto, bem como motivá-los com passeio e confraternização que envolvam temas e processos históricos explorados nas disciplinas da série em que se encontram.

Objetivos Específicos:

·         Despertar a consciência crítica dos alunos, através de reflexão e atividades pedagógicas práticas, visando a integração dos educandos entre si, com os professores, funcionários e equipe diretiva.

·         Trabalhar os conteúdos de forma multidisciplinar e prática, a fim de adquirir maior qualidade educacional e pedagógica dos alunos.

·         Oportunizar aos alunos do 1º Ano do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino, a oportunidade de conhecer Passo Fundo, a fim de integrar conteúdos escolares e conhecimento prático.
·         Reconhecer a responsabilidade de todos no processo de preservação da natureza e manutenção de valores culturais;
·         Estímulo à observação, socialização das ideias e interação com todos os membros do grupo;
·         Desenvolver compreensão crítica da realidade através do passado, presente e futuro;
·         Desenvolver atividades de pesquisa de modo interdisciplinar e participativa;
·         Contribuir para o desenvolvimento integral do ser humano: Aprendizagem, conhecimento e diversão.
Justificativa:

As viagens pedagógicas são tendências na educação. Muito além do que se aprende em uma aula, vivenciar aventuras e dividir espaços e vontades com os amigos é uma excelente forma de se desenvolver. O aluno pode assim, associar o que aprendeu a situações e cenários reais de forma espontânea e divertida.
As excursões pedagógicas ajudam na formação de pessoas mais cultas, felizes e conscientes para enfrentar o amanhã. A visita pedagógica monitorada tem como objetivo contribuir no processo de ensino-aprendizagem, através de atividades práticas que estimulem a observação e levem o educando a interagir com o ambiente visitado. De maneira geral contribuem para a socialização dos educandos e facilitam a aprendizagem.
Porém, para que esse potencial seja aproveitado, é preciso que estejam inseridas no processo educacional e não sejam consideradas apenas como um passeio para lazer. Para tanto, propomos uma série de locais e eventos que proporcionarão a nossos alunos vivenciar realidades e situações diversificadas.
A escola é um local imprescindível de se promover à consciência e estimular a mudança de comportamento a partir da conjugação das questões atuais com as questões socioculturais. As disciplinas são os recursos didáticos através dos quais os conhecimentos científicos de que a sociedade já dispõe são colocados ao alcance dos alunos. As aulas são os espaços ideais de trabalho com os conhecimentos dos alunos e onde se desencadeiam experiências e vivências formadoras de consciências mais vigorosas porque alimentadas no saber.
Sendo assim, devido à constatação da situação de carência em que se encontram os nossos educandos da Rede Municipal de Ensino do nosso município, sentimos a necessidade de desenvolver o referido projeto de viagem, de cunho pedagógico e cultural à Passo Fundo.
No decorrer da viagem os alunos farão a visita ao Zoológico da UPF, Museu da UPF e aeroporto de Passo Fundo, atingindo assim os objetivos do Projeto Político Pedagógico das Escolas Municipais do nosso município no que se refere a  promoção de viagens e excursões para propiciar a oportunidade de ampliar o conhecimento cientifico dos educandos de maneira prática, participativa e cidadã.
Para desenvolver todas as atividades acima descritas, permaneceremos na cidade de Porto Alegre o dia todo, e sendo assim, necessitaremos levar alimentos, bebidas e dinheiro para pagar as despesas com ingressos e para suprir as necessidades dos alunos que são extremamente carentes.


PROJETO Celebrando a magia do Natal


"A mensagem de Natal mais sublime sai em silêncio do nosso
coração todos os dias para aquecer de ternura aqueles que nos
acompanham em nossa caminhada pela vida."
1.    TITULO DO PROJETO
            Celebrando a magia do Natal
2. ESCOLAS DE APLICAÇÃO DO PROJETO

Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa.
Escola Municipal de Ensino Fundamental Osvaldo Aranha.

