10/18/2011

PLANO DE AULA UTILIZANDO O RECURSO "CHAT"

PLANO DE  AULA: USO PEDAGÓGICO DE FERRAMENTAS DE INTERATIVIDADE O CHAT COMO FERRAMENTA DE ENSINO
IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADO PELA USINAS HIDRELÉTRICAS

RESPONSÁVEIS PELO PLANEJAMENTO: 
  • LEONARA PIRAN FRIGERI
  • LUCIMARA DA SILVA HENSEN
  • LUDIBERGA ZUCHELLO
  • MARCIA PIOVESAN
  • MÁRCIO PALAGE VOSS
  • MARIA ELIZETE SILVA MARTINS



1. ESCOLA DE APLICAÇÃO

Escola Municipal de Ensino Fundamental Santa Terezinha

2. TEMA ABORDADO

Meio Ambiente e a produção da energia elétrica.

3. OBJETIVOS

·         Estimular a pesquisa e o debate sobre os impactos ambientais causados pela construção de uma usina hidrelétrica bem como os aspectos positivos e negativos dessa construção.
·         Questionar sobre a relevância de sua instalação;
·         Conscientizar sobre o uso consciente de energia elétrica;

4. JUSTIFICATIVA

Justifica-se a atividade pela importância da preservação ambiental, a discussão e a reflexão sobre a ação humana diante da natureza, bem como frente a realidade em que estamos inseridos e o uso pedagógico da ferramenta chat como meio de interatividade e construção de conhecimento. O trabalho tem como proposta discutir os impactos ambientais, assim como os aspectos positivos e negativos, causados pela construção das usinas hidrelétricas, sua importância para a vida das pessoas e para a vida dos outros seres vivos, questionando e discutindo maneiras de usar a energia elétrica corretamente, a fim de desenvolver atitudes conscientes no dia a dia da pessoa.

5. SÉRIE/ANO

6ª série do Ensino Fundamental.

6. PERÍODO DE EXECUÇÃO

2 períodos da aula.

7. MÍDIAS E TECNOLOGIAS UTILIZADAS

·         computador com internet.

8. AÇÕES A SEREM REALIZADAS

O professor iniciará a aula questionando os educandos da seguinte maneira:
·         Vocês acham que é importante a energia elétrica em nossas vidas?
·         Por quê?
·         E a construção de usinas hidrelétricas pode nos afetar? De que maneira?
·         Em relação ao meio ambiente, será que existem mudanças?
Após iniciar a discussão propor a realização de uma pesquisa na internet sobre impactos ambientais, aspectos positivos e negativos causados pela construção de usinas hidrelétricas na vida das pessoas.
Após realizar a pesquisa fazer uma discussão, via MSN, em grupo de dois ou três alunos, para socializar os dados que foram coletados durante a pesquisa e o que chamou mais sua atenção sobre os elementos obtidos na mesma.
Durante a conversa o professor chama a atenção dos alunos sobre as conseqüências da criação de usinas e da importância do consumo consciente de energia elétrica.

9. AVALIAÇÃO

O trabalho realizado foi bem proveitoso. Os alunos participaram, interagindo com os colegas e com os professores via chat.
Foi uma atividade diferenciada e que motivou a pesquisa e despertou o interesse dos alunos. Foi bem produtivo, no entanto, a prática contou com alguns problemas que já eram previstos, como a velocidade da internet que, muitas vezes, fez com que a página não fosse exibida, tendo que acessar novamente e também o baixo número de alunos que possuem conhecimento de informática. Mesmo assim os alunos gostaram muito da atividade realizada, fazendo uma avaliação muito positiva e levando a discussão do assunto para a sala de aula. 

9/01/2011

PROJETO: CULTURA AFRO-INDÍGENA: CONHECER PARA RESPEITAR

ELABORADORES
  • CATIA SILENE DELATORRE
  • CLAUDOMIR FELTES DOS SANTOS
  • EDER CONCEIÇÃO
  • LEONARA PIRAN FRIGERI

1 TÍTULO DO PROJETO

 

Cultura Afro-brasileira e indígena: conhecer para respeitar.

2 ESCOLA DE APLICAÇÃO DO PROJETO
  
Nome da instituição: Escola Estadual de Ensino Médio Castro Alves.
Endereço: Avenida 20 de Março, n.º 1956 - São José das Missões/RS.
Coordenadoria de Educação: 20ª - Palmeira das Missões/RS.

