8/29/2022

ATIVIDADES PARA TRABALHAR O "CONHECER-SE E EXPRESSAR" - 2

 O que a criança poderá aprender com as atividades propostas:

  • Conhecer em si e no outro, suas características físicas e motoras.
  • Identificar e reconhecer o outro.
  • Identificar e conhecer as partes externas do corpo.
  • Reconhecer semelhanças e diferenças físicas existentes entre as crianças da sala.
  • Criar possibilidades de interação mediante o conhecimento e reconhecimento do outro.
  • Desenvolver competências e habilidades para expor ideias próprias, bem como perceber a importância da socialização do conhecimento.
  • Possibilitar o desenvolvimento motor, emocional e da linguagem.
  • Estabelecer vínculos afetivos entre os pares.
  • Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências.
  • Desenvolver atitudes de respeito durante a escuta e a fala do outro.
  • Reconhecer emoções e sentimentos por meio da influência que pessoas e situações exercem sobre ela.
  • Desenvolver a oralidade.
  • Expressar sentimentos, opiniões, emoções, dúvidas, vontades, angústias, medos, dentre outros.
  • Narrar acontecimentos vivenciados em seu cotidiano dentro ou fora do ambiente escolar.
  • Desenvolver habilidades de leitura e de escrita.
  • Ler diferentes textos de forma autônoma ou com ajuda.
  • Desenvolver a capacidade de ler, de escrever e de compreender, por meio do lúdico.
  • Formular hipóteses sobre o tema ou assunto abordado.
  • Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências em grupos.
  • Trabalhar em equipe.

2ª Atividade: Caminhar diferente

 

Campos de Experiência:        O eu, o outro e o nós

                                               Corpo, gestos e movimentos

                                               Traços, sons, cores e formas

                                               Escuta, fala, pensamento e imaginação

Informações ao professor

Professor(a), as habilidades físicas e motoras são algumas das primeiras que desenvolvemos na vida. As crianças usam os grandes músculos do corpo para se sentar, ficar em pé e pular.

O ato de andar também é uma das primeiras habilidades que a criança desenvolve. Andamos quase sempre sem perceber nossa ação de caminhar, sem prestar atenção nos movimentos e implicações que englobam esse ato. Dessa forma, a atividade que propomos, a seguir, tem como intuito possibilitar que as crianças reflitam e percebam como o caminhar é fundamental em nossas vidas.

Com esta atividade, esperamos que seja possível perceber o ritmo de cada um, e o ritmo do grupo ao qual fazemos parte, não importando de que maneira se ande, mas sim a percepção de si mesmo e do outro.

Aproveite este momento para refletir sobre o seu próprio ritmo de caminhar e sobre as questões que serão apresentadas nesta atividade. Vamos lá?!

Dialogando com a turma

Organize as crianças em uma roda de conversa e estabeleça um diálogo sobre o que elas observam enquanto caminham. Pergunte se elas prestam atenção nos seus próprios movimentos que fazem no ato de caminhar. Indague se já tiveram a oportunidade de perceber o ritmo quando caminham, se andam rápido ou devagar.

Ao ouvir suas ideias, aproveite para indagá-las com as seguintes perguntas:

·         Vocês acham que andar é importante? Por quê?

·         Como as pessoas que têm limitações físicas para andar fazem para se locomover?

·         Que parte de nosso corpo atua como suporte do corpo e é indispensável para locomoção?

Ouça as crianças e elabore novas indagações a partir do diálogo estabelecido. Depois de ouvir, proponha a realização da atividade “Caminhar diferente”.

Para isso, lance um desafio, por meio de diálogo coletivo, para a participação de todas as crianças, inserindo aquelas que não têm o hábito de falar e questionando-as sobre o que pensam a respeito de determinada questão.


Caminhar diferente

Veja como você poderá realizar a atividade “Caminhar diferente”:

·         Organize um espaço amplo e sem obstáculos para realizar a atividade. Providencie aparelho de som, CD, pendrive ou outro recurso auditivo. Coloque alguma música de sua preferência que possibilite movimentos como: andar, correr e saltar.

