8/26/2016

PLANO DE AÇÃO ESCOLAR




PLANO DE AÇÃO


RESUMO


O presente trabalho apresenta a análise da gestão escolar da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa apresentando um diagnóstico embasado em pesquisa realizada na referida escola. Inicia com a análise do PPP, sua missão, sua visão e valores. Em seguida apresenta-se o organograma da instituição escolar, os principais eixos do PPP, a matriz DAFO da escola, posteriormente faz-se uma análise da gestão institucional e ao final apresenta-se um plano de ação, como sugestão, para suprir as deficiências encontradas na análise.


1. INTRODUÇÃO


A Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa é uma escola pública e atende alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental que residem na zona urbana e na zona rural do município. Em 2016 atende 203 alunos:
·         Educação Infantil: 58 alunos
·         Ensino Fundamental: 145 alunos
·         Corpo docente: 05 professores na Educação Infantil, 05 professores nos anos iniciais do Ensino Fundamental, 8 professores nos anos finais do Ensino Fundamental e 05 professores das disciplinas diversificadas.
·         Monitores da Educação Infantil: 02
·         Psicopedagogo: 01
·         Coordenador Pedagógico: 01
·         Diretor: 01
A Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa, está situada na zona urbana, tendo sido inaugurada em 07/03/2008. Essa escola pertencente à rede municipal de ensino.
A Escola conta com instalações em excelente estado, porém em quantidade insuficientes, possui: uma sala de direção, uma sala de coordenação pedagógica, uma sala de professores, um refeitório, uma cozinha, um depósito de gênero alimentício, 6 instalações sanitárias, uma biblioteca, seis salas de aulas adequadas e mais 3 improvisadas, um laboratório de informática, uma Sala de Recursos Multifuncional, um consultório dentário, área de lazer e recreação, área de circulação, uma pracinha para a recreação, uma quadra de esportes improvisada e uma quadra de esportes inacabada.
A escola trabalha através de projetos que são desenvolvidos durante o ano letivo, objetivando desenvolver o respeito ao ser humano, a dignidade, os direitos e deveres da criança, o atendimento aos cuidados essenciais e a socialização dos educandos, bem como promover a formação de um cidadão crítico, consciente e responsável.
Atualmente a escola conta com 203 alunos, sendo que 65% são indígenas e estes em sua grande maioria vivem em situação de pobreza e vulnerabilidade. No turno da tarde são atendidos os alunos da Educação Infantil: uma turma de Maternal (2 anos), uma turma de Maternal (3 anos), duas turmas de jardim (4 anos) e uma turma de pré-escola (5 anos) e as turmas de alfabetização do Ensino Fundamental: uma turma de 1º Ano; uma turma de 2º Ano e uma turma de 3º Ano. No turno da manhã são atendidas: uma turma de 4º Ano, uma turma de 5º Ano, 2 turmas de 6º ano e uma turma de 7º ano.
Trabalham na escola 10 funcionários, sendo, uma merendeira, quatro serventes de serviços gerais, uma agente de educação, uma bibliotecária, um médico dentista, um auxiliar de dentista e um vigia.
O corpo docente é composto por 21 professores, sendo que deste quadro consta um diretor e um coordenador pedagógico, os quais em conjunto buscam desenvolver uma administração dinâmica e eficiente, tendo como foco principal o desenvolvimento integral do aluno nos aspectos físicos, psicológicos, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade, segundo o PPP da referida escola.
A escola conta com uma comunidade de pais pouco atuantes, porém desenvolvem um trabalho almejando melhorar esta situação, pois segundo eles tudo o que for possível fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola e dentro dela a participarem e conhecerem a sua realidade enriquece a qualidade da educação.


2. MISSÃO


O PPP da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa apresenta a seguinte missão:

Nossa Missão é oferecer um ensino de qualidade, garantindo a participação ativa da comunidade escolar, contribuindo para a formação integral dos alunos, para que eles possam agir construtivamente na transformação de seu meio (PPP da Escola).

Analisando a Missão que está descrita no PPP da referida escola, a mesma necessita de alguns ajustes, quando se refere à participação, deve-se retirar a palavra “ativa”, pois não existe participação passiva. Também é uma missão frágil, pois não destaca um ponto particular e forte da escola que a identifique das demais. A missão deve apresentar a razão de existir da instituição, deve ser clara, objetiva e compartida, além de expor o propósito fundamental da gestão.
Um exemplo de Missão para a escola seria:

Nossa missão é oferecer educação pública de qualidade respeitando os aspectos individuais de cada aluno e seu ritmo de aprendizagem utilizando estratégias atrativas e dinâmicas buscando o desenvolvimento da autonomia, a parceria família-escola e o respeito à diversidade.


3. VISÃO


O PPP da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa apresenta a seguinte visão:

Realizaremos nosso trabalho de maneira eficaz, segura e responsável, respeitando nossos alunos, pais, colaboradores, comunidade e o interesse público (PPP da Escola).

A visão apresentada no PPP está incorreta, pois deveria estar descrevendo o que a escola objetiva alcançar no futuro, o que ela aspira conseguir. Deve ser retadora, positiva, compartida y coherente con la misión.
Exemplo:
Ser uma escola de referência através da excelente qualidade de ensino, inovadora em suas propostas e práticas pedagógicas buscando formar cidadãos críticos, conscientes e empreendedores.


4. VALORES


A Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa apresenta em seu PPP os valores:

Ética: Ser uma instituição de ensino educacional fundamentada em uma postura íntegra, justa, honesta, valorizando a verdade, o respeito e o diálogo.
Respeito e Justiça: Agir sem discriminar as pessoas, tratando-as de forma justa, com imparcialidade respeitando as diferenças individuais.
Responsabilidade Social: Agir de maneira consciente e responsável com as questões sociais e ambientais, buscando um relacionamento sustentável a fim de contribuir para uma sociedade mais justa e um ambiente mais limpo.
Profissionalismo e Cooperação: Atuar de forma organizada e planejada, valorizando o trabalho em equipe e a ajuda mútua.
Confiabilidade: Ser uma instituição que inspire segurança e credibilidade, da qual todos tenham orgulho de participar.
Coerência: Agir sempre no sentido de cumprir a nossa missão respeitando os valores em que acreditamos.

Os valores apresentados no PPP devem ser os princípios, regras e aspectos culturais com os quais se rege a organização, são suas pautas de integridade, o compromisso com o desenvolvimento humano. Para os valores estarem em consonância à missão deveria ser acrescentados:

Ética: Ser uma instituição de ensino educacional fundamentada em uma postura íntegra, justa, honesta, valorizando a verdade, o respeito e o diálogo.
Respeito e Justiça às diferenças: Agir sem discriminar as pessoas, tratando-as de forma justa, com imparcialidade respeitando as diferenças individuais e as individualidades dos alunos.
Solidariedade e Cooperação: Atuar de forma organizada e planejada, valorizando o trabalho em equipe e a ajuda mútua. 
Confiabilidade: Ser uma instituição que inspire segurança e credibilidade, da qual todos tenham orgulho de participar. 
Coerência: Agir sempre no sentido de cumprir a nossa missão respeitando os valores em que acreditamos.
Responsabilidade: Buscar desenvolver uma educação de qualidade através de uma prática pedagógica inovadora e criativa, onde o aluno possa desenvolver-se, participar e ter consciência de suas ações.