3 SÉRIES EM QUE O PROJETO SERÁ DESENVOLVIDO

3º Ano do Ensino Médio.

4 DISCIPLINAS

  • ·         História
  • ·         Língua Espanhola
  • ·         Língua Portuguesa
  • ·         Matemática

5 TEMAS ABORDADOS


  • ·   História nacional/regional local sobre a cultura dos africanos e dos indígenas na constituição da nação brasileira.
  • ·         Quilombos;
  • ·         Revolta dos Maiês;
  • ·         Revolta da Chibata e todas as formas de negociação e conflito;
  • ·         Negro no Brasil;
  • ·         Desapropriação de terras dos povos indígenas;
  • ·         Filme: Escritores da liberdade;
  • ·         Diversidade cultural;
  • ·         Preconceito/ pré-conceitos;
  • ·         Medidas de Área, Comprimento e Volume;
  • ·         Cotas;
  • ·         Raça e etnia.

6 MÍDIAS DISPONÍVEIS


  • ·         Quadro branco e canetão;
  • ·         Material impresso;
  • ·         Data show;
  • ·         Computador;
  • ·         Aparelho de CD, Pen drive;
  • ·         TV E DVD;
  • ·         Câmera digital;
  • ·         Filmadora;
  • ·         Cartolinas e pincéis atômicos;
  • ·         Programas utilizados: Movie maker e Power Point.

7 OBJETIVOS

7.1 Objetivo Geral

         Preservar, incentivar e valorizar as manifestações culturais dos descendentes da imigração Africana e dos habitantes brasileiros população indígena.

 

7.2 Objetivos específicos

  • ·   Desmistificar ideias e concepções (pré) adquiridas e geralmente carregadas de sentidos negativos e desvalorativos;
  • ·   Efetuar pesquisa visando o conhecimento sobre as diversificadas etnias;
  • · Construir um novo olhar sobre a história nacional/regional local e ressaltar a contribuição dos africanos e indígenas na constituição da nação brasileira;
  • ·  Estudar os remanescentes de quilombos, sua cultura material e imaterial e as resistências do povo negro (Quilombos, Revolta dos Maiês, Canudos, Revolta da Chibata e todas as formas de negociação e conflito); do significado da data 20 de novembro, repensando o 13 de maio;
  • ·   Resgatar a trajetória do negro no Brasil;
  • ·   Verificar como se deu a evolução econômica, cultural, política, social indígena;
  • ·   Esclarecer sobre a desapropriação de terras por povos indígenas;
  • ·   Pesquisar o Sistema econômico utilizados por povos africanos e indígenas;
  • ·   Ler, interpretar e produzir textos de gêneros distintos sobre a temática abordada;
  • · Debater sobre textos propostos aos alunos, solicitar que produzam textos dissertativos sobre temas como: o racismo no Brasil; a presença do negro na mídia; políticas afirmativas, cotas; mercado de trabalho, etc.
  • · Analisar implicações de carga pejorativa atribuída ao termo negro e outras expressões do vocabulário.
  • ·   Propiciar acesso aos gêneros musicais do samba, rap, blues, maracatu...
  • · Produzir paródias em Língua Portuguesa e Espanhola a partir dos conhecimentos adquiridos;
  • ·   Produzir vídeo utilizando o Movie Maker, a paródia construída em LE cantada e a paródia em LP como legenda, também podem ser utilizadas fotos e imagens na produção do vídeo;
  • ·   Efetuar pesquisa estatística, População e Amostra, Dados, Tabelas e Gráficos.
  • ·   Produzir cartazes sobre o tema em Língua Portuguesa e Espanhola;
  • · Aplicar o conhecimento na resolução de situações-problema e análise de gráficos de diferentes funções envolvendo questões afro-brasileiras e indígenas;
  • ·   Análise dos dados do IBGE sobre a composição da população brasileira e por cor, renda e escolaridade no país e no município.
  • ·  Estudar medidas de Área, Comprimento e Volume (Cultura Africana e Indígena: quantificação, peso, altura, distância, tempo, capacidade, entre outras). 
8 JUSTIFICATIVA
Vivemos em uma sociedade plural e democrática, sendo assim precisamos respeitar os diferentes grupos e culturas que a constituem. O estudo da História Africana e Indígena busca sanar esta lacuna nos sistemas educacionais brasileiros.
A falta de conhecimento acerca da cultura afro-brasileira e indígena traz consequências desastrosas sobre a população brasileira, já que cria um ambiente de exclusões étnicas, os quais denominamos de racismos. Existe um processo de criação de credos sobre a inferioridade do negro e do indígena, desta forma a ausência desse estudo, em primeiro lugar, retira a oportunidade dos Afro-brasileiros e indígenas em construírem uma identidade positiva sobre as nossas origens.
Este projeto tem o intuito de preservar, incentivar e valorizar as manifestações culturais dos descendentes da imigração Africana e dos habitantes brasileiros população indígena, bem como, aplicar a Lei 11.645/03/2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira e Indígena” que aborda os diversos aspectos da história e da cultura desses povos na formação da identidade brasileira.