·         Explique para turma que será realizada a atividade chamada “Caminhar diferente”, em que eles terão a oportunidade de se movimentar conforme sua indicação, devendo respeitar o ritmo de cada colega e tendo concentração e atenção.

·         Convide as crianças para irem para uma área externa. Pode ser o pátio, uma quadra de esporte, ou a própria sala de aula. Se optarem por permanecer na sala de aula, retire as carteiras/mesas para que os alunos possam se movimentar.

 


Fazendo Arte: Carimbando os pés

Convide a turma para produzir um desenho com os pés, carimbando os pés.

Para isso, providencie cartolina, ou outro material que você tiver disponível, que seja suficiente para que as crianças possam carimbar os seus pés. Se preferir, você poderá usar o piso do pátio para que elas façam as suas marcas.

Também providencie tinta para pintura a dedo de diferentes cores, mas que seja possível lavar os pés e sair com facilidades. O papel deverá ser colocado no chão e as tintas deverão ser colocadas em pratinhos de isopor ou papelão (caixa de papelão aberta), ou, se preferirem, as crianças poderão utilizar o pincel para passar a tinta no pé do outro. Por fim, arrume um espaço para que as crianças possam lavar os pés e uma toalha/pano para secá-los.


Para realização desta atividade, você poderá pedir ajuda a colegas de trabalho e/ou familiares das crianças. Se você utilizar algum tipo de papel para carimbar os pés, exponha os trabalhos na sala de aula ou nos corredores da escola. Não se esqueça de registrar o nome da atividade e seus objetivos.

No final da atividade pergunte à turma o que acharam dela e o que sentiram ao molhar os pés na tinta. Aproveite para comparar os pés uns dos outros. Ressalte as diferenças e o respeito por elas.

Você poderá aproveitar essa atividade para dialogar com as crianças sobre as pessoas que possuem alguma limitação física, para conversar sobre os sapatos que usam... Sempre destacando a importância do respeito às diferenças.

Faça uma pesquisa com as crianças sobre a importância dos pés e das pernas, desenhando esses membros e escrevendo os nomes de cada uma de suas partes.

Como carimbar os pés dos bebês e crianças bem pequenas?

Professor(a), você também poderá passar tinta nos pés das crianças e carimbá-los, por exemplo, em um lençol ou papel kraft, em uma cartolina, dentre outros. Com aquelas crianças que conseguem sustentar o corpo, você pode pedir que caminhem sobre o material que você definir, deixando as marcas de seus pezinhos.

A tinta escolhida deve ser atóxica, à base de água e não conter ácido, pois será usada na pele delicada do bebê.

Veja como proceder com os pequeninos:

·         Lave os pés dos bebês com sabão neutro e água morna para garantir que eles fiquem bem limpos. Seque os pés com uma toalha.

·         Coloque os bebês em uma posição confortável e segura, por exemplo, segurando-os ou colocando-os em uma cadeira alta. Prepare os materiais, garantindo que estejam próximos de vocês.

·         Pinte os pés dos bebês com a tinta. Você poderá usar uma esponja para passar a tinta para os pés dos bebês.

·         Segure delicadamente um pé de cada vez com uma das mãos e pressione contra o papel e/ou lençol. Pressione com cuidado, até obter um bom resultado.

·         Reaplique a tinta e refaça os carimbos se o bebê mexer e o carimbo não ficar com uma boa marca.

·         Lave o pé dos bebês com água e sabão neutro. Seque-os com toalha.

DICA

Carimbe a pegada dos bebês durante o período em que eles estiverem calmos para melhores resultados.

8/28/2022

ATIVIDADES PARA TRABALHAR O "CONHECER-SE E EXPRESSAR" - 1

 

O que a criança poderá aprender com as atividades propostas:

 

·        Conhecer em si e no outro, suas características físicas e motoras.