5. ORGANOGRAMA


A Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa apresenta o seguinte organograma:


6. PRINCIPAIS EIXOS DO PPP


O PPP da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa divide-se em três eixos principais:
1. “Marco Situacional: a Escola que Buscamos”: nesse eixo está expressa a compreensão que a escola tem do mundo atual considerando-o em seus aspectos social, histórico, econômico, político, cultural e educacional por entender que é neste contexto que a educação está inserida. Apresenta: dados gerais sobre o município de Engenho Velho, o histórico do município de Engenho Velho, os dados sobre a Escola Municipal Cleiton Costa, a articulação da educação infantil com o ensino fundamental, garantindo a especificidade do atendimento das crianças e por último o organograma da escola.
É destacado também a visão dos segmentos escolares (pais, alunos, funcionários e educadores) da Escola Municipal Cleiton Costa, a educação está na pauta das discussões mundiais, sendo assim regida pelos mecanismos internacionais, os quais atende a interesses do sistema neoliberal, no qual tende a uma massificação cada vez maior do capitalismo e consumismo desenfreado. Pois esse modelo econômico baseia-se no principio de que o mercado é quem define as relações econômicas, aponta para uma diminuição da presença do Estado na economia (neoliberalismo). O estado deverá ter suas ações voltadas para as políticas sociais como: educação, segurança e moradia.
2. “Marco Doutrinal: expressa a utopia social do grupo”: nesse eixo são apresentados aspectos referentes à sociedade desejada pela comunidade escolar, o tipo de sujeito que quer formar, a metodologia a ser trabalhada, a forma de avaliação a ser realizada pela escola, os atores sociais com quem a escola precisaria se aliar para somar forças em prol de seu trabalho, os valores que consideram importantes para desenvolver a escola e a sociedade almejada
3. “Marco Operativo: expressa o ideal de prática a ser vivenciada e contribui para uma sociedade almejada”: nesse eixo é apresentado o que a comunidade escolar se compromete em fazer para ajudar na construção da sociedade e do ser humano, descritos no Marco Doutrinal. Descreve nesse eixo como deve ser a prática pedagógica da escola, apresenta a avaliação da escola e como ela deverá ser. Apresenta a missão, a visão, os valores da escola, um diagnóstico escolar da escola e a relação de professores e funcionários da escola com sua respectiva formação. Após descreve como ocorre o funcionamento geral da escola quanto a: sala de recursos multifuncional, a educação em tempo integral - programa mais educação, os projetos e aulas diversificadas e para finalizar o PPP apresenta a programação das ações concretas a serem realizadas na escola, ou seja, as ações que serão desenvolvidas pela escola para alcançar os objetivos almejados no Marco Doutrinal.


7. MATRIZ DAFO


I
N
T
E
R
N
O

MATRIZ DAFO
“Escola Municipal Cleiton Costa”
E
X
T
E
R
N
O
Fortalezas:
-todos los profesores con formación superior y especialización
-buen servicio de apoyo psicopedagógico
-Alianza con instituciones parceiras
-Parceria con Centro Esportizo con ofreciendo de actividades físicas y deportivas para los estudiantes
-Parceria con Centro Cultural Municipal con ofreciendo de talleres de danza y teatro a los estudiantes
Oportunidades:
-educación en tiempo integral
-enseñanza de 9 años
-Programa Bolsa Familia ofrecido pelo Gobierno Federal
-Programa de Erradicación del trabajo infantil ofrecido pelo Gobierno Federal
-Servicio de la convivencia y el fortalecimiento de los lazos ofrecido pelo Gobierno Federal
-Programa PARFOR ofrecido pelo Gobierno Federal
Debilidades:
-espacio físico insuficiente y inadecuado (salas de aula e quadra de esportes)
-la falta de tiempo para el trabajo de coordinación pedagógica para atender los docentes por niveles de enseñanza
Amenazas:
-la violencia que rodea la escuela
-baja participación de la familia en la escuela de la ciudad
-drogadicción que rodea la escuela
-evasión escolar
-escuelas de la ciudad mejor equipada y en condiciones mas adecuadas


8. ANALISE


Com o objetivo de fazer uma análise da gestão escolar da Escola Municipal Cleiton Costa realizou-se algumas visitas a escola para coletar as informações necessárias para tal. Foram realizadas observações, análise do seu PPP e entrevistas com alguns professores, funcionários, pais e alunos. Partindo das informações coletadas pode-se fazer uma análise da gestão escolar da referida escola permitindo o levantamento de alguns problemas como:
·         Baixo rendimento dos alunos;
·         Professores e alunos desmotivados;
·         Problemas de relacionamento interpessoal entre gestores/professores, gestores/funcionários, professores/professores, professores/funcionários e funcionários/funcionários;
·         Pouca participação da família na escola;
·         Alto índice de infrequência dos alunos as aulas;
·         Quadra de esportes inacabada;
·         Sala de aula em espaços físicos inadequados.
Conforme a pesquisa realizada com professores e alunos os problemas destacados tem os seguintes motivos:
-A infrequência escolar constitui-se num dos problemas mais sérios da escola, pois isso reflete no baixo rendimento da aprendizagem dos alunos. A infrequência ocorre especialmente com os alunos indígenas, pois os mesmos saem com muita frequência para outras cidades com o objetivo de venderem artesanatos, ou então perdem o ônibus do transporte escolar porque não conseguem acordar.
-A participação dos pais e da comunidade na escola é mínima, demonstrada por meio da eleição do Conselho Escolar e nas atividades desenvolvidas pela escola.
-O problema de relacionamento interpessoal na escola reflete diretamente no ambiente escolar, pois gera discórdia e desunião entre os segmentos envolvidos.
-Os espaços escolares que são inadequados prejudicam o trabalho pedagógico dos professores, pois são espaços utilizados com a Educação Infantil, etapa que necessita de ambiente próprio para desenvolver as atividades adequadas a essa faixa etária.
-A quadra escolar inacabada também dificulta o desenvolvimento de atividades físicas, lúdicas e recreativas, pois a escola não dispõe de espaços para essas atividades em área coberta, sendo assim, muitas vezes as atividades ao ar livre precisam ser replanejadas ou transferidas devido ao mau tempo, o que acaba gerando também desmotivação, tanto nos alunos quanto nos professores, pois são os envolvidos no processo educacional.


9. PROPOSTA DE UM PLANO DE AÇÃO


a) Identificação da escola:
·         NOME DA ESCOLA: Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa
·         ENDEREÇO: Rua André Martinelli, 13 – Engenho Velho/RS
·         NÍVEIS DE ENSINO: Educação Infantil (Maternal 2 anos a Pré-Escola 5 anos) e Ensino Fundamental (6º ao 7º anos).
·         LOCALIZAÇÃO: Zona Urbana

