9/26/2012

RESENHA RESUMO DO TEXTO “DA NOSSA ESCOLA PRIMÁRIA”, DE PAULO FREIRE E SÉRGIO GUIMARÃES



RESENHA RESUMO DO TEXTO “DA NOSSA ESCOLA PRIMÁRIA”, DE PAULO FREIRE E SÉRGIO GUIMARÃES


1. IDENTIFICAÇÃO DA OBRA:

OBRA: Sobre Educação: Diálogos. Da nossa escola primária.
AUTOR: Paulo Freire e Sérgio Guimarães
Volume I. Paz e Terra, (pg. 35-49).

2. APRESENTAÇÃO DA OBRA:

Neste capítulo o autor apresenta o diálogo entre Paulo Freire e Sérgio Guimarães sobre as escolas primárias que se apresentam no Brasil. Trazem a tona alguns problemas que eles consideram importantes para a educação. O diálogo acontece de forma clara onde os dois conversam e se reportam as escolas primárias fazendo menção também a quando frequentavam o a escola primária.

3. ESTRUTURA DA OBRA:

O capítulo está dividido em 6 partes totalizando 9 páginas.

4. RESUMO DO CAPÍTULO:

Paulo Freire destaca o problema da formação do professor como um dos problemas que ele considera grave. Menciona que a linguagem utilizada pela escola enquanto instituição social, quase sempre difere da dos alunos. A escola é desatualizada, pois não acompanha os avanços tecnológicos, e isso serve para todos os alunos independente de sua posição social e para os diferentes níveis da escola. O outro problema levantado por ele é quanto a estimulação de posições passivas dos educandos, através dos procedimentos autoritários utilizados na escola. É o autoritarismo do discurso, da transferência de um conhecimento parado, ao invés de fazer a criança a pensar e a aprender a aprender por si própria. O que a escola faz, é preparar a criança para que ela receba o pacote do conhecimento que lhe é transferido. Em 1958, ele já criticava essa transferência de saber imóvel, em lugar de um chamamento ao aluno para, agir, pensar e, agindo e pensando, conhecer, incorporar, criar, produzir o seu próprio saber. Ressaltava que a escola deveria criar um estudante com iniciativa a pesquisa, a busca, ao trabalho, a vitalidade, em vez daquele que só recebe o que lhe é transmitido. O autoritarismo presente em sala de aula propicia a imobilidade mental, mais do que a física; o quase desejo por não falar, por não perguntar, por não investigar; tudo isso é a demonstração do autoritarismo brasileiro, como resultado deste é também o centralismo ressaltado na política brasileira. Segundo ele "O centro sabe e fala, a periferia do país escuta e segue". A pesquisa do entorno, deveria ser realizada pelos educandos também, com o auxílio dos professores. Ressalta que não vê obstáculo em ensinar pesquisando o meio, com o ambiente da realidade escolar. Também para ele, "A escola é a alavanca da transformação social e deveria propor o exercício pela curiosidade de saber".
Sérgio Guimarães destaca que a questão política está no centro do problema da escola, pois a escola é uma instituição pública. Sendo assim, toda repartição pública, como parte do aparelho de Estado, é administrada por um governo instalado. Consequentemente, a escola responde aos objetivos e intenções do governo em vigor. O professor nem sempre se coloca na perspectiva do educador que pensa os problemas da educação e da escola; geralmente ele é apenas um trabalhador da escola.
Paulo Freire se reporta ao problema do uso dos espaços institucionais. Diz que os espaços são históricos e políticos, e que o uso deles também. Tanto há limites para o uso dos espaços, quanto há limites que determinam o espaço. Os problemas da escola primária são de extrema importância, não apenas do ponto de vista da quantidade, mas da qualidade. Ao educador que se encontra dentro de um mecanismo autoritário, e às vezes despreparado do ponto de vista político, cabe a ele também, se dando conta de que a sua tarefa é política também e não apenas técnica, elucidar a sua preferência política e, aí, buscar ocupar o espaço mínimo de que dispõe dentro da própria instituição escolar e ver o mínimo que pode fazer no sentido de uma abertura democrática para os seus estudantes ou alunos com quem trabalha. Não é novidade nenhuma a organização de movimentos educacionais dentro das escolas e não é a maioria que se põe à frente e fazem a organização desses movimentos; são algumas pessoas que se tornam porta-voz das demais, aquelas que têm maior facilidade de se manifestar e que tem uma maior coragem de afrontar a autoridade constituída. Os recursos destinados à educação são muito insuficientes, e conseguidos com muita luta e reivindicações. Ele diz que é muito fácil alfabetizar crianças, fazer uma boa educação, com recursos fartos, com todo acesso a metodologias, a tecnologias avançadas. O difícil é realizar com a realidade inversa. Poderia se realizar uma ótima educação, se a escola fosse capaz e estivesse preparada para aproveitar os recursos naturais ou disponíveis em seu próprio ambiente, como aqueles objetos da realidade das crianças. Partindo das brincadeiras delas, dos seus recursos que elas poderiam compreender a razão de ser das próprias coisas. O problema maior está, na realidade, no descaso pela classe popular. Na falta de condições materiais mínimas com muitas escolas caindo e se destruindo.
O descaso é grande quanto às condições materiais das escolas, mas há também o despreparo do professor, a falta de apoio ao seu trabalho pedagógico. Não há a preocupação em reunir o professor para estudo e avaliação da sua prática. No debate com outros professores, muitos dos problemas passariam a ser reconhecidos pelo outro, e as soluções planejadas em comum. Refletindo sobre a prática de todos, se faria a teoria dessa prática. Os professores poderiam se reunir e, ao mesmo tempo, tentar um vínculo da escola não apenas com as famílias, mas com as instituições do entorno, discutindo a problemática político-pedagógica. Um trabalho como esse estimularia a criatividade, a curiosidade e o direito das massas populares dizerem "por quê?", perguntando e interrogando. Paulo Freire finaliza dizendo que deve-se terminar com a discriminação das classes populares, das escolas populares. Tudo isso deve ser aspectos de um processo de transformação. A transformação social que é abstraída da preocupação sobre esses problemas. Os problemas de cultura e de política estão no centro de um programa de educação. Não é por acaso que Gramsci se preocupou tanto com eles também. Esses problemas estão associados a um processo global de transformação social de qualquer sociedade.