·        Identificar e reconhecer o outro.

·        Identificar e conhecer as partes externas do corpo.

·        Reconhecer semelhanças e diferenças físicas existentes entre as crianças da sala.

·        Criar possibilidades de interação mediante o conhecimento e reconhecimento do outro.

·        Desenvolver competências e habilidades para expor ideias próprias, bem como perceber a importância da socialização do conhecimento.

·        Possibilitar o desenvolvimento motor, emocional e da linguagem.

·        Estabelecer vínculos afetivos entre os pares.

·        Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências.

·        Desenvolver atitudes de respeito durante a escuta e a fala do outro.

·        Reconhecer emoções e sentimentos por meio da influência que pessoas e situações exercem sobre ela.

·        Desenvolver a oralidade.

·        Expressar sentimentos, opiniões, emoções, dúvidas, vontades, angústias, medos, dentre outros.

·        Narrar acontecimentos vivenciados em seu cotidiano dentro ou fora do ambiente escolar.

·        Desenvolver habilidades de leitura e de escrita.

·        Ler diferentes textos de forma autônoma ou com ajuda.

·        Desenvolver a capacidade de ler, de escrever e de compreender, por meio do lúdico.

·        Formular hipóteses sobre o tema ou assunto abordado.

·        Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências em grupos.

·        Trabalhar em equipe.


1ª Atividade “Espelho na caixa”


Campos de Experiência:       -O eu, o outro e o nós;

                                               -Corpo, gestos e movimentos.

 

MOTIVANDO OS ALUNOS POR MEIO DA DINÂMICA “ESPELHO NA CAIXA”

Professor, para esta atividade, organize as crianças em uma roda de conversa e estabeleça um diálogo sobre o que elas sabem a respeito das pessoas que trabalham na escola. Indague se elas conhecem a função de cada um deles. Ouça suas ideias, aproveite e fale sobre a função de cada um: aluno, professor, diretor, coordenador, secretária, bibliotecária, faxineira, cantineira, dentre outros.

Depois de ouvir as crianças e de acrescentar o que for necessário para responder ao seu questionamento, informe à turma que vocês farão uma atividade, na qual todos terão oportunidade de conhecer a pessoa mais importante que tem dentro da escola.

 


PARA REFLETIR UM POUCO MAIS

·         Você sabe o que é uma Roda de Conversa e quais são seus objetivos? 

·         Você tem hábito de realizar rodas de conversa? 

·         Sua turma tem espaço para expor suas ideias?

Para nós, a Roda de Conversa é uma prática educativa essencial no desenvolvimento das crianças. É um momento privilegiado para o diálogo e a troca de ideias sobre determinado assunto. Por meio dela, a criança é capaz de:

·         aprender a tomar decisões;

·         escutar e valorizar opinião das outras pessoas;

·         argumentar a respeito de um assunto;

·         respeitar o outro;

·         emitir opiniões e resolver questões problemáticas;

·         relatar episódios cotidianos e explicar fatos e fenômenos sociais e/ou naturais;

·         imaginar soluções para uma questão levantada e comunicá-las ao grupo;

·         cooperar enquanto trabalham juntas;

·         resolver conflitos de forma harmônica;

·         coordenar múltiplas perspectivas, dentre outros.

Destacamos que a Roda de Conversa é um momento para que se efetive o diálogo. É expressivo que você compreenda que a sala de aula não é estática e não se constitui por meio de ideias, pensamentos e práticas acabadas; ela se organiza pelo estabelecimento da contradição que gera conflitos; e é importante que você saiba que seus participantes têm pontos de vistas diferentes, com opiniões que coincidem ou não.

Assim, a linguagem, nesse contexto, é instrumento fundamental na construção do conhecimento das crianças, sendo necessário que a Roda de Conversa traga o protagonismo da criança para o espaço escolar, uma vez que esse espaço é colaborativo democrático, e as diferentes vozes devem ser ouvidas e consideradas.