b) Dimensões analisadas e consideradas:
Indicadores considerados pela escola, numa análise reflexiva e crítica, contemplando a sua realidade social de modo a contribuir para a melhoria da educação.
·         Gestão Democrática:
-Administrar, com a participação do conselho escolar, as verbas recebidas, de forma a atingir o objetivo maior que é a construção de uma escola pública de qualidade
-Atuar em parceria com o Conselho Escolar em decisões relacionadas ao cotidiano escolar;
-Difundir o conceito de gestão democrática baseada na divisão de responsabilidades;
-Incentivar a criação do grêmio estudantil e da representatividade dos estudantes através dos líderes e vice-líderes de classe.
-Preservar a transparência quanto à execução dos recursos financeiros junto a comunidade escolar;
-Priorizar os interesses coletivos respeitando os interesses individuais, quando estes favoreçam a coletividade;
·         Avaliação:
-Divulgar para a comunidade os rendimentos escolares a cada trimestre;
-Proporcionar avaliações contínuas das ações e trabalhos desenvolvidos na escola.
-Realizar acompanhamento sistemático dos resultados escolares e buscar soluções na melhoria destes;
·         Prática Pedagógica: deverão ser desenvolvidas que venham a:
-Aceitar propostas que favoreçam o resultado positivo das ações planejadas;
-Através de reuniões pedagógicas, conscientizar os professores da necessidade de encontrar caminhos adequados e prazerosos para a concretização do processo ensino-aprendizagem, construindo, dessa forma, um ambiente estimulador e agradável. Uma pedagogia centrada no aluno e não só conteúdos;
-Através de reuniões, manter contato direto e transparente com a comunidade escolar, construindo um relacionamento harmonioso de forma que os pais percebam a importância de sua participação para a concretização de uma Escola de qualidade;
-Conscientizar os docentes da importância do trabalho em equipe para obtenção de um funcionamento integral da Escola, estimulando uma relação de igualdade, respeito e consideração mútuos;
-Conscientizar os docentes do valor da avaliação como parâmetro diário para um replanejar constante e não como medida de valor inexorável;
-Desenvolver aulas dinâmicas paralelas visando recuperar alunos com dificuldades na aprendizagem;
-Desenvolver projetos juntos aos alunos de conscientização da necessidade de preservação e conservação do espaço escolar;
-Efetivar as ações previstas no Plano Municipal de Educação 2015-2025 com fins de melhorar os rendimentos das disciplinas críticas e o desempenho da escola nos resultados do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica);
-Estreitar relações escola-família, visando maior interação escola-comunidade para obter os resultados esperados;
-Fortalecer a participação da coletividade no planejamento de atividades no intuito de melhorar os resultados;
-Garantir o desenvolvimento do Currículo da Educação Básica de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais;
-Identificar e eliminar ações que promovam resultados negativos;
-Incentivar a utilização da biblioteca (estímulo à leitura), do laboratório de ciências (descobertas científicas), sala de apoio (expressão corporal) e do Laboratório de Informática;
-Promover a interatividade com os estudantes:  incentivar e realizar gincanas culturais, cívicas e esportivas, exposições, competições, teatros, festivais, feiras, festas populares, desenvolvendo a criatividade, a arte, a iniciativa e o espírito de equipe dos alunos;
-Promover, pelo menos, uma reunião trimestral informativa e de sensibilização com os pais ou responsáveis pelos alunos e com os parceiros da escola;
-Realizar pelo menos uma atividade cultural, uma atividade esportiva e uma confraternização entre os diversos segmentos da escola anualmente.
·         Acesso, Permanência e Sucesso:
-Diminuir o índice de infrequência escolar;
·         Ambiente Educativo:
-Buscar parcerias com instituição pública e privada visando contribuir para o bom desenvolvimento da escola.
-Buscar parcerias e financiamentos para o desenvolvimento de projetos e oficinas na escola, envolvendo toda a comunidade escolar.
-Buscar recursos para terminar a construção da quadra poliesportiva e novas salas de aulas;
-Envolver a comunidade escolar através de oficinas de esporte e cultura.
-Envolver a comunidade escolar em projetos sociais onde será possível vivenciar momentos de ajuda ao próximo, bem como crescimento intelectual e moral;
-Favorecer ações que intensifiquem a interação entre gestores e comunidade escolar;
-Garantir a execução dos recursos financeiros em parceria com o Conselho Escolar;
-Implantar a Escola Aberta a toda comunidade escolar e local;
-Manter a Escola como um espaço prazeroso: relacionamento interpessoal harmônico, adequação do espaço físico sempre que necessário, contribuindo para o bem estar de todos os segmentos.
-Manter atualizado o acervo de livros literários para a biblioteca;
-Realizar parceria com toda a comunidade escolar e local, mobilizando com fins de conservação do patrimônio físico da escola;
-Realizar trimestralmente palestras educativas/motivacionais para toda a comunidade escolar;
·         Formação dos Profissionais da Escola:
-Adequar o remanejo de pessoal considerando perfil e função, para uma boa execução da mesma;
-Apoiar-se na legislação vigente como meio norteador para o cumprimento de direitos e deveres;
-Capacitação dos profissional docentes através de formação continuada, palestras, dinâmicas de grupo, troca de experiências, além de estimulá-los a estar sempre em busca de novos conhecimentos;
-Dar suporte na elaboração e execução de projetos de trabalho com o intuito de assegurar um melhor desempenho em equipes;
-Estimular e valorizar os trabalhos dos profissionais da escola, em todos os segmentos, numa gestão participativa;
-Proporcionar meios para um bom relacionamento entre os membros da comunidade escolar;
-Resolução de eventuais problemas através de diálogos e negociações;

c) Problemas e desafios:
Na análise das dimensões os problemas e desafios da escola que foram diagnosticados e que devem ter prioridade de serem superados foram:
-Alto índice de infrequência dos alunos as aulas;
-Baixo rendimento dos alunos;
-Pouca participação da família na escola;
-Problemas de relacionamento interpessoal entre gestores/professores, gestores/funcionários, professores/professores, professores/funcionários e funcionários/funcionários;
-Professores e alunos desmotivados;
-Quadra de esportes inacabada;
-Salas de aulas em espaços físicos inadequados;
d) Ações:
Serão realizadas as seguintes ações e atividades para a superação dos problemas e desafios:
1. Acompanhar, analisar e buscar soluções para compreender as causas da reprovação do escolar, de forma a melhorar a qualidade da educação na escola.
2. Comunicar as autoridades competentes os casos de infrequência escolar.
3. Realizar visita às casas dos alunos infrequentes buscando compreender, no contexto familiar, as causas da infrequência e incentivar o retorno à escola;
4. Melhorar o desenvolvimento de habilidades nos domínios cognitivo, afetivo e psicomotor dos educandos.
5. Apoiar e incentivar o desenvolvimento dos projetos propostos pela Secretaria Municipal de Educação (SME) e pelos parceiros da escola.
6. Incrementar e atualizar o acervo de materiais pedagógicos multimídia, que propicie o enriquecimento das aulas;
7. Criar e manter o Blog da escola para divulgar as atividades realizadas, produções dos alunos, professores e comunidade local, dado o seu potencial como ferramenta democrática de divulgação do trabalho desenvolvido na instituição.
8. Criar um jornal-mural e um jornal escrito mensal para a comunicação de eventos, fatos, curiosidades, dicas pedagógicas, notícias da comunidade e da própria escola, contando com a participação dos alunos, professores, servidores e direção da escola.
9. Criar uma rádio na escola para a comunicação de eventos, fatos, curiosidades, dicas pedagógicas, notícias da comunidade e da própria escola, contando com a participação dos alunos, professores, servidores e direção da escola.
10. Elaborar o Calendário Escolar, adequando à realidade escolar com participação do Conselho Escolar.
11. Estimular a leitura e pesquisa através da realização de projetos, gincanas, concursos e campanhas literárias.
12. Estimular e apoiar a organização dos alunos para que atuem em ações conjuntas, solidárias, cooperativas e comunitárias, desenvolvendo nestes a co-responsabilidade e gestão compartilhada nas decisões e projetos da escola.
13. Estimular todos os profissionais da educação à qualificação e ao aperfeiçoamento profissional, oferecendo condições e incentivo para participarem de cursos, seminários, encontros, palestras, entre outros.
14. Formar equipes esportivas para participar de eventos interescolares, intermunicipais e regionais (vôlei, basquete, futsal, grupo de dança, música).
15. Incentivar a criação de grupos de estudos monitorados pelos alunos que apresentarem melhor rendimento escolar.
16. Atualizar e manter organizado o serviço de escrituração escolar (registros, documentação dos alunos, diários de classes, dentre outros).
17. Oferecer aulas de reforço no contraturno para os alunos com dificuldades de aprendizagem.
18. Participar nos eventos cívicos e culturais: Semana da Cidadania, Semana Meio Ambiente, Folclore, Feira de Ciências, Semana do Trânsito, 7 de Setembro e Consciência Negra com a participação de toda comunidade escolar e local.
19. Promover atividades extracurriculares de caráter cultural, esportivo e confraternizações que possam melhorar a autoestima e a interação entre os diversos segmentos da escola.
20. Promover grupos de estudo envolvendo temas de interesse dos professores, incluindo-se também documentos que norteiam a Educação Básica.
21. Promover juntamente com o Conselho Escolar atividades e ações para a captação de recursos financeiros, visando arrecadar fundos para despesas extras da escola.
22. Promover trimestralmente uma reunião com os parceiros da escola com o objetivo de discutir as necessidades da instituição e de que forma podem contribuir para a operacionalização do Projeto Político Pedagógico da escola.
23. Promover uma audiência pública ao final do ano letivo para realizar a prestação de contas.
24. Promover, anualmente, a avaliação da proposta pedagógica da escola, com a participação de toda a comunidade escolar.
25. Realização de Gincana Estudantil de Integração com o intuito de receber e integrar os alunos da escola.
26. Realizar análise do Regimento Escolar com a participação de todos os segmentos da comunidade escolar.
27. Realizar conselho de classe participativo ao término de cada trimestre letivo;
28. Realizar oficinas/fóruns para abordagens que possam orientar e integrar às famílias a escola, oferecendo ações que visam promover a práticas promotoras da saúde, educação/orientação sexual, ao uso indevido de drogas, educação nutricional, etc.
29. Realizar reuniões com o Conselho Escolar para planejar suas ações e poder nortear melhor o seu trabalho da escola, de forma que todos os membros intensifiquem sua participação na escola.
30. Realizar reuniões trimestrais com o intuito de avaliar o trabalho desenvolvido por todos os segmentos da escola (direção, secretaria, professores e servidores).
31. Reelaboração do Projeto Pedagógico com participação de todos os seguimentos da escola;
32. Solicitar junto ao órgão competente o término da construção da quadra de esporte.
33. Solicitar junto ao órgão competente a construção de salas de aula e adequação dos espaços da Educação Infantil.