9 METODOLOGIA


  • ·         Aula expositiva e dialógica;
  • ·         Exposição de filme, documentário e clipe;
  • ·         Elaboração de fichamentos, resumos de textos pré-selecionados, mapeamentos, resolução de exercícios;
  • ·         Utilização de recursos midiáticos (giz, quadro, apostila, TV, DVD, Computador, Som, Internet, etc);
  • ·         Aula prática no Laboratório de Informática: Como usar o Movie Maker;
  • ·         Dinâmicas;
  • ·         Apresentações de paródias;
  • ·         Debates;
  • ·         Seminários.

10 RESULTADOS PARCIAIS E ESPERADOS


  • ·         Aceitação e participação dos educandos;
  • ·         Envolvimento dos educadores;
  • ·    Resultados positivos quanto ao conhecimento adquirido pelos educandos e educadores;
  • ·         Autoconstrução de novos conceitos acerca do tema a partir de leituras;
  • ·         Mudanças de concepções acerca da temática;
  • ·   Produções de paródias com consistência e com adequações das Línguas avaliadas;
  • ·         Dissertações produzidas com argumentos, estrutura e normas da Língua Portuguesa adequadas;
  • ·      Vídeos com bom aproveitamento dos dados estudados e do programa utilizado;
  • ·         Construção de tabelas e gráficos bem elaborados;
  • ·    Produção de cartazes levando em consideração as normas da língua, bem como a importância da temática;
  • ·         Adquirir conhecimentos sobre a utilização dos recursos midiáticos ao produzir e apresentar as paródias;
  • ·         Auto avaliação do trabalho efetuado;
  • ·         Seminário bem elaborado e apresentado pelos educandos;

11 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


  • ·         Pontuação, entonação e pronúncia aplicados à leitura;
  • ·         Socialização de ideias em debates e comentários de compreensão e interpretação obtendo entendimento de textos de gêneros diversos de acordo com os sinais deixados pelo autor;
  • ·         Argumentação, criatividade, responsabilidade e consciência crítica abordando o tema Preconceito quanto à expressão oral e escrita, obtendo assim opinião autônoma sobre o mesmo;
  • ·         Construção textual coesa e coerente utilizando os conhecimentos gramaticais, semânticos e discursivos. Tendo como critérios gerais: Titulação textual coerente ao tema abordado; Seguimento das orientações do professor determinadas para cada tipologia textual; Estruturação textual (início, meio e fim); Argumentos apresentados e distribuídos adequadamente nos parágrafos, sendo eles: introdução, desenvolvimento e conclusão;
  • ·         Relação entre os fatos; Continuidade e progressão no texto, tendo este, conexão entre as ideias, recursos e mecanismos linguísticos empregados de forma correta;
  • ·         Análise e informatividade sobre o tema abordado; Ideias claras e bem articuladas, abordando dados novos e seu próprio ponto de vista, sustentado por argumentos pertinentes e relevantes;
  • ·         Seguimento ao desenvolvimento do tema sem fugir do assunto abordado;
  • ·         Emprego correto do tempo e pessoa verbal;
  • ·         Aplicação ortográfica;
  • ·         Vocabulário variado (evitando a repetição de palavras, utilizando pronomes ou sinônimos);
  • ·         Pontuação correta;
  • ·         Utilização das margens adequadas;
  • ·         Separação silábica correta;
  • ·         Construção da paródia com versos e estrofes; criação de versos com rima, som, ritmo e musicalidade; Utilização da linguagem figurada;
  • ·         Produção de textos dissertativos, cartazes, paródias e vídeos;
  • ·         Índices de DSTs, Dados regionais;
  • ·         Produção de painéis estatísticos;
  • ·         Pesquisas;
  • ·         Construção de tabelas e gráficos;
  • ·         Estatística e Funções;
  • ·         Elaboração de seminário.