IMPORTANTE

Ao propor uma Roda de Conversa, organize um espaço adequado, em que todas as crianças se sintam confortáveis e possam se ver.

 

DINÂMICA: ESPELHO NA CAIXA



Professor, você poderá realizar a dinâmica da seguinte maneira:

·         Informe às crianças que a dinâmica será iniciada e que a pessoa mais importante dentro da escola está representada por meio de uma imagem, de uma fotografia. Informe a elas, também, que a imagem/foto está dentro de uma caixa. (Nesse momento, você pode destacar que ninguém poderá contar o que verá dentro da caixa, por exemplo: “Não pode contar para o colega. É um segredo só nosso”.)

·         Como as crianças estarão sentadas em rodinha, você poderá mostrar a caixa um a um. Ressalte sempre: “Aqui dentro está a pessoa mais importante da escola”. Ao chegar na última criança, você fechará a caixa e irá observar atentamente a reação de cada uma ao ver sua própria imagem refletida no espelho. Fique atento para verificar qual o semblante delas ao se deparar consigo mesmas

Ao abrir a caixa, você poderá fazer algumas indagações que deverão ser respondidas pelas crianças. As perguntas poderão estar relacionadas às partes externas do corpo. Veja algumas sugestões:

·         Como é a pessoa que aparece dentro da caixa?

·         Quais são as características dela?

·         Como é o cabelo dela? Qual é a cor? É cabelo curto, longo ou médio? É liso? É encaracolado?

·         Como são os olhos dela? Qual a cor deles? Quantos olhos e orelhas ela tem? E o nariz e a boca, quantos são?

·         Qual a cor da pele dela?

·         E os dentes como são? Está faltando algum dente?

IMPORTANTE

Ao elaborar os questionamentos, você deverá analisar os conhecimentos prévios da turma. A quantidade de crianças vai influenciar nas perguntas, uma vez que se a turma for muito grande, o melhor é não fazer muitos questionamentos para que a turma não se disperse.

 

VARIAÇÃO DA DINÂMICA

Ao invés de passar a caixa, você poderá solicitar que as próprias crianças a entreguem para o(a) colega que está sentado, por exemplo, à direita delas.

Você também poderá utilizar um espelho fixado na parede, principalmente para crianças bem pequenas. O mesmo poderá ser fixado na sala de aula ou em outro espaço da escola como, por exemplo, no final de um corredor, ou próximo a entrada dos banheiros utilizados pelos alunos, ou em uma área externa. Ao apresentar a atividade, sempre ressalte que elas irão conhecer a pessoa mais importante para a escola. Caminhe com elas até o espelho e apresente esta pessoa

ATENÇÃO

É extremamente importante que o espelho seja de material que ofereça segurança às crianças, independente da faixa etária. É necessário, também, que crianças muito pequenas que ainda não possuem autonomia para se locomover ou crianças com deficiência física sejam levadas no colo, a fim de serem incluídas na atividade.

Se for utilizar o espelho fixado na parede, você poderá inserir outros questionamentos além dos descritos anteriormente. Por exemplo: peça que as crianças fiquem em frente ao espelho e se observem. À medida que elas forem se observando, convide-as para expressarem oralmente sobre suas observações. Faça os seguintes questionamentos:

·         O seu cabelo é da mesma cor que o de seu colega?

·         Quem é mais alto?

·         Faça uma cara feliz, triste, de dor, de susto, de medo, brava, dentre outros (Você também pode mostrar cartazes com diversas fisionomias para que as crianças imitem).

·         Solicite que a criança toque diferentes partes de seu corpo (cabeça, olhos, nariz...). Peça que façam ações como: levantar os ombros, cruzar os braços, levantar os braços, bater palma etc. Você poderá nomear as partes do corpo e pedir que as crianças as quantifiquem, por exemplo: quantas mãos, dedos, nariz, orelhas...