e) Recursos:
Para a realização das ações previstas no Plano de Ação, a escola contará com os recursos financeiros oriundos da Secretaria Municipal de Educação, com os recursos humanos da própria escola e da Secretaria Municipal de Educação, utilizando a infraestrutura da escola e a estrutura pública que a municipalidade dispõe.

f) Cronograma:




Ação
Resultados Esperados
2016
2017
2018
Responsável pela ação
Origem dos Recursos
Público envolvido
1.       
Acompanhar, analisar e buscar soluções para compreender as causas da reprovação do escolar, de forma a melhorar a qualidade da educação na escola.
Reduzir as taxas de reprovação por meio de articulação com o professor do Reforço Escolar e o professor da Sala de Recursos.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Sem custos
Alunos, professores, coordenador pedagógico, professor do Reforço Escolar e o professor da Sala de Recursos.
2.       
Comunicar as autoridades competentes os casos de infrequência escolar.
Reduzir as taxas de infrequência por meio de articulação com a Rede de Apoio Escolar (RAE).
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Sem custos
Alunos, professores, coordenador pedagógico e RAE.
3.       
Realizar visita às casas dos alunos infrequentes buscando compreender, no contexto familiar, as causas da infrequencia e incentivar o retorno à escola;
Realizar visita às casas dos alunos infrequentes por meio da articulação da Coordenação Pedagógica com a Rede de Apoio Escolar.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Secretaria Municipal de Educação
Alunos, família, professores, coordenador pedagógico e RAE.
4.       
Melhorar o desenvolvimento de habilidades nos domínios cognitivo, afetivo e psicomotor dos educandos.
Melhorar o desenvolvimento de habilidades nos domínios cognitivo, afetivo e psicomotor dos educandos por meio de articulação da professora da turma com a professora da Sala de Recursos.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Sem custos
Alunos, professores, coordenador pedagógico e professor da Sala de Recursos.
5.       
Apoiar e incentivar o desenvolvimento dos projetos propostos pela Secretaria Municipal de Educação (SME) e pelos parceiros da escola.
Desenvolver os projetos educacionais por meio de articulação com a Secretaria Municipal de Educação e com os parceiros da escola.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Secretaria Municipal de Educação
Toda a comunidade escolar, SME e parceiros da escola.
6.       
Incrementar e atualizar o acervo de materiais pedagógicos multimídia, que propicie o enriquecimento das aulas;
Ampliar o acervo de materiais pedagógicos multimídia em 30% por meio de articulação com a Comunidade Escolar, a Secretaria Municipal de Educação e com os parceiros da escola.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Secretaria Municipal de Educação
Toda a comunidade escolar, SME e parceiros da escola.
7.       
Criar o Blog da escola para divulgar as atividades realizadas, produções dos alunos, professores e comunidade local, dado o seu potencial como ferramenta democrática de divulgação do trabalho desenvolvido na instituição.
Criar o Blog da escola por meio de articulação com o professor do laboratório de informática.
X
-
-
Professor do laboratório de informática
Sem custos
Professores,
Professor do laboratório de informática, coordenador pedagógico e diretor.
8.       
Manter atualizado o Blog da Escola divulgando as atividades realizadas, produções dos alunos, professores e comunidade local, dado o seu potencial como ferramenta democrática de divulgação do trabalho desenvolvido na instituição.
Fazer as atualizações das informações no Blog da escola por meio de articulação com o professor do laboratório de informática.
-
X
X
Professor do laboratório de informática
Sem custos
Professores,
Professor do laboratório de informática, coordenador pedagógico e diretor.
9.       
Criar um jornal-mural e um jornal escrito mensal para a comunicação de eventos, fatos, curiosidades, dicas pedagógicas, notícias da comunidade e da própria escola, contando com a participação dos alunos, professores, servidores e direção da escola.
Criar um jornal-mural e um jornal escrito mensal por meio de articulação dos professores, servidores e direção da escola com o Grêmio Estudantil.
X
X
X
Grêmio Estudantil
Escola
Alunos, professores, servidores, direção da escola e Grêmio Estudantil.
10.   
Criar uma rádio na escola para a comunicação de eventos, fatos, curiosidades, dicas pedagógicas, notícias da comunidade e da própria escola, contando com a participação dos alunos, professores, servidores e direção da escola.
Criar uma rádio na escola por meio de articulação dos professores, servidores e direção da escola com o Grêmio Estudantil.
X
X
X
Grêmio Estudantil
Secretaria Municipal de Educação
Alunos, professores, servidores, direção da escola e Grêmio Estudantil.
11.   
Elaborar o Calendário Escolar, adequando a realidade escolar com participação do Conselho Escolar.
Elaborar o Calendário Escolar por meio de articulação da equipe diretiva com o Conselho Escolar.
X
X
X
Equipe diretiva
Sem custos
Equipe diretiva e Conselho Escolar.
12.   
Estimular a leitura e pesquisa através da realização de projetos, gincanas, concursos e campanhas literárias.
Realizar projetos, gincanas, concursos e campanhas literárias por meio de articulação da Coordenação Pedagógica com o restante da Comunidade Escolar e com a SME.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Secretaria Municipal de Educação
Coordenador pedagógico, comunidade escolar e SME.
13.   
Estimular e apoiar a organização dos alunos para que atuem em ações conjuntas, solidárias, cooperativas e comunitárias, desenvolvendo nestes a co-responsabilidade e gestão compartilhada nas decisões e projetos da escola.
Organizar os alunos para que atuem em ações conjuntas, solidárias, cooperativas e comunitárias por meio de articulação da Coordenação Pedagógica com o Grêmio Estudantil.
X
X
X
Grêmio Estudantil
Escola
Alunos, professores, servidores, direção da escola e Grêmio Estudantil.
14.   
Estimular todos os profissionais da educação à qualificação e ao aperfeiçoamento profissional, oferecendo condições e incentivo para participarem de cursos, seminários, encontros, palestras, entre outros.
Oferecer qualificação e aperfeiçoamento profissional a toda comunidade escolar por meio de articulação da Equipe diretiva com a Secretaria Municipal de Educação.
X
X
X
Equipe diretiva
Secretaria Municipal de Educação
Comunidade Escolar, equipe diretiva e SME.
15.   
Formar equipes esportivas para participar de eventos interescolares, intermunicipais e regionais (vôlei, basquete, futsal, grupo de dança, música).
Formar equipes esportivas por meio da articulação da Coordenação Pedagógica com o professor de Educação Física e de Arte.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Secretaria Municipal de Educação