12 FORMA DE SOCIALIZAÇÃO DAS PRODUÇÕES


  • ·         Seminário com apresentações das produções e dos resultados sendo que o encerramento do projeto dar-se-á no dia 20 de novembro "Dia Nacional da Consciência Negra";
  • ·         No dia 21 de novembro (segunda-feira) haverá Mostra Cultural onde serão apresentados todos os trabalhos desenvolvidos durante o ano letivo por todas as turmas;

13 CRONOGRAMA

Atividades/período
Ago/11
Set/11
Out/11
Nov/11
Leituras sobre a temática;
Filme: Escritores da Liberdade;
Pesquisas;
X



Análise acerca do material estudado sobre a temática; Construção dos gráficos;
Produções textuais;
X



Socialização dos resultados na turma;
Correções, se necessárias dos trabalhos solicitados;
X
X
X

Seminário e apresentação dos trabalhos construídos por todas as turmas da escola



X
Mostra cultural



X

14 REFERÊNCIAS

Educação Anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal 10.639/03

FREIRE, Paulo. GUIMARÃES, Sérgio. A África ensinando a gente; Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula; visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005.

KI-ZERBO, J (org). História geral da África. São Paulo: Ática; Paris: Unesco, 1982 (volume 1 – Metodologia e pré-história da África).
  
LARAIA, Roque. Cultura, um conceito antropológicoRio de Janeiro, Jorge zahar Editor, 1986. 

PILETTI, Nelson & PILETTI, Claudino - História e Vida Integrada. São Paulo, Ática, 2006.
RIUS, Maria - A Idade Moderna. São Paulo, Scipicione, 1996. 

TERRA, Ligia & COELHO, Marcos de Amorim. O espaço natural e socioeconômico. São Paulo, Moderna, 2005.    

Sites Consultados:
http://www.cultura.gov.br/site/2010/09/30/cultura-afro-brasileira-10/

7/19/2011

PROJETO: GESTÃO DE MÍDIAS NA ESCOLA

1. TÍTULO DO PROJETO:

Gestão de Mídias na Escola


2. ESCOLA DE APLICAÇÃO DO PROJETO

Escola de aplicação: Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Cleiton Costa.


3. SELEÇÃO DO TEMA

Conversar com os professores e gestores sobre as tecnologias existentes e utilizadas na escola, assim como no entorno escolar. Dialogar sobre a sua utilização relacionando-as com o processo educativo desenvolvido na escola, a fim de provocar reflexões sobre a contribuição das mesmas na melhoria do processo de ensino-aprendizagem dos alunos.
A seleção será realizada de forma dialética com os professores e gestores elencando as tecnologias existentes na escola e no seu entorno escolar que podem ser utilizadas.


4. CONTEÚDOS TRABALHADOS

Tecnologias tradicionais: livro, revista, jornal e giz.
Tecnologias modernas: gravador, retroprojetor, televisão, vídeo e rádio.
Tecnologias recentes: computador e internet.

5. PROBLEMATIZAÇÃO

Como as tecnologias podem contribuir mais e melhor na construção do processo de ensino-aprendizagem dos alunos?


6. OBJETIVOS

O presente projeto objetiva contribuir com o trabalho dos educadores da escola no desenvolvimento de aulas lúdicas e prazerosas, buscando despertar um olhar diferenciado para a utilização das tecnologias tradicionais, modernas e recentes com relação ao processo de desenvolvimento integral do educando, levando a uma prática educativa para a vida cotidiana, provocando produção de conhecimento e conceitos consolidados como a aquisição de novos conhecimentos.


7. JUSTIFICATIVA

Nos últimos tempos, os avanços provocados pelas tecnologias afetam toda a sociedade. Dessa forma, não podemos mais pensar em um mundo sem elas. Tais mudanças também se refletiram na Educação. Com o crescente desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), esses avanços nos levam a repensar sobre a sua utilização no processo ensino-aprendizagem, desafiando-nos a buscar alternativas mais adequadas para um ambiente de aprendizagem que seja interativo e dinâmico.
Paulo Freire (1996) salientava que não podemos absolutizar a tecnologia, tampouco diabolizá-la. Se entendermos que o problema não é a tecnologia, mas a forma como a utilizamos, então poderemos olhá-las como um desafio e através das novas tecnologias, desenvolver o espírito investigativo, buscando, com isto, a construção do conhecimento.
Devido a essas transformações educacionais percebeu-se a necessidade de analisar o uso das tecnologias no processo de ensino-aprendizagem e observar a sua real contribuição para que este processo seja melhorado nas instituições escolares, pois as tecnologias são parte da realidade escolar já há muito tempo e precisam ser utilizadas de maneira que venham a contribuir com o processo de ensino-aprendizagem. Para Moran:

