6/21/2015
6/11/2015
V SEMINÁRIO REGIONAL: REFLETINDO O OFÍCIO DE MESTRE
V SEMINÁRIO REGIONAL: REFLETINDO O OFÍCIO DE
MESTRE
ENGENHO VELHO-2013
I - JUSTIFICATIVA
A formação
continuada dos professores e o seu relacionamento com os alunos tem sido
largamente discutida, estudada, pesquisada e exposta à luz de teorias das mais
diversas. A principal relevância deste seminário é a possibilidade de analisar
o que mudou, ou se mudou, no ensino-aprendizagem, dentro da sala de aula e o
que precisa ser modificado, para acompanhar o crescente mundo tecnológico.
Buscar
estratégias educativas baseada na aplicação de tecnologia à aprendizagem, sem
limitação do lugar, tempo, ocupação de professores e dos alunos. Implica em
novos papeis para os alunos e para os professores, novas atitudes e novos
enfoques metodológicos.
De acordo com
Aquino (1996, p.34), a relação professor-aluno é muito importante, a ponto de
estabelecer posicionamentos pessoais em relação à metodologia, avaliação e aos
conteúdos. Se a relação entre ambos for positiva, a probabilidade de um maior
aprendizado aumenta. A força da relação professor-aluno é significativa e acaba
produzindo resultados variados nos indivíduos.
Na abordagem
Tradicional o ensino era centrado no professor. O aluno aprendia com programas
e disciplinas externas, dos quais ele tinha de adquirir conhecimentos impostos
mesmo contra sua vontade. Saviani (2001, p.41), por exemplo, sugeria que o
papel do professor era garantir que o conhecimento fosse obtido, independente
do interesse e vontade do aluno.
Muitas
escolas ainda seguem essa abordagem, no entanto, a nossa LDB é bem clara quanto
às mudanças. O conhecimento é considerado uma construção contínua. A formação
continuada se dá através de um trabalho de reflexão crítica sobre as práticas
tem a função de proporcionar ao professor a atualização com as mais recentes
pesquisas sobre as didáticas das diversas áreas, além de reflexão sobre a sua
prática. Isso pode se dar no trabalho pedagógico realizado na própria escola e
por meio de programas oferecidos pelo Ministério da Educação (MEC) e pelas
secretarias estaduais e municipais de Educação.
Na
atualidade, é impossível falar em qualidade de ensino, sem falar da formação do
professor, pois são questões que estão intimamente ligadas. Antigamente,
terminada a graduação, os professores atuavam da mesma maneira até o resto da
vida. Não existia reciclagem, a maneira de lecionar era uma só. Passavam-se os
conteúdos, o conhecimento que eles tinham adquirido e pronto. Não havia questionamentos
por parte dos educandos e nem mesmo uma relação de amizade entre eles. O
professor era o poder. O a O aluno apenas obedecia. Hoje a realidade é diferente, a formação do professor é permanente, e é integrada no
seu dia-a-dia nas escolas. Logo, o professor, segundo Snyders (1996, p.21), não
deve abster-se de estudar, se atualizar, senão não irá conseguir passar o
prazer de aprender para seus alunos.
Segundo Nóvoa
(2002, p.23), “o aprender contínuo é essencial, se concentra em dois pilares: a
própria pessoa, como agente, e a escola, como lugar de crescimento profissional
permanente”. Portanto, deve haver sempre a formação continuada que se dá de
maneira reflexiva e busca a melhor maneira para a aplicação do conhecimento e
do saber.
Estudos têm
apontado que existe a necessidade de que o professor seja capaz de refletir
sobre sua prática e direcioná-la segundo a realidade em que atua, voltada aos
interesses e às necessidades dos alunos, buscando novos caminhos para tornar o
aprendizado um desafio estimulante para cada um. Freire (1996, p.43) afirma
que: “pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem é que se pode
melhorar a próxima prática”. Mas de acordo com Schön (1997, p.21), “existem
situações conflitantes, desafiantes, que a aplicação de técnicas convencionais,
simplesmente não resolve problemas”. Isso não significa que se devem abandonar
todas as técnicas aprendidas nos cursos de graduação, no entanto, deve-se
acrescentar a essa prática o que se aprende no cotidiano escolar, pois sempre
existirão situações conflitantes e o professor deve estar apto para
solucioná-las. Para Nóvoa (1997, p.27):
“as situações conflitantes que os professores são obrigados a
enfrentar (e resolver) apresentam características únicas, exigindo, portanto
características únicas: o profissional competente possui capacidades de
autodesenvolvimento reflexivo (...) A lógica da racionalidade técnica o põe-se
sempre ao desenvolvimento de uma práxis reflexiva”.