Alunos, coordenador pedagógico, professor de Educação Física, professor de Arte e SME.
16.   
Incentivar a criação de grupos de estudos monitorados pelos alunos que apresentarem melhor rendimento escolar.
Criar grupos de estudos por meio da articulação da Coordenação Pedagógica com o Grêmio Estudantil.
X
X
X
Grêmio Estudantil
Sem custos
Alunos, professores, coordenador pedagógico e Grêmio Estudantil.
17.   
Atualizar e manter organizado o serviço de escrituração escolar (registros, documentação dos alunos, diários de classes, dentre outros).
Adquirir e instalar software de gestão administrativa escolar por meio de articulação da Equipe Diretiva com o secretário de escola
X
X
X
Equipe Diretiva
Secretaria Municipal de Educação
Equipe diretiva e secretário de escola.
18.   
Oferecer aulas de reforço no contraturno para os alunos com dificuldades de aprendizagem.
Oferecer aulas de reforço no contraturno por meio de articulação da equipe diretiva com a Secretaria Municipal de Educação.
X
X
X
Equipe Diretiva
Secretaria Municipal de Educação
Equipe diretiva e SME.
19.   
Participar nos eventos cívicos e culturais: Semana da Cidadania, Semana Meio Ambiente, Folclore, Feira de Ciências, Semana do Trânsito, 7 de Setembro e Consciência Negra com a participação de toda comunidade escolar e local.
Participar dos eventos cívicos e culturais por meio de articulação da Coordenação Pedagógica com a comunidade escolar e local.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Secretaria Municipal de Educação
Alunos, coordenador pedagógico, comunidade escolar, comunidade local e SME.
20.   
Promover atividades extracurriculares de caráter cultural, esportivo e confraternizações que possam melhorar a autoestima e a interação entre os diversos segmentos da escola.
Promover atividades de interação entre os diversos segmentos da escola por meio de articulação da Coordenação Pedagógica com toda a comunidade escolar.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Escola
Coordenador pedagógico e comunidade escolar.
21.   
Promover grupos de estudo envolvendo temas de interesse dos professores, incluindo-se também documentos que norteiam a Educação Básica.
Criar grupos de estudos por meio de articulação da Coordenação Pedagógica com os professores da escola.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Sem custos
Coordenador pedagógico e professores.
22.   
Promover juntamente com o Conselho Escolar atividades e ações para a captação de recursos financeiros, visando arrecadar fundos para despesas extras da escola.
Captar recursos financeiros por meio de articulação da equipe diretiva com o Conselho Escolar.
X
X
X
Equipe diretiva
Sem custos
Conselho escolar e equipe diretiva.
23.   
Promover trimestralmente uma reunião com os parceiros da escola com o objetivo de discutir as necessidades da instituição e de que forma podem contribuir para a operacionalização do Projeto Político Pedagógico da escola.
Realizar reunião trimestral de que forma a contribuir com a operacionalização do Projeto Político Pedagógico da escola por meio de articulação da equipe diretiva e parceiros da escola.
X
X
X
Equipe diretiva
Sem custos
Parceiros da escola e equipe diretiva.
24.   
Promover uma audiência pública ao final do ano letivo para realizar a prestação de contas.
Realizar audiência pública para realizar a prestação de contas por meio da articulação da equipe diretiva e a comunidade escolar.
X
X
X
Equipe diretiva
Sem custos
Comunidade escolar e equipe diretiva.
25.   
Promover, anualmente, a avaliação da proposta pedagógica da escola, com a participação de toda a comunidade escolar.
Promover a avaliação da proposta pedagógica por meio de articulação da Coordenação Pedagógica com a comunidade escolar.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Sem custos
Comunidade escolar e coordenador pedagógico.
26.   
Realização de Gincana Estudantil de Integração com o intuito de receber e integrar os alunos da escola.
Realizar Gincana Estudantil por meio da articulação do professor de Educação Física com os alunos.
X
X
X
Professor de Educação
Escola
Professor de Educação Física e alunos.
27.   
Realizar análise do Regimento Escolar com a participação de todos os segmentos da comunidade escolar.
Realizar análise do Regimento Escolar por meio da articulação da Coordenação Pedagógica com a comunidade escolar.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Sem custos
Comunidade escolar e coordenador pedagógico.
28.   
Realizar Conselho de Classe Participativo ao término de cada trimestre letivo;
Realizar Conselho de Classe Participativo por meio de articulação da Coordenação Pedagógica com os professores e líderes de turmas.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Sem custos
Coordenador pedagógico, professores e líderes de turmas.
29.   
Realizar oficinas/fóruns para abordagens que possam orientar e integrar às famílias a escola, oferecendo ações que visam promover a práticas promotoras da saúde, educação/orientação sexual, ao uso indevido de drogas, educação nutricional, etc.
Realizar oficinas/fóruns as famílias da escola por meio da articulação da Coordenação Pedagógica com as famílias da escola.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Secretaria Municipal de Educação
Coordenador pedagógico e famílias da escola.
30.   
Realizar reuniões com o Conselho Escolar para planejar suas ações e poder nortear melhor o seu trabalho da escola, de forma que todos os membros intensifiquem sua participação na escola.
Reunir-se com o Conselho Escolar por meio da articulação da equipe diretiva com o Conselho Escolar.
X
X
X
Equipe diretiva
Sem custos
Conselho escolar e equipe diretiva.
31.   
Realizar reuniões trimestrais com o intuito de avaliar o trabalho desenvolvido por todos os segmentos da escola (direção, secretaria, professores e servidores).
Avaliar o trabalho escolar por meio da articulação da equipe diretiva com parte da Comunidade Escolar.
X
X
X
Equipe diretiva
Sem custos
Secretário da escola, professores, funcionários e equipe diretiva.
32.   
Reelaboração do Projeto Pedagógico com participação de todos os seguimentos da escola;
Reelaborar o Projeto Pedagógico por meio da articulação da Coordenação Pedagógica com a Comunidade Escolar.
X
X
X
Coordenação Pedagógica
Sem custos
Coordenador pedagógico e Comunidade Escolar.
33.   
Solicitar junto ao órgão competente o término da construção da quadra de esporte.
Concluir a construção da quadra de esporte por meio da articulação da equipe diretiva com a Secretaria Municipal de Educação.
X
X
X
Equipe Diretiva
Secretaria Municipal de Educação
Equipe diretiva e SME.
34.   
Solicitar junto ao órgão competente a construção de salas de aula e adequação dos espaços da Educação Infantil.
Construir salas de aula e adequar os espaços da Educação Infantil por meio da articulação da equipe diretiva com a Secretaria Municipal de Educação.
X
X
X
Equipe Diretiva
Secretaria Municipal de Educação
Equipe diretiva e SME.