3. ÁREAS DO CONHECIMENTO ENVOLVIDAS

Língua Portuguesa
Matemática
Mundo Físico e Natural
História e Geografia
Ensino Religioso
Artes
Educação Física
Música
Dança
Informática
Língua Inglesa
Língua Kaingang

4. OBJETIVO GERAL:


                Este projeto tem por objetivo trabalhar o tema “Natal” e os seus símbolos, despertando nas crianças o respeito às diversas religiões por meio da afetividade e sociabilização, utilizando recursos criativos e dinâmicos, bem como resgatar o verdadeiro espírito da data vivenciando situações
que reflitam sobre os sentimentos de solidariedade e cooperatividade
em relação àqueles que passam por necessidades básicas de
sobrevivência e, sobretudo compreender a importância do Nascimento de Jesus para a humanidade. 

5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Criar estratégias de ensino que levem os alunos a:
- compreender o significado do Natal;
- conhecer os símbolos natalinos;
- refletir e valorizar os diversos tipos de religião;
- desenvolver o raciocínio lógico;
- desenvolver a expressão corporal;
- desenvolver a sociabilização;
- ampliar a linguagem oral;

6. JUSTIFICATIVA:


            Este projeto surgiu ao pensarmos no tema Natal, que é atrativo para as crianças. Nossa intenção é conduzir uma série de atividades que facilitam a aquisição de conhecimentos das tradições natalinas, buscando integrar áreas do conhecimento sob as perspectivas histórica e social, mantendo as chamas da alegria, da esperança e da confraternização. Nele, procura-se resgatar os saberes e abordar sobre o tema Natal de forma criativa, participativa, dinâmica e lúdica, buscando compartilhar experiências.      O educador deve levar em consideração o respeito à diversidade e trabalhar o Natal sem apologias ou desrespeito a qualquer religião, em especial com as crianças pequenas, que se apegam e se interessam pelos objetos (símbolos) do Natal pelo concreto e não pelos conceitos ou por significados impostos.

7. POPULAÇÃO ALVO.

Alunos da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa e Escola Municipal de Ensino Fundamental Osvaldo Aranha.

8. METODOLOGIA

·         Conversa informal sobre a história do Natal e seus símbolos;
·         Ouvir histórias, poesias e textos informativos relacionados ao tema;
·         Realizar atividades que proporcionem a confraternização;
·         Observar as diversas tradições de comemorar o natal pelo mundo, inclusive dos países não Cristãos.
·         Analisar as comemorações das famílias dos alunos e discutir sobre as diferenças;
·          Ouvir músicas natalinas; assistir a vídeos que tratem do tema;
·         Brincar de amigo oculto;
·         Construir presentes artesanais que serão trocados nos amigos-secretos.
·         Confeccionar enfeites de Natal e enfeitar a sala com motivos natalinos;
·         Construção de uma árvore de Natal com garrafas pet;
·         Confecção de uma guirlanda para a porta da sala;
·         Realizar atividades diversificadas que envolvam todas as áreas do conhecimento;
·         Hora do conto: Estrelinha mágica-turma da Mônica, Carinhos Quentes, Caixinha de Fósforos.
·         Pinturas, recortes, colagem.

9. RECURSOS UTILIZADOS

            Sulfite, lápis de cor, giz de cera, cartolina, EVA, CDs, aparelho de som, aparelho de DVD, aparelho de televisão, máquina digital, massinha de modelar, TNT, cola quente, crepom, tesoura, revistas, livros de contos, fantoches, dedoches...


10. CULMINÂNCIA

                Apresentação do Coral Municipal e do Grupo de danças e Expressão “No Ritmo”.
                Visita da Família Noel na escola.
                Assistir show de Patinação especial de Natal com o Clube de Patinação “Danúbio Azul”.
           

11. AVALIAÇÃO
            A avaliação será contínua através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades; através da participação e do desenvolvimento da aprendizagem dos alunos frente às atividades propostas durante a realização deste projeto.
  


UMA ÁRVORE A BALANÇAR
UMA BORBOLETA A VOAR
UMA FLOR PARA EMBELEZAR
UM PATO A NADAR
É A PRIMAVERA QUE CHEGOU PARA TODOS ALEGRAR.

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