Crianças bem pequenas ou bebês, ao verem sua imagem refletida, poderão chorar, sorrir, balbuciar, querer fugir da imagem refletida ou querer pegá-la... Por isso, converse com a criança. Destaque as diferenças entre ela e você, ou entre ela e os demais participantes da brincadeira. Evidencie o tamanho dos braços, das pernas, das mãos, dos pés, a altura, a cor da pele, se tem marcas no corpo (pintas, por exemplo), a cor dos cabelos, se o cabelo é liso ou enrolado... Nesta atividade, não necessariamente a criança terá que verbalizar. Para as crianças que não se comunicam verbalmente, o adulto será o intérprete e o instrumento de comunicação delas. Dessa forma, ele poderá dizer: “Veja como o meu braço é maior que o seu! Vamos medir?”, “Olhe os meus pés, veja o tamanho deles. E o seu? Vamos medir? “Como o seu cabelo é parecido com o meu?” etc.

E com bebês? Como brincar?

Sugerimos colocar o bebê na frente do espelho a uma curta distância. Comece com um movimento simples, como franzir o nariz, mostrar a língua, colocar as mãos no cabelo. Repita várias e várias vezes. A repetição é uma fórmula fundamental para a formação de conexões neurais e que acompanhará a criança por muitos anos.

IMPORTANTE

Faça adaptações conforme a realidade de suas crianças e do ambiente escolar. Se sua escola não tem recursos para adquirir um espelho, dialogue com os familiares das crianças sobre essa necessidade, pois pode ser que alguém tenha um espelho que possa doar.

 

Avaliação da atividade

 

Para finalizar a atividade, solicite que as crianças avaliem esse momento dizendo o que acharam da atividade. Para isso, você poderá solicitar que digam se gostaram ou não de ver suas imagens refletidas no espelho, não esquecendo de pedir que justifiquem suas respostas. Se estiverem em frente ao espelho, peça que façam alguma cara demonstrando o que acharam da atividade.

Para crianças de 4 a 5 anos, você poderá solicitar que elas façam um desenho representando o próprio corpo. Utilize papel sulfite ou caderno de desenho, lápis de cor ou de cera, caneta hidrocor e carvão. Peça para a turma pensar sobre os seguintes apontamentos:

·         O que não pode faltar em seu desenho?

·         O que tem no rosto?

·         Quantos braços vocês devem desenhar?

·         E as mãos como são?

·         Como deverá ser a cabeça?

Se as crianças, ou parte delas, conseguem escrever de forma autônoma, você poderá solicitar que elas façam o desenho do corpo, escrevendo em cada parte o seu nome (braços, pernas etc.). As crianças que ainda não conseguem ler e escrever por conta própria poderão utilizar a escrita espontânea ou apenas apontar as partes e dizer o nome e você, professor(a), será o(a) escriba.

 

Avaliação alternativa

 

Se a criança não for capaz de responder verbalmente, ou tiver dificuldades importantes na fala ou não verbais, você poderá utilizar a Comunicação Alternativa, abaixo, para avaliar a atividade. Solicite que elas apontem ou peguem a ficha, para representar se gostaram ou não.

 

REFLEXÃO

Professor, avalie a atividade que você planejou e executou. A avaliação faz parte de todo o processo aqui sugerido, pois envolverá sua observação cotidiana e os seus registros e os das crianças. Além do mais, ela permite o reconhecimento de conquistas, bem como a verificação das dificuldades e das necessidades das crianças no processo de ensino e aprendizagem. 

Ao longo de todo o trabalho desenvolvido, observe se as crianças conseguiram nomear as partes do seu corpo e do corpo do colega; se foram capazes de registrar, por meio do desenho, as partes do corpo; se o desenho apresentou formas, se a criança conseguiu quantificar as partes do corpo e se foi capaz de interagir com os pares.

Você poderá realizar esta atividade em mais de uma aula ou dia, dependendo da realidade de sua turma.

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