g) Envolvidos:
Buscar-se-á envolver todos os segmentos da comunidade escolar envolvidos direta ou indiretamente nas ações: professores, funcionários, alunos, pais, comunidade em geral, ou seja, serão oportunizados momentos de participação a todos conforme a área de atuação.

h) Metas:
Buscando superar os desafios e problemas buscar-se-á atingir as seguintes metas:
Ação
Meta
1.       
Reduzir as taxas de reprovação de 30% para 5%.
2.       
Reduzir as taxas de infrequência de 40% para 5%.
3.       
Realizar visita às casas dos alunos infrequentes sempre que tiverem 3 faltas semanais consecutivas ou mais de quatro aleatórias no mês vigente;
4.       
Melhorar o desenvolvimento dos educandos de forma que melhore suas atitudes no ambiente escolar.
5.       
Envolver a comunidade escolar em projetos sociais onde será possível vivenciar momentos de ajuda ao próximo, bem como crescimento intelectual e moral.
6.       
Atualizar, pelo menos uma vez no ano, o acervo da biblioteca e o acervo de materiais pedagógicos multimídia.
7.       
Criar o Blog da escola no período máximo de 6 meses.
8.       
Atualizar o Blog da Escola semanalmente.
9.       
Criar um jornal-mural e um jornal escrito no período de 6 meses e fazer uma edição mensal com informações atualizadas.
10.   
Criar uma rádio na escola dentro de um ano.
11.   
Elaborar o Calendário Escolar no final de cada ano para o ano seguinte.
12.   
Incentivar a utilização da biblioteca (estímulo à leitura), do laboratório de ciências (descobertas científicas), sala de apoio (expressão corporal) e do Laboratório de Informática (uso das tecnologias de forma educatia).
13.   
Desenvolver projetos juntos aos alunos de conscientização da necessidade de preservação e conservação do espaço escolar e de cidadania.
14.   
Capacitar os docentes através de formação continuada (40 h/aula) com: palestras, dinâmicas de grupo, troca de experiências, além de estimulá-los a estar sempre em busca de novos conhecimentos.
15.   
Realizar na escola, no mínimo duas atividades esportivas e culturais (apresentações e jogos nas diversas modalidades), uma em cada semestre letivo;
16.   
Criar no primeiro semestre letivo, um grupo de estudo por turma dos anos finais do Ensino Fundamental, sendo que o mesmo deverá ter encontros semanais.
17.   
Adquirir no primeiro semestre letivo software de gestão escolar e instalar na escola.
18.   
Oferecer no mínimo 2 turnos de aulas de reforço semanal no contraturno para os alunos com dificuldades de aprendizagem.
19.   
Participar nos eventos cívicos e culturais: Semana da Cidadania, Semana Meio Ambiente, Folclore, Feira de Ciências, Semana do Trânsito, 7 de Setembro e Consciência Negra a fim de fortalecer a participação de toda comunidade escolar e local e também usar esses eventos para divulgar e mostrar a comunidade o trabalho desenvolvido na escola a fim de maior valorização da mesma.
20.   
Realizar uma vez no ano, pelo menos uma atividade cultural, uma atividade esportiva e uma confraternização entre os diversos segmentos da escola.
21.   
Realizar uma reunião pedagógica mensal para conscientizar os professores da necessidade de encontrar caminhos adequados e prazerosos para a concretização do processo ensino-aprendizagem, construindo, dessa forma, um ambiente estimulador e agradável. Uma pedagogia centrada no aluno e não só conteúdos; 
22.   
Administrar, com a participação do conselho escolar, as verbas recebidas, de forma a atingir o objetivo maior que é a construção de uma escola pública de qualidade.
23.   
Promover, pelo menos, uma reunião trimestral informativa e de sensibilização com os pais ou responsáveis pelos alunos e com os parceiros da escola;
24.   
Promover uma audiência pública ao final de cada ano letivo.
25.   
Promover, anualmente, a avaliação da proposta pedagógica da escola.
26.   
Realizar uma Gincana Estudantil de Integração no inicio de cada ano letivo.
27.   
Realizar anualmente a análise do Regimento Escolar.
28.   
Realizar um Conselho de Classe Participativo ao término de cada trimestre letivo;
29.   
Realizar uma reunião trimestral para manter contato direto e transparente com a comunidade escolar, construindo um relacionamento harmonioso de forma que os pais percebam a importância de sua participação para a concretização de uma Escola de qualidade e na oportunidade realizar palestras educativas/motivacionais.
30.   
Realizar uma reunião no início de cada semestre letivo com o Conselho Escolar para planejar as ações que vão nortear o trabalho da escola, de forma que todos os membros intensifiquem sua participação na escola.
31.   
Realizar uma reunião trimestral com todos os segmentos da escola (direção, secretaria, professores e servidores).
32.   
Reelaborar o Projeto Político Pedagógico no primeiro ano de gestão escolar (uma vez a cada três anos).
33.   
Solicitar o término da construção da quadra de esporte a ser realizado no primeiro semestre do ano.
34.   
Solicitar a construção de salas de aula e adequação dos espaços da Educação Infantil a ser realizada no período máximo de um ano.

i) Resultados esperados:
Os resultados estão listados na tabela do Cronograma.

j) Responsável pela ação:
Os responsáveis por cada ação estão listados no Cronograma.


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS


PPP Escola Municipal Cleiton Costa. Disponível em: http://smecengenhovelho.blogspot.com.br/2014/07/projeto-politico-pedagogico-cleiton.html. Acesso em: 31 de julho de 2016.

Etkin, J y Schvarstein, L. (1989). Identidad de las organizaciones. Invariancia y cambio. Buenos Aires, Paidós. Cap. 7, 8 y9.

Etkin J. (2005). Gestión de la Complejidad en las Organizaciones. Buenos Aires, Granica, 2005. Cap 9.

Enriquez, E. (2002). La institución y las organizaciones en la educación y la formación. Buenos Aires, Ediciones Novedades Educativas. Cap 1, selección.

Lewkowicz, I. y Otros (2001). Del fragmento a la situación. Notas sobre la subjetividad contemporánea. Grupo Editorial Altamira. Selección.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      
Schvarstein L. (2000). Diseño de Las Organizaciones. Buenos  Aires, Paidós.  Cap. 1

SILVA, Margarida Sônia Marinho; ZENAIDE, Maria de Nazaré Tavares. Plano de Ação em Educação em e para Direitos Humanos na Educação Básica, s.d. Disponível em: <http://dhnet.org.br/dados/cursos/edh/redh/02/modulo_2_3_plano_de_acao_naza.pdf>.
Acesso em: 15 jan. 2015.

SISTEMAS DE CREENCIAS



SISTEMAS DE CREENCIAS


1. INTRODUCCIÓN


La psicología cognitiva es como se denota a los sistemas en psicología que se encargan del estudio de la cognición, es decir, los procesos mentales implicados en el conocimiento. Tiene como objeto de estudio los mecanismos básicos y profundos por los que se elabora el conocimiento, desde la percepción, la memoria y el aprendizaje, hasta la formación de conceptos y razonamiento lógico. Por cognitivo entendemos el acto de conocimiento, en sus acciones de almacenar, recuperar, reconocer, comprender, organizar y usar la información recibida a través de los sentidos.
Está situada dentro de lo que se denomina el hexágono cognitivo, formado por la interrelación entre Neurociencia, Inteligencia Artificial, Psicología, Lingüística, Antropología y Filosofía. Recibe influencias de disciplinas y teorías afines, como el tratamiento de la información, la inteligencia artificial, la ciencia del lenguaje y el enfoque holístico.
El interés de la psicología cognitiva es doble. El primer interés es estudiar cómo las personas entienden el mundo en el que viven y también se abordan las cuestiones de cómo los seres humanos toman la información sensorial entrante y la transforman, sintetizan, elaboran, almacenan, recuperan y finalmente hacen uso de ellas. El resultado de todo este procesamiento activo de la información es el conocimiento funcional en el sentido de que la segunda vez que la persona se encuentra con un acontecimiento del entorno igual o similar está más segura de lo que puede ocurrir comparado con la primera vez.
Cuando las personas hacen uso de su conocimiento construyen planes, metas para aumentar la probabilidad de que tendrán consecuencias positivas y minimizar la probabilidad de consecuencias negativas. Una vez que la persona tiene una expectativa de la consecuencia que tendrá un acontecimiento, su actuación conductual se ajustará a sus cogniciones.
La Psicología Cognitiva surgió como corriente psicológica en los años 50 y 60 como reacción al conductismo. La principal discrepancia con éste es el acercamiento a la llamada cuestión de la caja negra.
La Psicología cognitiva surge como alternativa a la concepción conductista de la mente como caja negra inaccesible. Es difícil atribuir su aparición a un único autor, pero sí parece claro que su inicio coincide con la aparición y desarrollo de los ordenadores. El funcionamiento de estas máquinas sirve como metáfora al investigador para explorar el funcionamiento de los procesos cognitivos internos.
Es decir, la proposición conductista de la mente que no puede ser estudiada debido a la imposibilidad de un acercamiento a través del método científico. En contraste, la psicología cognitiva hace uso de procesos mentales para explicar la conducta (a diferencia de tan solo asociaciones entre estímulos y respuestas). Los psicólogos cognitivos ponen énfasis en la influencia que el procesamiento de la información tiene sobre la conducta, afirmando que el individuo compara la información nueva con su “esquema” o estructura cognitiva preexistente. Los acontecimientos y las situaciones nuevas se interpretan a la luz de lo que ya se ha aprendido. En ocasiones, es preciso adaptar el esquema a esta información.
En ese momento de desarrollo de la psicología, esta se encontraba en un intento por validarse como ciencia, por lo que esta nueva psicología cognitiva despreció su tradición fenomenológica propiciada por Wundt, negando la validez de la introspección como método para alcanzar un conocimiento objetivo. Así, la psicología cognitiva es distinta de otras perspectivas psicológicas previas en dos aspectos principales. Primero, acepta el uso del método científico, y rechaza la introspección como método válido de investigación, contrario a métodos fenomenológicos tales como la psicología de Freud. Segundo, plantea la existencia de estados mentales internos (tales como creencias, deseos y motivaciones) contrario a la Psicología conductista. (Neisser, 1967).