RESENHA RESUMO DO LIVRO “A LÍNGUA DE EULÁLIA”, DE MARCOS MAGNO



RESENHA RESUMO DO LIVRO “A LÍNGUA DE EULÁLIA”, DE MARCOS MAGNO


1. IDENTIFICAÇÃO DA OBRA:

OBRA: A Língua de Eulália: novela Sociolinguística
AUTOR: Marcos Bagno
15 ed., São Paulo: Contexto, 2006.

2. APRESENTAÇÃO DA OBRA:
Nesta obra o autor argumenta que falar diferente não é falar errado e o que pode parecer erro, no português não-padrão, tem uma explicação lógica. Para explicar essa problemática, ele reúne então na obra "A Língua de Eulália" as universitárias Vera, Sílvia e Emília, que vão passar as férias no sítio da professora Irene. Dedicada, Irene se reúne todos os dias com as três educadoras do ensino fundamental, transformando suas férias numa espécie de atualização pedagógica, em que as universitárias reciclam e ampliam seus conhecimentos e saberes linguísticos. Sendo assim, Irene acaba dando subsídios para que as universitárias passem a encarar, com um novo olhar, as variedades não-padrão da língua portuguesa. A novela acontece em diálogos deliciosamente informativos. A obra "A Língua de Eulália" trata a sociolinguística como ela deve ser tratada: com seriedade, mas sem sisudez.