Segundo esse
autor, para ser um bom profissional devem-se planejar estratégias, com
criatividade, para resolver os problemas que vão surgindo na escola, no
dia-a-dia. Para ele, esses professores devem combinar a ciência, a técnica e a
arte. Nesse caso, devem-se criar mecanismos na escola, condições de trabalho em
equipe, dirigidas ao desenvolvimento do interesse do aluno para o aprendizado.
Compreendendo
o educador como responsável pelo ato de formar-se, a formação continuada é uma
necessidade inerente a sua profissão e deve fazer parte de um processo de
permanente desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional.
A Secretaria
Municipal de Educação e Cultura de Engenho Velho-RS organiza, para o ano de
2013, jornadas de formação de professores, funcionários, diretores e
coordenadores das escolas municipais e Estaduais de Engenho Velho que atuam com
Educação Infantil e o Ensino Fundamental.
O trabalho
será organizado e desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura
em Parcerias com as Secretariais Municipais de Educação de Novo Xingu, Constantina
e Liberato Salzano, com apoio de profissionais especialistas, mestres e
doutores em cada área, que atuarão atendendo o cronograma de proposto.
II.
OBJETIVOS
O V Seminário
regional: Refletindo o Ofício de Mestre, oportuniza a formação dos envolvidos
na educação e no processo de ensino-aprendizagem junto ao aluno, em todo o
contexto no qual ele está inserido, e estar em atualização continuada mediante
as mudanças que ocorrem no mundo globalizado de hoje.
III.
CRONOGRAMA
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Dia 22/02/2013
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|
8:00-Credenciamento
8:30-Abertura
oficial com autoridades regionais
9:00-Apresentação
Cultural
9:30 às
12:00-Palestra
Tema:
Motivação para vencer – Palestrante: Giézi Schneider.
|
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13:00-Apresentação
Cultural
13:30 às
17:00-Palestra
Tema: Os
sete saberes necessários para a educação do futuro – Palestrante: Rafael
Rossetto.
15:15 às
15:40-Coofrebreak
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Dia 25/03/2013
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18:00-Apresentação
Cultural
18:30 às
22:00-Palestra
Tema:
Relações interpessoais e desenvolvimento de equipes – Palestrante: Flaviane
Cristine Troglio da Silva.
19:30 às
19:45-Cofebreak
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Dia 30/04/2013
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18:00-Apresentação
Cultural
18:30 às
22:00-Palestra
Tema:
Pedagogia de projetos no processo de ensino – Palestrante: Odila Faccio.
19:30 às
19:45-Cofebreak
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Dia 27/05/2013
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18:00-Apresentação
Cultural
18:30 às
22:00-Palestra
Tema:
Educação e suas tecnologias – Palestrante: Anderson
Cleyton Simão
19:30 às
19:45-Cofebreak
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Dia 25/06/2013
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18:00-Apresentação
Cultural
18:30 às
22:00-Palestra
Tema:
Comunicação e Oratória - Palestrante: Celso Cecchin.
19:30 às
19:45-Cofebreak
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Dia 18/07/2013
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8:00-Apresentação
Cultural
8:30 às
12:00-Palestra
Tema:
Professores motivados aprendizagem plena – Palestrante: Sonia Terezinha Nicolodi.
9:30 às
9:45-Cofebreak
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13:00-Apresentação
Cultural
13:30 às
15:00-Palestra
Tema: Qualidade de vida na sala de aula – Palestrante: Josiéle Canova Mattei.