2. EL SISTEMA DE CREENCIAS


Los hallazgos y evidencias de la Psiconeuroinmunologia han establecido a través de diversos estudios, suficientemente convincentes para el pensamiento científico de fin de siglo, la interrelación e interdependencia de los Sistemas Nervioso, Inmunológico y Endocrino; de tal forma, que los procesos mentales forman parte de una compleja red de interacciones bioquímicas bidireccionales con dichos Sistemas. Ello significa que nos encontramos ante una evidente multifactorialdad en los procesos de salud, bienestar y enfermedad relacionados ya no solo con la herencia y el medio ambiente sino con los procesos mentales asociados a los pensamientos, las emociones y el comportamiento. Dentro de dichos procesos nos focalizaremos en un elemento clave y fundamental: El Sistema de Creencias y algunas herramientas conceptuales y prácticas que permiten ampliar la comprensión y dinámica de las mismas, así como las posibilidades de cambios de las creencias.
Una creencia es en esencia un pensamiento, el cual tiene una significación de certeza, de verdad o arraigada convicción subjetiva para la persona que la sostiene.
En ocasiones la creencia está basada en una interpretación de un determinado hecho más que en el hecho mismo o en la realidad. Dicha interpretación se fundamenta en las experiencias y aprendizajes previos de cada individuo; por ello es importante considerar las posibilidades de re contextualizar la creencia como un pensamiento susceptible al error, aunque este se dé por verdadero o cierto; la consecuencia de lo anterior es descubrir la viabilidad al cambio o la factible sustitución de algunas creencias.
Sin embargo, las personas tienen creencias que adquieren características permanentes, ya sea por que se elige creer en ellas o por que representan mensajes recibidos o asimilados en la infancia de las figuras parentales o el contexto social construyéndose así el marco de pensamiento referencial.
Todos tienen Sistemas de Creencias, los cuales constituyen modelos cognitivos de representación del mundo, del yo, los otros y los hechos de la realidad.
Villoria (1987) señala que sin los sistemas de creencias

“el cerebro estaría vacío de contenidos indispensables o representaciones acerca del mundo, el Yo, y los otros y en consecuencia la conducta humana carecería de direccionalidad y las metas de significación particular que nos distinguen como personas...este sistema de creencias constituye un equipamiento para enfrentar las demandas internas y externas, sin el cual, no tendrían respuesta alguna a disposición. La gente se expresa y opera según lo cree y una creencia es justamente, lo que se cree. En este sentido, una creencia positiva, es decir, no empobrecida y limitada de opciones, facilitará la satisfacción de las necesidades reales y naturales del individuo".

En la estructuración del sistema de creencias un aspecto determinante el desarrollo evolutivo de la niñez; el niño es ingenuo o crédulo por razones neurofisiológicas, tiene hambre de contenidos para ir comprendiendo la realidad y representarse al mundo; esta condición lo hace especialmente vulnerable a la asimilación de la información disponible tanto de los adultos que lo rodean e interactúan con él, como la que se difunde en los procesos de socialización.
La escasez de información real como situación evolutiva, facilita la captación y aceptación de mensajes que se convierten en creencias y posteriormente esa misma escasez de información puede operar como obstáculo para desalojar un determinado pensamiento del sistema de creencias.
Creer en los mensajes e información recibida, además de estructurar el sistema de creencias del niño, le permite la representación del mundo, y la realidad, así como el mantenimiento del equilibrio vital, que le conduce a emitir respuestas selectivas de acuerdo a su sistema referencial de pensamientos. En consecuencia, las creencias de una persona pueden estar condicionadas principalmente por:
- La ingenuidad: de forma recurrente como se estructuró evolutivamente su sistema de creencias.
-La desinformación: al no disponer de información verídica y real.
-Los conocimientos: bien sean estos los mensajes parentales recibidos: la información socializada, conceptos actualizados o los conocimientos especializados.
-Los convencionalismos sociales: que suelen reforzar prejuicios y estereotipos.
-Los principios éticos: que sustentan las creencias fundamentales acerca del ser, su trascendencia y su cualidad espiritual.
En principio podemos definir un sistema de creencia como un conjunto heterogéneo de pensamientos (marco referencial) el cual permite asignarle significados, comprender y explicar los eventos de la realidad.
Los sucesos de las realidades internas o externas de las personas al pasar por ese sistema interpretativo configurado por las creencias, genera respuestas selectivas emocionales, actitudinales y conductuales, las cuales van a proporcionar un determinado impacto sobre la persona total (mente, cuerpo y espíritu).
Los eventos o circunstancias de la vida diaria activan el sistema de creencias: pensamiento, imaginaciones, mensajes recibidos, información socializada, razones lógicas, intuiciones, ideas al azar. La (s) creencia (s) suscitada por un determinado hecho, puede pasar desapercibida a la conciencia, en el sentido de no descifrar con claridad la formulación o premisas del pensamiento en cuestión. En cambio, puede ser percibida con mayor nitidez la emoción con sentimiento relacionado con dicho pensamiento.
Es frecuente observar como algunas personas ante los hechos de la vida, perciben más fácilmente lo que sienten ante un evento, en lugar de las ideas o creencias que subyacen al mismo.
Algunos eventos una vez que pasan al sistema interpretativo pueden traducirse en respuestas emocionales negativas que conllevan a las respuestas físicas típicas del stress, afectando el óptimo funcionamiento de la respuesta inmunológica y exponiendo a la persona a las posibilidades de enfermar, acentuar sus síntomas o limitar sus opciones de bienestar.
El sistema de creencia está constituido por un conjunto de pensamientos que permiten significar e interpretar los eventos de la realidad, estos va a integrar una totalidad en la cual participan componentes emocionales y actitudinales y que van a tener su expresión observable en las pautas del comportamiento y/o en los ámbitos psicofísicos de la persona.