3. ESTRUTURA DA OBRA:
A obra está dividida em 21 capítulos totalizando 242 páginas.

4. RESUMO DA OBRA:
Emília, Vera e Sílvia e são universitárias e professoras de uma escola pública que vão passar as férias no interior de São Paulo, na casa de Irene, tia de Vera, que é uma linguista. Logo que chegaram as universitárias criticam o português falado por Eulália, que é a empregada da casa e amiga de Irene. A partir disso, Irene resolve explicar questões linguísticas a elas e esclarece, através de aulas, que o preconceito linguístico não tem fundamentação, pois a história da Língua Portuguesa passou por várias fases e cada uma delas explica o uso dessas multiplicidades linguísticas. Irene elucida, a partir da fala de Eulália, que há muitas diferenças no modo de falar, sendo algumas delas: diferenças fonéticas (no modo de pronunciar os sons da língua), diferenças sintáticas (no modo de organizar as frases, as orações e as partes que as compõem), diferenças semânticas (no significado das palavras) e diferenças no uso da língua. Para dar nome a uma língua seria necessário levar em consideração as múltiplas variáveis que envolvem o ser que fala como: cor, sexo, nível social, grau de instrução, etc. Toda língua, além de variar geograficamente, no espaço, também muda com o tempo, ou seja, toda língua muda e varia. Quer dizer, muda com o tempo e varia no espaço. A mudança ao longo do tempo se chama mudança diacrônica. A variação geográfica se chama variação diatópica. A norma padrão (PP) é aquele modelo ideal de língua que deve ser usado pelas autoridades, pelos órgãos oficiais, pelas pessoas cultas, pelos escritores e jornalistas, aquele que deve ser ensinado e aprendido na escola.
Todas as variedades de uma língua têm recursos linguísticos suficientes para desempenhar sua função de veículo de comunicação, de expressão e de interação entre seres humanos. Nas aulas de linguística que Irene ministrou nas férias as universitárias, vários conceitos foram abordados, os principais são: o mito da língua homogênea, ou seja, as multiplicidades linguísticas que existem e necessitam ser respeitadas, sendo que sua utilização não deve ser considerada inadequada, pois são modos diferentes de se falar a mesma língua e, seu emprego, não prejudica o entendimento e tudo que parece erro no português não-padrão (PNP) tem uma explicação científica e lógica, e acaba incentivando o ensino da norma padrão, pois esta foi criada para que exista um modelo de comunicação nacional. No entanto, sugere que o ensino desta, seja voltado para a Linguística.
O livro busca sempre comparar o português padrão com o não-padrão para provar que há mais semelhanças que diferenças entre eles. Neste contexto discute que os falantes da norma não-padrão tem dificuldade de aprender a norma padrão, primeiramente porque o primeiro é transmitido naturalmente, já o segundo requer aprendizado e, como na maioria das vezes, essas pessoas pertencem à classe baixa, abandonam a escola cedo para trabalhar ou desistem de estudar por serem discriminadas linguisticamente, dessa forma o problema acaba adquirindo grandes proporções. Esses preconceitos fazem com que a criança que chega à escola falando PNP seja considerada uma “deficiente” linguística, quando na verdade ela simplesmente fala uma língua diferente daquela que é ensinada na escola. Por outro lado, cria no professor a sensação de estar tentando ensinar alguma coisa a alguém que nunca terá condições de aprender. Daí resulta que o aluno fica desestimulado a aprender, e o professor, desestimulado a ensinar. Todo professor é professor de língua. A escola não reconhece a existência de uma multiplicidade de variedades de português e tenta impor a norma-padrão sem procurar saber em que medida ela é na prática uma “língua estrangeira” para muitos alunos, senão para todos.
Irene usa a história da língua na tentativa de mostrar que a língua portuguesa, em todas as suas variedades, continua em transformação, continua mudando, caminhando para as formas que terá daqui a algum tempo. Todavia, a eficácia do português não-padrão não pode ser negada, pois consegue diminuir as regras gramaticais tornando-as mais simples, isso ocorre frequentemente com o uso de concordância, plural e conjugação verbal. Essa postura não deve ser detestada, pois esse processo é comum em muitas outras línguas, mesmo na norma padrão delas como o Inglês, por exemplo. No caso do português, há ocorrências de vários fenômenos linguísticos, os principais são: rotacização que é a troca de L por R nos encontros consonantais, este pode ser explicado através da origem das palavras no latim que recebiam R, mas com o passar do tempo essas palavras sofreram modificações, porém alguns falantes não tiveram ciência disso e assim estão preservando os traços do português arcaico; eliminação das marcas