15:00 às
15:15-Cofebreak
15:15 às
17:00-Palestra
Tema: O Papel do Educador Frente à Avaliação – palestrante: Adriane
Tremea Chiossi.
|
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Dia 19/07/2013
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8:00-Apresentação
Cultural
8:30 às
12:00-Palestra
Tema:
Automotivação e entusiasmo para ensinar - as grandes tendências da era da
informação e da experiência – Palestrante: Grazi Ortolan.
9:30 às
9:45-Cofebreak
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|
13:00-Apresentação
Cultural
13:30 às
17:00-Palestra
Tema: Desafios e ações para a garantia da qualidade na educação
básica – Palestrante: Sonia Maria dos Santos Toni.
15:00 às
15:15-Cofebreak
|
IV.
PÚBLICO ALVO
A formação
continuada destina-se a todos os professores, diretores e coordenadores
vinculados à educação do município de Engenho Velho, Novo Xingu, Constantina e
Liberato Salzano.
V.
ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO
A equipe da
Secretaria Municipal de Educação e Cultura indicará e acompanhará os formadores
que irão ministrar as jornadas estando presente em todo o processo de formação.
VI.
CERTIFICAÇÃO
A Secretaria
Municipal de Educação e Cultura garantirá certificados aos que participaram do
curso de formação continuada, conferindo registro de horas, âmbito do curso,
conteúdo programático e demais requisitos para validade inerentes à certificação
pela formação.
VII.
GESTORES DO PROJETO
O presente
projeto será financiado com recursos obtidos das inscrições dos participantes e
das Prefeituras Municipais dos Municípios parceiros, e seguirá um cronograma de
pagamentos conforme as etapas forem executadas.
|
Data
|
Empresa
|
Despesas
|
R$
|
|
22/02/2013
|
O Centro de
excelência em Gestão Pública
|
1ª parcela
|
1.500,00
|
|
22/02/2013
|
Giézi
Scnheider
|
Parcela
única
|
700,00
|
|
04/04/2013
|
O Centro de excelência
em Gestão Pública
|
2ª parcela
|
1.500,00
|
|
23/07/2013
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O Centro de excelência
em Gestão Pública
|
3ª parcela
|
2.000,00
|
|
23/07/13
|
Supermercado Scarsi
Restaurante Buon
Mangiare
Mercado Dal Santo
Padaria da Iza
Sandra Menegazzo
|
Lanches para cofebreak
|
834,31
|
|
|
6.534,31
|
||
VIII.
AVALIAÇÃO
A avaliação
ocorrerá de forma progressiva ao longo das etapas, não necessitando de
conceitos ou notas, mas apoiada no estímulo ao aperfeiçoamento profissional dos
participantes de cada etapa de formação. Pretende-se que, ao final do curso, os
educadores construam uma auto-avaliação do que foi vivenciado durante as etapas
do curso.
IX.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AQUINO, Julio Gropa. A relação professor-aluno: do pedagógico ao institucional. São
Paulo: Summus, 1996.
FREIRE, PAULO. Pedagogia da
Autonomia. 20 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
NÓVOA, Antonio. Refletindo
sobre educação continuada. Revista Nova Escola. Agosto/2002.
SAVIANI, Dermeval. A nova lei da educação: trajetória, limites e perspectivas.
Campinas: Autores Associados, 2001.
SCHÖN, Donald A. Formar professores como
profissionais reflexivos. In: NÓVOA, A. (Coord.) Os professores e a sua formação. 3 ed. Lisboa: Don Quixote, 1997,
p. 77-91.
SNYDERS, George. Alunos felizes. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
Projeto Viagem a Passo Fundo
Objetivo
Geral:
O
Projeto Viagem Pedagógica e Cultural tem como objetivo propiciar aos alunos
conhecimento educacional através de visitas ao zoológico, museu da UPF e
aeroporto, bem como motivá-los com passeio e confraternização que envolvam
temas e processos históricos explorados nas disciplinas da série em que se
encontram.
Objetivos
Específicos:
·
Despertar a consciência crítica dos
alunos, através de reflexão e atividades pedagógicas práticas, visando a
integração dos educandos entre si, com os professores, funcionários e equipe
diretiva.
·
Trabalhar os conteúdos de forma
multidisciplinar e prática, a fim de adquirir maior qualidade educacional e
pedagógica dos alunos.