2.1 Tipos de Creencias

-Creencia insana: Es aquella creencia basada, casi exclusivamente en interpretaciones o aprendizajes distorsionados de la realidad. Es una creencia fundamentada en generalizaciones, lo que impide ver particularidades o asumir una perspectiva global de análisis de la situación o evento. En este tipo de creencias es frecuente el uso del pensamiento mágico por déficit de una información real o insuficiente habilidad para poner en duda la validez de un pensamiento; está asociada a emociones negativas (miedo - rabia - culpa - dolor) las cuales, no contribuyen al óptimo funcionamiento del sistema inmunológico y tienden a conformar momentos o estados de pesimismo o desesperanza. En esta razón radica la denominación de "negativas", no en el hecho de experimentarlas, ya que sentir emociones cualquiera que sea es parte del proceso vital.
-La creencia insana es en esencia opresora y resistente al cambio: Si una persona cree que su enfermedad significa sólo sufrimiento, inhabilitación o muerte, puede afectar sensiblemente el funcionamiento de sus sistemas nervioso, endocrino e inmunológico; creando factores que no favorecen el proceso de sanación o bienestar. La creencia insana va en camino opuesto al bienestar integral de la persona.
-Creencia positiva: Es aquella creencia basada en un optimismo característicamente exagerado y negador de la realidad. De alguna manera constituye una respuesta defensiva para no ver ni examinar con objetividad la situación, ni experimentar emociones indeseables como el dolor o el pánico.  Indudablemente la creencia positiva es mejor que la creencia insana, ya que incluso, pudiese derivar relativa tranquilidad a la persona y sus allegados; pero el riesgo implícito de la negación, como elemento sustentador, constituye su debilidad; ya que cualquier circunstancia adversa, como una respuesta desfavorable al tratamiento o una recurrencia, la puede hacer sucumbir, conduciendo a la persona a estados emocionales desfavorables.
-Creencia saludable: Es aquella creencia basada en hechos reales; la persona asume con responsabilidad trabajar para desarrollarla, a fin que contribuya a su sanación y/o bienestar.  La creencia saludable es producto de un proceso de decisión de cambio y está asociada a emociones positivas y neutras (paz, sosiego, amor, alegría, certidumbre); es en consecuencia una creencia liberadora que asume la premisa: "Más importante que lo que me está sucediendo, es lo que decido hacer con lo que me está ocurriendo". Una persona con creencias saludables ante su enfermedad busca proactivamente procurarse los niveles más altos posibles de bienestar, armonía, asumiendo responsablemente que si hizo cosas que pudieron contribuir a su enfermedad, puede igualmente realizar acciones en dirección opuesta, es decir, hacia su sanación o bienestar. La creencia saludable es liberadora y contribuye activamente con los mecanismos pisco-físicos que protegen al organismo de la enfermedad.
Es fundamental considerar el hecho, que al querer desalojar un pensamiento insano del sistema de creencias y cambiarlo por una creencia saludable, se produce una disonancia cognoscitiva, lo cual representa literalmente una "lucha" entre la creencia nueva por sustituir la creencia antigua, ello representa el desafío de enseñar al individuo a cuestionar conceptos erróneos específicos e instituir procesos alternativos para razonar, imaginar, manejar las emociones y re direccionar las actitudes y la conducta global hacia el bienestar, la satisfacción y la paz interna.
Dilts (1996) describe varios tipos de creencias; los cuales resulta interesante examinar para orientar el trabajo terapéutico:
a) Expectativa de objetivo que se refiere a estar convencido, pensar que una determinada meta es alcanzable. Si una persona no cree que un objetivo de salud sea factible, experimentará desesperanza y en consecuencia no emprenderá acciones para sanarse o estar mejor.
b) Expectativa de auto eficacia que consiste en creer que disponemos de recursos necesarios para lograr un objetivo. Cuando una persona cree que no tiene dichos recursos - por ejemplo, que otros pueden superar una enfermedad, más no ella - es típico encontrar un sentimiento de desamparo, el cual lo conducirá también a la pasividad o acciones improductivas.
c) Expectativa de respuesta que es lo que la persona espera que le suceda, ya sea positivo o negativo, y como una consecuencia lógica de las acciones que emprende u ocurre en una determinada situación. Un buen ejemplo de la expectativa de respuesta es el denominado efecto Placebo, el cual describen diversas investigaciones como el fenómeno que se produce cuando una sustancia específica "genera" una especial respuesta no atribuible a los efectos farmacológicos en si, sino más bien a la sugestionabilidad, a los procesos cognitivo, la expectativa de respuesta, es decir las creencias.
d) Creencias sobre la causa estas provienen de "los filtros" de la experiencia, es a lo que asignamos la causalidad de un hecho. Si a un paciente con cáncer, le preguntamos sobre lo que él considera la causa de su enfermedad, podemos encontrar pistas importantes sobre su marco referencial de pensamiento.
e) Creencias sobre el significado, por ejemplo ¿qué significa que una persona tenga cáncer o una enfermedad autoinmune? Pueden surgir diversos significados: es un castigo, se es mala persona, se perdió el deseo de vivir, se necesita producir cambios en la forma de vivir, etc. Los significados pueden ser cualitativamente opuestos y ello tendría incidencias diferentes en los comportamientos y en la salud; - por ejemplo - si alguien considera ante un diagnóstico de una enfermedad de riesgo que morirá pronto, probablemente su estado emocional será adverso y no emprenderá acciones que puedan hacerlo sentir mejor. En cambio, si esa persona le asigna un significado de necesitar un cambio en su vida, originará comportamientos dirigidos a lograr dicho cambio. "Las creencias sobre el significado se traducirán en comportamientos congruentes con la creencia". (Dilts, 1996).
f) Creencias sobre la identidad son las que conceptualizan al "yo" de la persona y describen sus rasgos o habilidades. Están relacionadas con el auto concepto e incluyen la representación de las propias destrezas y las limitaciones personales. Algunas creencias sobre la identidad - tales como - "no puedo", "no valgo", "no merezco", "no va conmigo" - pueden coartar las posibilidades de cambios, ya que a menudo no se es consciente de ellas.
Es posible identificar los diferentes aspectos y tipos de creencias que puede sustentar una persona ante una enfermedad; y en consecuencia promover un proceso de cambio hacia las alternativas de bienestar y salud, representado por lo que Barker, J. (1995) denomina cambio paradigmático y que en esencia es una transformación de las reglas, modelos cognitivos, patrones de percepción y límites, lo que amplía las formas de responder a la realidad presente y futura.

2.2 Cambio de Creencias

El cambio de creencias en la experiencia aquí reseñada se enfoca hacia:
-Recibir información general sobre las creencias haciendo énfasis en los efectos de los pensamientos y emociones sobre los procesos de salud y enfermedad.
-Comprender el impacto de los pensamientos y las emociones sobre las actitudes y la conducta de la persona en su integridad.
-Proponer estrategias de cambios de creencias como una opción dentro de la multifactorial dad capaz de fortalecer el proceso de bienestar o sanación.
En el proceso de cambios, muchas personas pueden necesitar apoyo o ayuda especializada; el primer paso es asumir la necesidad de cambiar y decidir ejecutar persistentemente diversas acciones para lograr la transformación.
Algunas razones que dificultan el cambio son:
-La intensa emocionalidad que genera un evento impactante como cualquier enfermedad, que coloque en riesgo el bienestar integral. Sin embargo, ese dolor emocional, paradójicamente, puede colocar en evidencia alguna de las creencias insanas de la persona en relación a su vida y al proceso que está viviendo; planteando en consecuencia, la necesidad de un cambio.
-En el repertorio de comportamientos de las personas hay posturas y patrones frente a los hechos o actitudes, que predisponen a actuar de una determinada forma; dichas actitudes y conductas pudiesen ser particularmente resistentes al cambio.
-El cambio de creencias constituye en esencia un cambio de pensamientos o marco referencial, esa ruptura atraviesa por un proceso de disonancia cognoscitiva, que se traduce en la persona en una vivencia de dudas e incertidumbres ante la antigua idea y el nuevo pensamiento.
-Todo proceso de cambio mueve fuerzas psíquicas que se oponen al mismo. En Laplanche y Pontalis (1979), se define esa oposición, en el contexto del tratamiento psicoanalítico, como la resistencia, la cual se traduce en obstáculos generalmente inconscientes para el esclarecimiento de los síntomas, impidiendo el trabajo terapéutico con represión (exclusión de contenidos de la conciencia), transferencia y beneficio secundario de la enfermedad.
-El contexto socio-cultural juega un papel determinante en el cambio de creencias. Especial atención debe prestarse al hecho que somos seres en interrelación y en la comunicación interpersonal entran en juego nuestras creencias.
Dilts y Col (1996) citan a Joseph Yeager, conocido autor y formador en PNL, quien definió los tres componentes necesarios para un cambio eficaz: a) querer cambiar, b) saber cómo cambiar, y c) tener la oportunidad de cambiar. Por estas razones se propone a los pacientes y sus personas de apoyo examinar sus creencias y decidir la implementación de estrategias de cambios, de tal forma de transformar las creencias insanas e incluso las creencias positivas en creencias saludables.


3. CONCLUSIONES


Las terapias cognitivos conductuales son una fusión de las terapias conductistas y las terapias cognitivas, parten de la premisa que el comportamiento (tema central del conductismo) es consecuencia de los pensamientos (tema central del cognitivismo), al igual que los conductistas toma en cuenta la relación estimulo-respuesta, con la diferencia que el individuo no reacciona mecánicamente a los estímulos provenientes del ambiente, sino que estos son mediados por un pensamiento, he ahí la premisa de que no son las situaciones las que generan el conflicto, sino lo que se piensa de las mismas.
Es común que los individuos piensen o crean, que su estado emocional y su respectiva respuesta conductual, sea propiciada por los estímulos ambientales, si esto fuera así, todas las personas reaccionaran igual ante los mismo estímulos, de hecho este es uno de los argumentos que se utilizan en la confrontación, para que se den cuenta que lo que en realidad les está ocasionando la alteración emocional, es lo que está pensando de la situación, no la situación en sí.
Con base a la creencia de que son las situaciones las causantes de sus conflictos, algunos pacientes hacen a terapia buscando ayuda para solucionar problemas prácticos, lo cual está fuera del alcance del terapeuta, porque lo que él ayuda a solucionar son los problemas emocionales, resultado de esos problemas prácticos, por eso es importante que además, el terapeuta le ayude a distinguir entre problemas prácticos y problemas emocionales. Por eso se le ha considerado a las terapias cognitivo-conductuales eficaces en el tratamiento de los problemas emocionales, por ese denominador común que tienen, el pensamiento distorsionado.
Es importante desarrollar las habilidades básicas para poder conducir la terapia de manera eficaz, porque de otra manera no sería viable, y además tener la ética para poder decir que no se puede atender al sujeto en caso necesario, así como también detectar a los individuos que pretenden sabotear el proceso terapéutico.


4. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS



BARKER, Joel Arthur. (1995). Paradigmas: el negocio de descubrir el futuro. Bogota. McGraw Hill.

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