de plural redundantes; yeísmo que é a troca de LH por I, essas mudanças ocorreram devido a ser mais cômodo pronunciar I do que LH; simplificação das conjunções verbais, por exemplo, eles gosta, nós gosta, vocês gosta; assimilação é a transformação de ND em N e de MB em M, isso se explica porque essas consoantes são dentais e o som de uma está muito próximo da outra; redução do ditongo OU em O, exemplo poco (pouco) e ropa (roupa), EI em E, exemplo chêro (cheiro) e quêxo (queixo), E e O átonos pretônicos, exemplo bibida (bebida) e furmiga (formiga); contração das proparoxítonas em paroxítonas, que não é exclusivo do português não-padrão que tem um ritmo paroxítono, já que palavras proparoxítonas em Latim passaram a serem paroxítonas também no português padrão, exemplo arvre (árvore); desnalização de vogais postônicas que ocorre na norma padrão e não-padrão, caracteriza-se por eliminar o som nasal das vogais que estão depois da sílaba tônica, o que é uma tendência natural da língua, exemplo home (homem); arcaísmo que surgiu devido ao português arcaico ter sido ensinado no Brasil, com isso seus traços ainda permanecem em regiões afastadas das principais cidades brasileiras pela falta de contato com as mudanças que surgiram na língua, exemplo escuitar (escutar); função da partícula SE como verdadeiro sujeito da oração; analogia que é a mudança linguística causada pela interferência de uma forma já existente, por exemplo palavras que mudam de classe gramatical por causa do som de uma vogal, é o caso do pronome oblíquo mim como sujeito de infinitivos, com este ocorreu algo interessante, pois esse costume foi transmitido dos menos cultos para os mais cultos. A classificação de uma variedade como culta é uma questão de grau de freqüência. Classifica-se como culta aquela variedade na qual as formas consideradas padrão ocorrem com maior intensidade. O falante culto, como qualquer falante, está sujeito a todo tipo de influências externas e internas. Ele sofre pressão do ambiente em que se encontra, do tipo de situação, da hierarquia social em que se acha em relação às demais pessoas com quem está interagindo. O certo de hoje já foi o errado de ontem. O livro aborda e explica, através de exemplos, todos esses fenômenos onde se pode perceber que, do ponto de vista linguístico, não existe erro, mas sim o adequado e o inadequado, assim é necessário que o ensino do português-padrão seja voltado para linguística para que o cidadão perceba a importância de adequar a sua forma de comunicação em diferentes contextos, permitindo-lhe o acesso as práticas sociais de leitura e escrita e que se faz necessário desvelar o mito da língua única, mencionando o seu valor social e abordando temas como variantes linguísticas e fenômenos da língua para evitar o denominado preconceito linguístico.
É um mito a unidade linguística do Brasil, pois há muitas línguas no país, além das línguas indígenas e das línguas trazidas pelos imigrantes, falam-se diferentes tipos da língua portuguesa, cada uma delas com características próprias, com diferenças em seu status social, mas todas com uma lógica linguística facilmente demonstrável; traços característicos do PNP (considerados erros) se encontram em outras línguas, o que mostra que eles não são uma prova da ignorância ou da deficiência mental do nosso povo; muitos aspectos considerados errados no PNP (e no PP do Brasil) são na verdade arcaísmos, vestígios da língua portuguesa falada muitos séculos atrás; a língua escrita não deve ser usada como camisa-de-força para submeter e aprisionar a língua falada; a escrita é a tentativa de representação da língua falada e nasceu centenas de milhares de anos depois de o homem ter começado a falar.
O preconceito que pesa sobre o PNP faz parte de toda uma triste coleção de inverdades, de distorções, de falácias que povoam a mente da maioria das pessoas, mesmo as supostamente mais bem informadas. Ele está no mesmo porão escuro da imaginação onde se amontoam mitos e preconceitos de toda ordem: racial: o índio preguiçoso, o negro malandro, o japonês trabalhador, o judeu mesquinho, o português burro; sexual: a inferiorização da mulher, o desprezo pelo homossexual pervertido e doente, a valorização do macho rude e indelicado; cultural: o conhecimento científico valorizado em detrimento do conhecimento popular, por exemplo, o desprezo por práticas medicinais naturais e tradicionais em favor de medicamentos químicos industrializados; ou a valorização da cultura transmitida por escrito em detrimento da cultura transmitida oralmente; socioeconômica: valorização do rico e do poderoso e desprezo do humilde e do oprimido, por exemplo, chamar o nordestino de atrasado e o sulista de progressista; ou acreditar que tudo o que vem do primeiro mundo é intrinsecamente bom, bonito, infalível e necessário.