·
Oportunizar aos alunos do 1º Ano do
Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino, a oportunidade de conhecer
Passo Fundo, a fim de integrar conteúdos escolares e conhecimento prático.
·
Reconhecer a responsabilidade de todos no
processo de preservação da natureza e manutenção de valores culturais;
·
Estímulo à observação, socialização das ideias e
interação com todos os membros do grupo;
·
Desenvolver compreensão crítica da realidade
através do passado, presente e futuro;
·
Desenvolver atividades
de pesquisa de modo interdisciplinar e participativa;
·
Contribuir para o
desenvolvimento integral do ser humano: Aprendizagem, conhecimento e diversão.
Justificativa:
As
viagens pedagógicas são tendências na educação. Muito além do que se aprende em
uma aula, vivenciar aventuras e dividir espaços e vontades com os amigos é uma
excelente forma de se desenvolver. O aluno pode assim, associar o que aprendeu
a situações e cenários reais de forma espontânea e divertida.
As
excursões pedagógicas ajudam na formação de pessoas mais cultas, felizes e
conscientes para enfrentar o amanhã. A visita pedagógica monitorada tem como
objetivo contribuir no processo de ensino-aprendizagem, através de atividades
práticas que estimulem a observação e levem o educando a interagir com o
ambiente visitado. De maneira geral contribuem para a socialização dos
educandos e facilitam a aprendizagem.
Porém,
para que esse potencial seja aproveitado, é preciso que estejam inseridas no
processo educacional e não sejam consideradas apenas como um passeio para lazer.
Para tanto, propomos uma série de locais e eventos que proporcionarão a nossos
alunos vivenciar realidades e situações diversificadas.
A
escola é um local imprescindível de se promover à consciência e estimular a
mudança de comportamento a partir da conjugação das questões atuais com as
questões socioculturais. As disciplinas são os recursos didáticos através dos
quais os conhecimentos científicos de que a sociedade já dispõe são colocados
ao alcance dos alunos. As aulas são os espaços ideais de trabalho com os
conhecimentos dos alunos e onde se desencadeiam experiências e vivências
formadoras de consciências mais vigorosas porque alimentadas no saber.
Sendo
assim, devido à constatação da situação de carência em que se encontram os
nossos educandos da Rede Municipal de Ensino do nosso município, sentimos a
necessidade de desenvolver o referido projeto de viagem, de cunho pedagógico e
cultural à Passo Fundo.
No
decorrer da viagem os alunos farão a visita ao Zoológico da UPF, Museu da UPF e
aeroporto de Passo Fundo, atingindo assim os objetivos do Projeto Político
Pedagógico das Escolas Municipais do nosso município no que se refere a promoção de viagens e excursões para
propiciar a oportunidade de ampliar o conhecimento cientifico dos educandos de
maneira prática, participativa e cidadã.
Para
desenvolver todas as atividades acima descritas, permaneceremos na cidade de
Porto Alegre o dia todo, e sendo assim, necessitaremos levar alimentos, bebidas
e dinheiro para pagar as despesas com ingressos e para suprir as necessidades
dos alunos que são extremamente carentes.
PROJETO Celebrando a magia do Natal
"A mensagem de Natal
mais sublime sai em silêncio do nosso
coração todos os dias para aquecer de ternura aqueles que nos
acompanham em nossa caminhada pela vida."
coração todos os dias para aquecer de ternura aqueles que nos
acompanham em nossa caminhada pela vida."
1.
TITULO
DO PROJETO
Celebrando a magia do Natal
2.
ESCOLAS DE APLICAÇÃO DO PROJETO
Escola Municipal
de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa.
Escola Municipal
de Ensino Fundamental Osvaldo Aranha.
3.
ÁREAS DO CONHECIMENTO ENVOLVIDAS
Língua
Portuguesa
Matemática
Mundo Físico e
Natural
História e
Geografia
Ensino Religioso
Artes
Educação Física
Música
Dança
Informática
Língua Inglesa
Língua Kaingang
4.