 [...] Tecnologias são os meios, os apoios, as ferramentas que utilizamos para que os alunos aprendam. A forma como os organizamos em grupos, em salas, em outros espaços isso também é tecnologia. O giz que escreve na louça é tecnologia de comunicação e uma boa organização da escrita facilita e muito a aprendizagem. A forma de olhar, de gesticular, de falar com os outros isso também é tecnologia. O livro, a revista e o jornal são tecnologias fundamentais para a gestão e para a aprendizagem e ainda não sabemos utilizá-las adequadamente. O gravador, o retroprojetor, a televisão, o vídeo também são tecnologias importantes e também muito mal utilizadas, em geral (MORAN, p. 02 apud VIEIRA, 2003).

Também, devido às mudanças constantes, há necessidade de repensar e reconstruir a escola sobre bases novas, pensar de maneira que se possa aproveitar e utilizar socialmente os recursos em prol da melhoria educacional. Com isto, escolas devem repensar o modelo de ensino e aprendizagem, a fim de ir de encontro com as necessidades dos estudantes. As tecnologias são fato concreto e devem ser trabalhadas não como novidade e fonte inesgotável de informação, mas como um recurso que pode contribuir para uma aprendizagem mais qualitativa dos alunos.


8. CRONOGRAMA

O cronograma abaixo demonstra como poderão ser desenvolvidas as atividades, porém é flexível e deve ser adequado conforme a necessidade e o interesse dos educadores.

ATIVIDADES
1º Semana
2º Semana
3º Semana
Grupo 1: levantamento dos tipos de tecnologias tradicionais: livro, revista, jornal e giz existentes na escola, ou no entorno escolar, e análise de utilização.
X


Grupo 2: levantamento dos tipos de tecnologias modernas: gravador, retroprojetor, televisão, vídeo, rádio existentes na escola, ou no entorno escolar,  e análise de utilização.
X


Grupo 3: levantamento dos tipos de tecnologias recentes: computador e internet existentes na escola, ou no entorno escolar,  e análise de utilização.
X


Grupo 1: pesquisa de novas possibilidades de utilização das tecnologias tradicionais: livro, revista, jornal e giz no processo de ensino-aprendizagem dos alunos.

X

Grupo 2: pesquisa de novas possibilidades de utilização das tecnologias modernas: gravador, retroprojetor, televisão, vídeo, rádio no processo de ensino-aprendizagem dos alunos.

X

Grupo 3: pesquisa de novas possibilidades de utilização das tecnologias recentes: computador e internet no processo de ensino-aprendizagem dos alunos.

X

Grupo 1: exposição da pesquisa de novas possibilidades de utilização das tecnologias tradicionais: livro, revista, jornal e giz aos demais colegas educadores.


X
Grupo 2: exposição da pesquisa de novas possibilidades de utilização das tecnologias modernas: gravador, retroprojetor, televisão, vídeo, rádio aos demais colegas educadores.


X
Grupo 3: exposição da pesquisa de novas possibilidades de utilização das tecnologias recentes: computador e internet aos demais colegas educadores.


X


9. MATERIAIS E RECURSOS NECESSÁRIOS

Serão necessários os seguintes recursos para o desenvolvimento do projeto:
§  computador
§  internet
§  materiais de uso diário como: caderno, lápis, caneta, etc.


10. AVALIAÇÃO

Retomar os objetivos propostos, o interesse e a participação dos educadores (professores e gestores) no desenvolvimento das atividades.
Os educadores devem retomar suas anotações iniciais e refletir sobre o que refletiram/aprenderam com o trabalho, tanto em relação ao uso das tecnologias quanto ao conhecimento relativo as mesmas, comparando com o que sabiam antes.


11. REFERÊNCIAS

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.

VIEIRA, Alexandre (org.). Gestão educacional e tecnologia. São Paulo, Avercamp, 2003, p.  151-164.

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