6/26/2012

PROJETO: VALORES HUMANOS

PROJETO "VALORES HUMANOS"
 
1. IDENTIFICAÇÃO DE SUA ESCOLA:
Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa.

2. TEMA DA PROPOSTA:

Os Valores Humanos.

3. OBJETIVOS:

·         Desenvolver o senso crítico de pesquisa, a criatividade, a desinibição, a explanação oral, a desenvoltura na frente da câmera;
·         Aprender a utilizar a internet e o próprio computador para digitar e produzir seu material de divulgação;
·         Trabalhar os valores sociais, humanos e a democracia;
·         Pesquisar sobre decreto;
·         Definir o que é, para que serve e sua importância para nossas vidas;
·         Ler o texto “O decreto do governador do mundo”;
·         Interpretar o texto “O decreto do governador do mundo”;
·         Produzir um decreto;
·         Produzir um vídeo apresentando o decreto elaborado;
·         Apresentar o vídeo produzido;
·         Fazer eleição para escolha de um decreto;
·         Pesquisar sobre os valores humanos;
·         Definir o que são, para que servem e sua importância para nossas vidas;
·         Fazer um resgate familiar sobre valores humanos cultivados em cada família fazendo um paralelo com antigamente;
·         Propiciar momentos de reflexão quanto aos valores humanos praticados por nós na escola, na família e na sociedade;
·         Conhecer ou relembrar a história clássica da literatura infantil “A Galinha Ruiva”;
·         Interpretar a história “A Galinha Ruiva”;
·         Reescrever a história “A Galinha Ruiva”;
·         Dramatizar a história “A Galinha Ruiva”;
·         Produzir slogans sobre valores humanos para divulgação na escola.
·         Fazer uma auto-avaliação do decreto produzido em relação aos valores estudados;

4. JUSTIFICAR PORQUE DESTE OBJETIVO:

Levando-se em consideração a atual realidade escolar e a que estamos vivendo socialmente, onde os valores humanos essenciais para uma boa convivência e para uma vida saudável estão cada vez mais esquecidos e sendo deixados de lado, percebe-se a necessidade de relembrá-los e aprofundá-los na busca de colocá-los em prática em nosso dia-a-dia familiar, escolar e social. Oportunizando aos alunos, com isso, momentos de reflexão sobre a convivência familiar, social e cidadã buscando criar senso crítico e de respeito pelo ser humano em geral, assim como com o meio ambiente em que o cerca.
Um dos objetivos da educação escolar é que os alunos aprendam a assumir a palavra enunciada e a conviver em grupo de maneira produtiva e cooperativa. Dessa forma, são fundamentais as situações em que possam aprender a dialogar, a ouvir o outro e ajudá-lo, a pedir ajuda, aproveitar críticas, explicar um ponto de vista, coordenar ações para obter sucesso em uma tarefa conjunta, etc. É essencial aprender procedimentos dessa natureza e valorizá-los como forma de convívio escolar e social. Trabalhar em grupo de maneira cooperativa é sempre uma tarefa difícil, mesmo para adultos convencidos de sua necessidade.