OBJETIVO GERAL:
Este projeto tem por
objetivo trabalhar o tema “Natal” e os seus símbolos, despertando nas crianças
o respeito às diversas religiões por meio da afetividade e sociabilização,
utilizando recursos criativos e dinâmicos, bem como resgatar o
verdadeiro espírito da data vivenciando situações
que reflitam sobre os sentimentos de solidariedade e cooperatividade
em relação àqueles que passam por necessidades básicas de
sobrevivência e, sobretudo compreender a importância do Nascimento de Jesus para a humanidade.
que reflitam sobre os sentimentos de solidariedade e cooperatividade
em relação àqueles que passam por necessidades básicas de
sobrevivência e, sobretudo compreender a importância do Nascimento de Jesus para a humanidade.
5.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Criar estratégias de ensino que levem os alunos a:
- compreender o significado do Natal;
- conhecer os símbolos natalinos;
- refletir e valorizar os diversos tipos de religião;
- desenvolver o raciocínio lógico;
- desenvolver a expressão corporal;
- desenvolver a sociabilização;
- ampliar a linguagem oral;
6. JUSTIFICATIVA:
Este projeto surgiu ao pensarmos no tema Natal, que é
atrativo para as crianças. Nossa intenção é conduzir uma série de atividades
que facilitam a aquisição de conhecimentos das tradições natalinas, buscando
integrar áreas do conhecimento sob as perspectivas histórica e social, mantendo as chamas da alegria, da esperança e da confraternização.
Nele, procura-se resgatar os saberes e abordar sobre o tema Natal de forma
criativa, participativa, dinâmica e lúdica, buscando compartilhar experiências.
O educador deve levar em consideração
o respeito à diversidade e trabalhar o Natal sem apologias ou desrespeito a
qualquer religião, em especial com as crianças pequenas, que se apegam e se
interessam pelos objetos (símbolos) do Natal pelo concreto e não pelos conceitos
ou por significados impostos.
7. POPULAÇÃO ALVO.
Alunos da Escola
Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa e Escola
Municipal de Ensino Fundamental Osvaldo Aranha.
8. METODOLOGIA
·
Conversa informal sobre
a história do Natal e seus símbolos;
·
Ouvir histórias, poesias e textos informativos
relacionados ao tema;
·
Realizar atividades que proporcionem a
confraternização;
·
Observar as diversas tradições de
comemorar o natal pelo mundo, inclusive dos países não Cristãos.
·
Analisar as comemorações das famílias
dos alunos e discutir sobre as diferenças;
·
Ouvir músicas natalinas; assistir a vídeos que
tratem do tema;
·
Brincar de amigo oculto;
·
Construir presentes artesanais que serão
trocados nos amigos-secretos.
·
Confeccionar enfeites de Natal e
enfeitar a sala com motivos natalinos;
·
Construção de uma árvore de Natal com
garrafas pet;
·
Confecção de uma guirlanda para a porta
da sala;
·
Realizar atividades diversificadas que
envolvam todas as áreas do conhecimento;
·
Hora do conto: Estrelinha mágica-turma
da Mônica, Carinhos Quentes, Caixinha de Fósforos.
·
Pinturas, recortes, colagem.
9. RECURSOS UTILIZADOS
Sulfite, lápis de cor,
giz de cera, cartolina, EVA, CDs, aparelho de som, aparelho de DVD, aparelho de
televisão, máquina digital, massinha de modelar, TNT, cola quente, crepom,
tesoura, revistas, livros de contos, fantoches, dedoches...
10. CULMINÂNCIA
Apresentação
do Coral Municipal e do Grupo de danças e Expressão “No Ritmo”.
Visita
da Família Noel na escola.
Assistir
show de Patinação especial de Natal com o Clube de Patinação “Danúbio Azul”.
11. AVALIAÇÃO
A
avaliação será contínua através da observação diária da criança no desempenho
de suas atividades; através da participação e do desenvolvimento da
aprendizagem dos alunos frente às atividades propostas durante a realização
deste projeto.
UMA ÁRVORE A BALANÇAR
UMA
BORBOLETA A VOAR
UMA
FLOR PARA EMBELEZAR
UM
PATO A NADAR
É
A PRIMAVERA QUE CHEGOU PARA TODOS ALEGRAR.
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