5. PÚBLICO A SER ENVOLVIDO (SÉRIE/ANO):

Turmas do 4º ano do Ensino Fundamental.

4. DISCIPLINAS ENVOLVIDAS:

Língua Portuguesa, História e Geografia, Artes e Ensino Religioso.
6. RECURSOS A SEREM UTILIZADOS:

Serão utilizados recursos tecnológicos como o computador, internet, câmera de vídeo, máquina fotográfica, projetor multimídia, impressora. Também serão utilizados: cartolinas, folhas de ofício, material escolar básico (caderno, lápis, borracha, cola, tesoura, etc.), sucatas e roupas para o teatro.
7. PROPOSTA PRELIMINAR DAS ETAPAS/AÇÕES A SEREM REALIZADAS:
Resolver a webquest sobre decreto no endereço:
8. PERÍODO DE REALIZAÇÃO:

O cronograma abaixo demonstra como poderão ser desenvolvidas as atividades, porém é flexível e deve ser adequado conforme o aprofundamento do professor e das disciplinas que serão envolvidas no projeto.

ATIVIDADES
1º dia
2º dia
3º dia
4º dia
5º dia
6º dia
7º dia
8º dia
9º dia
10º dia
11º dia
12º dia
13º dia
Pesquisar na internet o que é um decreto.
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Dialogar com os colegas e professora sobre as informações que encontrou na pesquisa na internet.
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Ler o texto “O decreto do Governador do Mundo”
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Interpretar o texto "O decreto do Governador do Mundo", resolvendo os exercícios no computador.
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Imagine que você fosse o governador do mundo e tivesse que decretar três coisas. O que seriam? Elabore no Word o seu decreto apontando três aspectos que você considera importante para a construção de um mundo melhor.
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Fazer a filmagem do decreto que vocês construíram.
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Cada um apresentará seu decreto para a turma e explicará porque escolheu esses três aspectos, além de apresentar o seu vídeo.
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Faremos uma eleição secreta para escolher um decreto que vocês acharam mais importante para postar no blog da turma.
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Pesquisar na internet sobre valores humanos.
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Definir valores humanos, para que servem e sua importância para as pessoas.
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Escolher um vídeo na internet sobre valores humanos e apresentar para a turma dizendo o porquê de tê-lo escolhido.
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Dialogar sobre o clássico da literatura infantil “A galinha ruiva”.
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Ler na internet a história “A galinha ruiva” no site Feijo, no endereço http://www.feijo.com/~flavia/
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Interpretar a história “A galinha ruiva” relacionando-a com a realidade da turma.
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Destacar o que mais chamou atenção na história e os valores ali apresentados, observando os personagens.
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Pesquisar junto a família os valores apresentados antigamente e nos dias atuais.
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Fazer um paralelo entre antigamente e atualmente quanto aos valores humanos.
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Reescrever a história “A galinha ruiva” no site da Coleção Ferinha, no endereço http://www.colecaoferinha.com.br/
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Apresentar para os colegas a história reescrita.
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Escolher a história reescrita que a turma mais gostou, assisti-la novamente e imprimi-la.
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Dramatizar esta história e filmá-la produzindo um vídeo.
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Convidar os demais alunos da escola para assistir ao vídeo e/ou teatro.


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Se a turma quiser e permitir, divulgar esse vídeo no YouTube.



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Jogar os jogos da Coleção Ferinha relacionados a história “A galinha ruiva”.    



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Produzir slogans, faixas ou cartazes sobre os valores humanos relacionados às pessoas e ao meio ambiente e divulgá-los na escola.




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6. RESULTADOS ESPERADOS:

Espera-se com essa atividade que os alunos consigam perceber o que é um decreto e o que são os valores humanos, para que servem e qual sua influência na vida das pessoas. Que sejam criativos na produção do seu decreto, desinibidos e persuasivos na divulgação desse material para os demais colegas de classe e da escola e que tenham espírito democrático para escolher a melhor proposta de decreto.

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